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Descrição arquivística
Raphaelina A. Algodoal
MHPPM CE-CTSM-TE-MAT-04 · Item · 1992
Parte de COLEÇÕES ESPECIAIS

Trabalho de Raphaelina A. Algodoal, aluna da Escola Complementar de Piracicaba em 1922. Documento composto por ilustração de um castelo e ao lado uma pirâmide com cálculos.

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Cápsula do Tempo - Sud Mennucci
MHPPM CE-CTSM · Coleção · 1913 - 1933
Parte de COLEÇÕES ESPECIAIS

A Coleção Especial "Cápsula do Tempo do Sud Mennucci" é composta de materiais encontrados na cápsula, sejam eles documentos, desenhos, fotografias, objetos, entre outros. A Cápsula, foi encerrada no dia 15 de novembro de 1922 e aberta 100 anos depois, no dia 07 de setembro de 2022.
Na abertura da exposição "Cápsula da Tempo - Mistérios Revelados", o bisneto de Honorato Faustino doou para o Museu Histórico e Pedagógico Prudente de Moraes uma encadernação, contendo anotações, recortes de jornais e manuscritos, feito por Honorato. A referida encadernação e seus itens documentais também foram incluídos nesta coleção especial.

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Cápsula
MHPPM CE-CTSM-CAP · Série · 1922 - 1923
Parte de COLEÇÕES ESPECIAIS

Na série denominada “Cápsula” estão os objetos tridimensionais que foram usados para criar o invólucro dos documentos armazenados por um século na parede que separa o anfiteatro do vestíbulo da entrada da então Escola Normal de Piracicaba, hoje denominada de Escola Estadual Sud Mennucci. Os dois materiais tridimensionais presentes na série são: Uma placa de mármore e uma caixa de cobre. Na série também estão documentos textuais que fazem referência a dita cápsula e/ou que dão informações sobre seu encerramento.

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Moedas
MHPPM CE-CTSM-TRI-01 · Item · 1922
Parte de COLEÇÕES ESPECIAIS

Descrição: Conjunto de 21 moedas, de diferentes valores e timbres, sendo: 6 moedas de 20 réis, 5 moedas de 50 réis, 3 moedas de 100 réis, 3 moedas de 200 réis, 2 moedas de 400 réis e 2 moedas de 1000 réis. Uma das moedas de 1000 réis pertence à Edição Comemorativa do Centenário da Independência do Brasil contendo, na cara, as efígies de Imperador D. Pedro I e do Presidente Epitácio Pessoa.

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Réguas (material escolar)
MHPPM CE-CTSM-TRI-03 · Item · 1922
Parte de COLEÇÕES ESPECIAIS

Duas réguas idênticas, em madeira, com escala métrica de 30cm. Pela frente, apresentam a seguinte inscrição, realizada com tinta nanquim preta, pelo punho do Professor Honorato Oliveira: "Réguas usadas no Curso Preliminar do Grupo Modelo, fornecidas pelo Governo do Estado. Piracicaba, 1922." No verso, um carimbo azul, com a seguinte chancela: "Almoxarifado do Interior, Oficinas de São Paulo."

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Gazeta de Piracicaba (07/09/1922)
MHPPM CE-CTSM-JOR-03 · Item · 07 de setembro de 1922
Parte de COLEÇÕES ESPECIAIS

Gazeta de Piracicaba, de 07 de setembro de 1922 (quinta-feira). A primeira página da edição traz retratos e ilustrações alusivos ao “Primeiro Centenário da Independência”, como também enunciado na própria capa.
A segunda página traz diversos textos referentes ao Centenário da Independência e alguns retratos de figuras da história brasileira. Trecho do texto “Faz hoje cem anos”, que abre a edição do dia: “Quando D. Pedro I, às 16 horas do dia 7 de Setembro de 1822, à margem do Ypiranga, tomado de ardente e sagrado entusiasmo, pela causa do país que vinha governando, quebrou, para sempre, os laços que nos prendiam ao jugo português, mal adivinhava que somente cem anos bastariam para que o Brasil se tornasse uma potência grande, unida e poderosa. Mal sabia o príncipe da casa de Bragança que aquele gesto abriria uma época fulgurante na nossa História”.

As demais páginas trazem, além de textos também referentes ao Centenário da Independência, notícias diversas, anúncios comerciais e profissionais, programações culturais, crônica social e obituário.

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Fundação do Rio de Janeiro
MHPPM CE-CTSM-POS-HPB-05 · Item · 1922
Parte de COLEÇÕES ESPECIAIS

Bilhete postal denominado “Fundação do Rio de Janeiro”. O anverso do bilhete traz a reprodução da obra de arte de Antônio Firmino de Monteiro, de 1881, onde reproduz como teria sido a fundação da cidade do Rio de Janeiro. Traz no canto superior direito um selo em formato circular, onde ao centro está escrito “Escolas Públicas do Estado de S. Paulo” e ao redor do círculo central “Distribuição da Secretaria do Interior.
No reverso do documento, há no centro superior o título de “bilhete postal”, bem como um breve relato, à esquerda, do que foi a fundação do Rio de Janeiro. O documento descreve que os franceses já haviam se estabelecido no Rio, de modo que “Para expulsá-los, Estácio de Sá fortificou-se na entrada da Bahia. Com auxílio de Nobrega e Anchieta, que traziam índios; de Mem de Sá, 3º governador; da esquadrilha de Cristóvão de Barros e após as lutas nas praias de Santa Luzia, Flamengo e ilhas adjacentes, derrotou os invasores. Vitorioso, fundou Estácio de Sá a cidade no alto do morro do Castello, a 20 de janeiro de 1567, dando-lhe o nome de São Sebastião, em homenagem ao dia, que era desse santo. [...] foi capital do Sul em 1573 e 1608 e Pombal elevou-a a capital de toda a colônia em 1763. Dom João VI fez sua corte de 1808 a 1821. O presidente Dr. Rodrigues Alves saneou e aformoseou em 1904, e ela é hoje a 1ª cidade da América do Sul. “ (em transcrição livre).

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Anchieta e a catequese
MHPPM CE-CTSM-POS-HPB-07 · Item · 1922
Parte de COLEÇÕES ESPECIAIS

Bilhete postal denominado “Anchieta e a Catechese”. No anverso do documento há a reprodução uma imagem em que o padre Anchieta está posicionado de modo a catequisar alguns indígenas nativos. Traz no canto superior direito um selo em formato circular, onde ao centro está escrito “Escolas Públicas do Estado de S. Paulo” e ao redor do círculo central “Distribuição da Secretaria do Interior.
No reverso do documento, há no centro superior o título de “bilhete postal”, bem como um breve relato, à esquerda, do quem era Anchieta e, brevemente, como foi a catequização para com os nativos. Destaca-se os trechos: “Na cidade de Salvador e em Piratininga (hoje São Paulo) foi professor. Nesta, da aula numa cabana de paredes de barro e coberta de sapé, onde não cabiam todos os alunos, ficando a maior parte deles ao sol e a chuva. Para ensinar os selvagens, recorria á música, compunha romances e canções sagradas que os jovens índios cantavam á noite, percorrendo a povoação. Diplomata, conseguiu juntamente com o padre Nobrega, a paz, quando os Tamoios ameaçavam destruir São Vicente e Rio de Janeiro”. (Em transcrição livre).

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Os Bandeirantes
MHPPM CE-CTSM-POS-HPB-08 · Item · 1922
Parte de COLEÇÕES ESPECIAIS

Bilhete postal denominado “Os Bandeirantes – 1707 a 1750”. No anverso do documento há a reprodução de uma obra que retrata os ditos Bandeirantes, sertanistas do período colonial que adentraram o interior do Brasil em busca de escravos fugidos, pedras preciosas e índios para escravizar, desbravando também novas terras. Traz um selo no canto superior esquerdo em formato circular, onde ao centro está escrito “Escolas Públicas do Estado de S. Paulo”, e ao redor do círculo central “Distribuição da Secretaria do Interior”.
No reverso do documento, há no centro superior o título de “Bilhete Postal”, bem como uma descrição, à esquerda, sobre os Bandeirantes. Destaca-se o trecho: “Os destemidos bandeirantes paulistas, exemplos de energia, alargaram as fronteiras de nossa Pátria, devassando o interior do Brasil, descobrindo Minas Gerais, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, penetrando no Paraguai, repelindo as missões Espanholas. Afim de buscar braços para a lavoura e mais tarde de descobrir minas, reuniam-se em bandeiras e, atravessando matas, jangadeiro nos rios, transpondo as serras e lutando com as chuvas torrenciais, com o sol ardente, com as enchentes, com as cachoeiras, com as febres, com a fome, e com os índios ferozes, lá iam, embalados por lendas formosas, à conquista dos rios de diamantes, das minas de ouro e da Serra das esmeraldas. As mais das vezes, só desilusões, pedras falsas; e as furnas juncavam-se de esqueletos brancos que as onças famintas vinham remexer ao luar; os que voltavam não eram conhecidos, tão desfigurados ficavam. Mas o Brasil foi aumentando, sua geografia ficou conhecida, as cidades rebentavam como por encanto e a civilização caminhava nas estradas do ouro e dos diamantes”; (transcrição livre).

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A batalha de Avaí
MHPPM CE-CTSM-POS-HPB-13 · Item · 1922
Parte de COLEÇÕES ESPECIAIS

Bilhete postal denominado “A Batalha de Avahy”. No anverso do documento há a reprodução da obra de Pedro Américo, retratando esta que foi uma das principais batalhas travadas na Guerra do Paraguai, e estavam presentes ícones da história militar brasileira, como Duque de Caxias e General Osório. Traz um selo no canto superior esquerdo em formato circular, onde ao centro está escrito “Escolas Públicas do Estado de S. Paulo”, e ao redor do círculo central “Distribuição da Secretaria do Interior”.
No reverso do documento, há no centro superior o título de “bilhete postal”, bem como uma breve descrição, à esquerda, da Batalha de Avaí. Destaca-se o trecho: “Em Villeta, a 11 de Dezembro de 1868, travou-se a batalha de Avaí. Os paraguaios, sob o comando de Caraballo, com 17 batalhões de infantaria, 6 regimentos de cavalaria e numerosa artilharia, foram vencidos pelos brasileiros com Osório e Caxias à frente”; (transcrição livre).

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