Ata da reunião de 07 de maio de 1834, onde tratou-se sobre: O senhor Morais indicou que sendo deliberado na sessão passada para pagarem o ordenado de 100 mil réis ao construtor da ponte, cujos recebedores não querem aceitar sem que possam escolher a moeda.
Documento escrito por Francisco Florencio do Amaral e assinado por: Antonio Fiuza de Almeida, Francisco Jose Maxado, Bento Manoel de Morais, Antonio de Arruda Leme e Manoel de Toledo Silva.
Ponte
136 Description archivistique résultats pour Ponte
Ata da reunião de 13 de janeiro de 1835, onde tratou-se sobre: leu a resposta do fiscal sobre o ofício do procurador da Câmara e foi deliberado que o dito procurador cobre os verdadeiros multados que estão na relação e deliberação. O senhor Morais indicou que estando deliberado para o fiscal mandar por um cadeado no portão da ponte, ato que foi deliberado a mais de anos e até agora não se realizou, então que o fiscal coloque logo o dito cadeado.
Documento escrito pelo secretário Francisco Florencio do Amaral e assinado por Antonio Fiuza de Almeida, Manoel de Toledo Silva, Bento Manoel de Moraes, Domingos Soares de Barros, Francisco Jose machado e Antonio de Arruda Leme.
Ata da reunião de 11 de julho de 1836, onde tratou-se sobre: O secretário e o porteiro pediram para serem pagos de seus ordenados, e ficou deliberado também o pagamento dos alugueis das salas das sessões. Foi lido um requerimento de Jose Gomes da Silva em que pede que esta Câmara lhe conceda faculdade para por uma roça de alqueires mais ou menos nos Matos do Rucio. A comissão ficou encarregada de examinar os cemitérios públicos fora das povoações, e discutiram sobre o orçamento da ponte no Curumbatahi.
Documento escrito pelo secretário Francisco Florencio do Amaral e assinado por Antonio Fiuza de Almeida, Bento Manoel de Moraes, Teotonio Jose de Mello, Miguel Antonio Gonçalves, Elias de Almeida Prado e Manoel de Toledo Silva.
Sessão extraordinária do dia 11 de fevereiro de 1838, sob presidência de José Alvares de Castro. Em sessão Agostinho José de Carvalho tomou posse como Tenente Coronel das Guardas Nacionais desta vila. Foi lido um ofício do Juiz de Paz da cabeça do termo, em que alega que a cadeia está danificada e que paguem pelas algemas e cadeados. Discutiram sobre um ofício a respeito da ponte, oficiaram para a assembléia um pedido de 10 mil contos de réis para a construção da matriz desta vila (Piracicaba). Finalizaram discutindo uma solução para remover um formigueiro do pátio da vila.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: José Alvares de Castro, Joaquim de Marins Peixoto, Ignácio José de Siqueira, João Carlos da Cunha, Domingos José da Silva Braga e Manoel da Rocha Garcia.
Ata da sessão ordinária do dia 08 de outubro de 1838, sob presidência de José Alvares de Castro. Em sessão o presidente propôs nomear uma comissão para reverem todos os papeis da presente sessão. Foi lido um ofício de João Leite do Amaral pedindo dispensa para tomar posse como fiscal da Freguesia de Rio Claro alegando não ter estabelecimento naquela freguesia. Um ofício do Presidente da Província determinando a nomeação dos oficiais da Guarda Nacional do Curato de Pirassununga, e outro em que pede esclarecimentos sobre as despesas da ponte e da estrada que segue para Cuiaba.
Documento redigido pelo secretario José Lopes de Siqueira e assinado por: José Alvares de Castro; Joaquim de Marins Peixoto; Manoel da Rocha Garcia; Antonio Venerando Teixeira e Ignacio José de Siqueira.
Ata da reunião de 18 de agosto de 1827, realizada na casa do juiz ordinário e presidente, onde foram convocados os vereadores e procurador, na qual, fizeram aordo com Manoel Freire de Campos para este consertar a ponte do Rio Piracicaba a qual existe dentro do rocio.
Documento registrado pelo escrivão João Baptista de Siqueira e assinado por: Silva, Oliveira, Aranha, Campos e Gorgel.
Ata da reunião de 26 de agosto de 1827, realizada na casa do juiz presidente, onde foram convocados os vereadores e procurador, na qual, mandaram chamar a Manoel Dias para este louvar-se em um mestre carpinteiro para avaliar a ponte.
Documento registrado pelo escrivão João Baptista de Siqueira e assinado por: Silva, Oliveira, Aranha e Gorgel.
Ata da reunião de 27 de julho de 1828, realizada na casa do juiz presidente, na qual, realizaram termo de vereança, assinado pelas autoridades e pelo povo, acerca da representação de Manoel Dias Ribeiro sobre o trato feito com a Câmara do conserto e passagem da ponte.
Documento registrado pelo escrivão Manoel Anselmo de Souza e assinado por: Aranha, Morais, Franco e Gorgel.
Lei que trata da construção de ponte sobre o Itapeva, na rua Piracicaba do tipo das que foram construídas sobre o mesmo riacho.
Documento assinado: Doutor Paulo de Moraes Barros, Francisco Antonio de A. Morato, Francisco de Oliveira Ferraz, Aquilino José Pacheco, Amador de Campos Pacheco.
Iconografia que registra vista para a chamada "passarela estaiada". Na imagem é possível observar, além da passarela e o Rio Piracicaba, ao fundo, o chamado casarão do turismo “Paulo Fiovarante Sampaio” e sua torre.
Fotografia de autoria do fotógrafo Rubens Cardia.
A passarela Dr. Aninoel Dias Pacheco, conhecida popularmente como passarela estaiada, é uma ponte para pedestres que liga as margens do Rio Piracicaba, mais precisamente o Engenho Central (margem direita) e a avenida Beira Rio (margem esquerda). O local tem 152 metros, largura de 4,2 metros e vão estaiado tem 98 metros e foi denominada por meio da Lei n. 7.250, de 19 de dezembro de 2011.