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              Cobertura do ginásio
              BR SPCVP AF-FA-1991-02-03 · Item · 1991
              Parte de Acervo Fotográfico (Coleção)

              Registro feito na visita do vereador Longatto ao Ginásio CLQ. Na imagem observa-se a estrutura da cobertura do ginásio.
              Fotografia: Davi Negri.

              Ata - 11/01/1844
              BR SPCVP CMP-AT-A07-17 · Item · 11 de janeiro de 1844
              Parte de Câmara Municipal de Piracicaba (Fundo)

              Ata da sessão ordinária do dia 11 de janeiro de 1844, sob presidência de Antônio Fiuza de Almeida. Em sessão, leram o relatório do fiscal da Vila e o mapa dos alunos que frequentam a aula nacional desta Vila, sendo ambos encaminhados para análise junto à Comissão. Leram um requerimento do professor de primeiras letras pedindo atestado para receber seu salário. O senhor Amaral, encarregado de de rever as contas da Câmara considerou-as conforme, e assim, lançaram as contas no livro. Assinaram dez cartas de datas (1), bem como um ofício para o presidente da Província pedindo a construção de uma nova ponte sob o rio Piracicaba.
              Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: Antônio Fiuza de Almeida, Antônio José da Conceição, Frutuoso José Coelho, Domingos José da Silva Braga, Antônio Franco do Amaral e Francisco Florêncio do Amaral.

              (1) É título que o poder público municipal expede em favor de particulares, tendo por objeto um imóvel de sua propriedade, com a finalidade de o particular adquirente nele construir um edifício residencial, segundo os moldes estabelecidos pela legislação municipal.

              Ata - 14/01/1838
              BR SPCVP CMP-AT-A05-56 · Item · 14 de janeiro de 1838
              Parte de Câmara Municipal de Piracicaba (Fundo)

              Sessão extraordinária do dia 14 de janeiro de 1838, sob presidência de José Alvares de Castro. Em sessão tomou posse o Juiz Municipal interino, um ofício do secretário Francisco José Machado pedindo demissão e foi atendido. Reviram as contas do procurador pois foram consideradas erradas pelo presidente. O senhor Braga indicou que para o bem público desta vila (Piracicaba) era necessário pedir ao Presidente da Província um mestre de gramática latina e uma professora de meninas para esta vila. Suspendeu-se a sesssão por alguns minutos, pois esperavam o Juiz Municipal Interino José Manoel Ribeiro, dado alguns minutos, leram um ofício em que este pedia licença do cargo, por se declarar suspeito, já que exercia o cargo de Juiz de Paz, foi substituído por José Rodrigues Leite.
              Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: José Alvares de Castro, Joaquim de Marins Peixoto, Ignácio José de Siqueira, Domingos José da Silva Braga, João Carlos da Cunha e Manoel da Rocha Garcia.

              Lei sobre a criação de escolas municipais.
              BR SPCVP CMP-LRP-LRP02-31 · Item · 05 de junho de 1905
              Parte de Câmara Municipal de Piracicaba (Fundo)

              Lei que cria 4 escolas no município, sendo 3 masculinas e 1 mista nos bairros de Charqueadinho, Dois Córregos e Serrote. A lei também versa sobre o vencimento dos professores. Documento assinado por Manoel Ferraz de Camargo, Fernando Febeliano da Costa, Barão de Rezende, Coriolano Ferraz do Amaral, Francisco A. de Almeida Morato e Joaquim Pinto de Almeida.

              BR SPCVP CMP-LRP-LRP02-110 · Item · 15 de outubro de 1908
              Parte de Câmara Municipal de Piracicaba (Fundo)

              Resolução de lei autorizando a Prefeitura a gastar, através da verba “extraordinários para escolas”, a quantia de 200*000 réis para a aquisição de prêmios aos alunos das escolas municipais que mais se destacarem nos exames, em função do encerramento do ano letivo. Documento assinado por Manoel da Silveira Corrêa, Fernando Febeliano da Costa, José Ferreira da Silva, Aquilino José Pacheco, Alfredo José Cardoso, Francisco A. de Almeida Morato, Joaquim Pinto de Almeida, Ignacio Florencio da Silveira e Manoel Ferraz de Camargo

              BR SPCVP CMP-LRP-LRP03-52 · Item · 07 de novembro de 1911
              Parte de Câmara Municipal de Piracicaba (Fundo)

              Resolução criando uma escola do sexo masculino, no bairro “Água Parada” e autorizando o prefeito municipal a provê-la.
              Documento assinado por Manoel da Silveira Corrêa, Fernando Febeliano da Costa, Dr. Coriolano Ferraz do Amaral, João Alves Corrêa de Toledo e José Nhonho Padre.

              Grupo Escolar Morais Barros
              BR SPCVP AF-PIR-LOC-21 · Item · [s.d.]
              Parte de Acervo Fotográfico (Coleção)

              Fotografia dando foco para a fachada da Escola Morais Barros, local onde no passado sediava-se um antigo cemitério e cadeia pública.
              O Grupo Moraes Barrros, foi criado por decreto de 5 de março de 1900, com o nome de Segundo Grupo Escolar de Piracicaba, ao qual foi dado, por decreto de 15 de junho do mesmo ano, a denominação de “Moraes Barros”, em homenagem a esse senador, que foi um dos propagadores da instrução pública na cidade.
              O grupo começou a funcionar em 4 de agosto de 1900, na rua Piracicaba, em prédio particular alugado e adaptado pela Câmara Municipal. Antes era o presídio da cidade. Muitas décadas antes, a atual Praça Tibiriçá serviu de cemitério de escravizados para a cidade.

              Antigo Colégio Piracicabano
              BR SPCVP AF-PIR-LOC-25 · Item · [s.d.]
              Parte de Acervo Fotográfico (Coleção)

              Fotografia retratando o colégio piracicabano no final do século 19, o estilo arquitetônico seguia o americano, tijolos vermelhos ladeados com varandas amadeiradas e telhas francesas.

              Construído em 1881, sua idealização e construção foi liderado um grupo progressista, grupo este liderado pelos irmãos Manoel de Moraes Barros e Prudente de Moraes, ambos advogados e políticos influentes na região. Os irmãos Moraes estabeleceram contato com os imigrantes norte-americanos de Santa Bárbara D’Oeste. Entre eles, havia um pastor metodista Rev. Newmann. Dessa amizade surgiu a ideia de criar em Piracicaba uma escola moderna, aos moldes das escolas norte-americanas.
              Com o apoio político dos irmãos Moraes, em 13 de Setembro de 1881 a missionária americana Martha Watts abriu as portas da nova escola: “O Colégio Piracicabano”.
              A construção do prédio próprio – “Edifício Principal” – na esquina das ruas Boa Morte e D. Pedro II ficou pronta em 1884. O Colégio Piracicabano foi construído e sustentado pelas mulheres metodistas norte-americanas. O objetivo principal dessas mulheres era promover a educação feminina no Brasil. Por essa razão, até a década de 30 só havia internato para moças. A educação para meninos era em regime de externato. Somente em 1934 criou-se o internato masculino. O currículo do colégio oferecia desde os primeiros anos um variado elenco de disciplinas. Logo após a Proclamação da República, Prudente de Moraes foi nomeado governador do Estado de São Paulo e implantou a reforma do ensino público tendo como modelo o sistema de ensino do Colégio Piracicabano.

              Escola Marquês de Monte Alegre
              BR SPCVP AF-PIR-LOC-45 · Item · 09 de agosto de 2003
              Parte de Acervo Fotográfico (Coleção)

              O edifício das Escolas Reunidas ou Grupo Escolar de Monte Alegre foi construído por iniciativa particular da família Morganti, então proprietária da Usina Monte Alegre, para atender aos filhos dos funcionários, constituídos principalmente por imigrantes italianos.
              Foi oferecido à Secretaria de Educação do Estado de São Paulo para a implantação de uma escola, que funcionou até meados da década de 1990, quando foi desativada pela reforma do ensino paulista. Pouco se conhece da história da antiga Escola de Monte Alegre, fundada em 21 de janeiro de 1927 e em respeito aos Morganti, a escola era badalada pelas autoridades na época de sucesso da usina. A planta do edifício neoclassicista, foi desenvolvida com quatro salas de aula, e salas para diretoria e secretaria. A circulação se dava por um corredor em forma de 'loggia' e dois corredores entre as classes. A ornamentação é simples, com modenatura, balaústres e detalhes como molduras na cimalha e na platibanda com coruchéus nas extremidades. Na platibanda originalmente havia as epígrafes: 'Monte Alegre', 'Escolas Reunidas' e 'Piracicaba'. A construção foi edificada sobre porão não utilizável, que se encontra dentro das normas sanitárias para construções escolares. Posteriormente foi construído um anexo de serviços com mais 2 salas de aula, galpão, sanitários, refeitório, cozinha, palco, biblioteca e demais serviços, acompanhando os detalhes construtivos e decorativos do edifício principal, incluindo principalmente a arcada.
              Após passar por obras de restauração e readequação, sediou o Instituto RUMO, que atende crianças carentes. Atualmente sedia o Instituto Casa da Floresta, organização não governamental sem fins lucrativos, de caráter tecnológico, científico, educacional e cultural.

              Centro Cultural Martha Watts
              BR SPCVP AF-PIR-PIRA2023-215 · Item · Julho de 2023
              Parte de Acervo Fotográfico (Coleção)

              Fotografia retratando fachada do Museu do Centro Cultural Martha Watts.
              Fotografia de Rubens Cardia
              "Em 13 de Setembro de 1881, a missionária metodista americana Martha Hite Watts abriu as portas do Colégio Piracicabano, com a matrícula de apenas uma aluna, pois o ano letivo já havia começado no início do ano. Três professoras se dedicaram a esta única aluna, até que no ano seguinte, várias famílias matricularam seus filhos. O colégio foi instalado provisoriamente numa casa na Rua Prudente de Moraes, próxima ao Teatro Santo Estevão. Incentivados pelos irmãos políticos Manoel e Prudente de Moraes Barros, republicanos e maçons, os missionários fundaram um colégio particular que não educava com os preceitos monarquistas ou católicos. Primeiro edifício da cidade construído para abrigar uma escola, o Principal mudou a paisagem da Rua Boa Morte, quando as casas eram caiadas e térreas no alinhamento da calçada, o sobrado recuado de alvenaria aparente se destacava. No ano de 1882 foi adquirido o lote de terrenos em área localizada na Rua Boa Morte, entre as Ruas Rangel Pestana e Dom Pedro II. As obras de construção do edifício que oferecia inicialmente capacidade de hospedagem para 30 alunas internas foram iniciadas em 1883 e inauguradas em janeiro de 1884. A autoria do projeto é atribuída ao arquiteto Antonio de Matheus Haussler, natural de Stuttgart na Alemanha. O Edifício Principal foi construído com características da arquitetura norte-americana com influência do neoclássico paladiano, comum também na Grã Bretanha. A dimensão do edifício só apresentava três janelas na fachada da Rua D. Pedro II, sendo os blocos restantes, de construções posteriores. Em 1892 foi construída uma varanda contínua de madeira, com pilares decorados à moda do período colonial norte-americano com o objetivo de fornecer sombra às salas e proteção das chuvas de verão às janelas. Em 1893, o edifício foi ampliado para a instalação do Jardim da Infância e dormitórios, já em 1899, teve a construção de cozinha e outros serviços. A partir de 1907, foi iniciada a construção do Anexo Martha Watts com laboratórios, sala de música, biblioteca, salas de aula, sanitários, e um auditório - conhecido como Salão Nobre. A obra ficou pronta em 1914 e recebeu o nome da fundadora do Colégio, falecida em 1909, nos EUA. Apresentava originalmente um salão no primeiro pavimento e duas salas, de frente para a rua, no térreo e mais duas salas, antes do Salão Nobre, o qual além do palco, possuía salas específicas nos fundos, e uma galeria executada em madeira. Após o término da construção do Anexo Martha Watts, o arquiteto George Krug propôs a reforma da fachada do Edifício Principal de modo que combinasse estilisticamente com o anexo". (CACHIONI, 2011, p. 20).