Ata da sessão extraordinária do dia 27 de maio de 1859, sob presidência de Salvador de Ramos Correia. Em sessão leram um oficio do fiscal declarando que: Antonio de Barros Ferraz, vendeu uma porção de terreno e que havia feito uma roçada no mesmo, discutindo sobre isso foi deliberado que o procurador embargasse a roçada. Leram uma circular do presidente da Província e ficou a cargo do Srs. Silveira e Dr Rocha para consultarem a respeito e informarem. Leram outra circular do mesmo presidente a respeito dos inspetores de estradas, e foi deliberado ficar a cargo do presidente da Câmara para responder. O presidente da Câmara alegou que era necessário pedir ao governo o conto de reis dado para as obras da matriz da cidade, e foi deliberado oficiar nesse sentido. Leram um requerimento do Dr. Promotor da cidade, e passaram quarenta mil reis ao mesmo. Foi lido um oficio do vereador Antonio Narciso Coelho a respeito de multa, e discutiram sobre isso.
Documento redigido pelo secretario Francisco Ferraz de Carvalho e assinado por: Salvador de Ramos Correia, Antonio Joaquim da Silveira, José Antonio Gonçalves de Oliveira, Joaquim Floriano Leite.
Ata da sessão extraordinária de 27 de maio de 1860, às 09 horas da manhã, sob presidência de Ramos Correa. O presidente falou que o motivo da sessão era o requerimento do contratante do nivelamento da rua do Porto – Antonio José de Freitas – no qual pedia um conto e duzentos mil réis de gratificação devido a obra. Deliberou dar a ele uma gratificação de trezentos mil réis. Leram um ofício do juiz de direito da Comarca de Piracicaba no qual enviava uma relação de multas que deveriam ser cobradas a benefício do cofre municipal. Foi lido um requerimento de José Pereira da Silva no qual pedia para barrear e branquear a frente de sua propriedade. Leram três ofícios dos inspetores nomeados para a feitura das estradas: um de Joaquim Antonio Fernandes (inspetor de estrada de Piracicaba a Botucatu) o qual acompanhava uma relação dos que não haviam feito as estradas, outro de Pedro Joaquim da Silveira (inspetor da estrada de Piracicaba a Pirapora) e por último o de José Antonio Gonçalves de Oliveira (inspetor da estrada de Piracicaba a Água Choca). Deliberaram que a relação deveria ser remetida ao fiscal conforme Artigos de Posturas. Foi lido um ofício do inspetor José Antonio Gonçalves a respeito dos que não fizeram as estradas bem-feitas. Floriano Leite indicou que o secretário oficiasse ao fiscal para que tomasse providências a respeito dos cães que vagavam pelas ruas da cidade e dos carniceiros estenderem os couros de gados na rua.
Documento lavrado pelo secretário Francisco Ferraz de Carvalho e assinado pelos vereadores Joaquim Floriano Leite, Antonio Joaquim de Silveira, Innocêncio de Paula Eduardo e João Baptista Correa.
Ata da reunião de 27 de julho de 1830, em que foi aplicada multa a Fiuza, Roza e Canto por não comparecerem a sessão. Contratação de um “letrado” para estudar as pendências da edilidade.
Documento registrado e escrito pelo Secretario Francisco Florencio do Amaral e assinado por Oliveira, Passos, Silva, Castro e Gorgel.
Ata da reunião de 27 de julho de 1828, realizada na casa do juiz presidente, na qual, realizaram termo de vereança, assinado pelas autoridades e pelo povo, acerca da representação de Manoel Dias Ribeiro sobre o trato feito com a Câmara do conserto e passagem da ponte.
Documento registrado pelo escrivão Manoel Anselmo de Souza e assinado por: Aranha, Morais, Franco e Gorgel.
Ata da reunião extraordinária de 27 de julho de 1840, onde tratou-se sobre: o Sr. Peixoto apresentou o requerimento de Pedro Gonçalves Meira e adiaram a seu pedido. O mesmo Sr. Peixoto disse que sobre a indicação do Sr. Silva estar adiada a seu requerimento, que se oficiasse ao presidente da Província. O oficio foi feito e aprovado, porém o Sr. Siqueira impugnou assinar o oficio por ser contra e não concordar; o presidente explicou que era necessário assinar segundo o regimento das câmaras, porém Siqueira disse que não assinava de maneira nenhuma. Finalizaram com o presidente propondo uma sessão no dia seguinte para resolverem.
Documento redigido pelo secretario Jose Lopes de Siqueira e assinado por: Jose Alvares de Castro; Joaquim de Marins Peixoto; Ignacio Jose de Siqueira; e Manoel da Rocha Garcia.
Ata da sessão ordinária do dia 27 de julho de 1849, sob presidência de Francisco Ferraz de Carvalho. Em sessão examinaram o requerimento que Theodoro Zeferino Machado apresentou para a câmara e estranharam a animosidade do mesmo, que se mostra alterado quando ocupa qualquer cargo com autoridade pública, porém em ocasiões favoráveis à sua pessoa o mesmo se mostra mansinho, cordeiro. A comissão deliberou que Theodoro não quer outra coisa senão “achincalhar” a Câmara, e discutiram sobre isso. Seguiram lendo um requerimento de João Bueno de Camargo pedindo data, a comissão examinou as despesas necessárias para o sustento dos presos pobres, e fecharam a sessão.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Francisco Ferraz de Carvalho, Francisco Pereira de Aguiar, Joaquim Roiz Cesar, Caetano da Silva Barros, Francisco Ferreira Alves e Lourenço de Almeida Prado.
Ata da reunião de 27 de agosto de 1829, onde foi realizada uma discussão acerca da construção de ranchos ao longo das estradas, que serviam de paragem, pouso e cobrança de estanques.
Documento registrado e escrito por Joze Rodrigues de Cerqueira Cezar e assinado por Oliveira, Castro, Botelho, Silva, Gurgel e Correa.
Ata da sessão extraordinária do dia 27 de agosto de 1844, sob presidência de Antônio José da Conceição. Em sessão, o presidente declarou que o motivo de tal era sobre um requerimento de Bento Roiz de Campos Melo, cujo o presidente da Província, solicitava que a Câmara informasse a respeito. A Câmara informou que era verdadeiro o alegado por ele. O Sr. Prado indicou que o procurador da Câmara mandasse fazer uma urna com duas chaves para as eleições que ocorreriam no dia 07. Finalizaram lendo duas portarias do presidente da Província, um ofício do fiscal e deliberaram o conserto da ponte do ribeirão Guamium, bem como o concerto do arrombamento da cadeia.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: Melchior de Melo Castanho, Francisco de Camargo Penteado, Ignácio de Vasco, Cunha Caldeira e Pedro Ferraz Castanho.
Ata da sessão extraordinária do dia 27 de agosto de 1848, sob presidência de Elias de Almeida Prado. Em sessão leram um ofício do coletor pedindo para marcar os limites de lançamento de escravos. Deliberaram que toda a Província, exceto os engenhos e chácaras.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Elias de Almeida Prado, Melchior de Mello Castanho, Teotônio José de Melo, e João Francisco de Oliveira Leme.
Ata da reunião de 27 de setembro de 1828, realizada na casa do juiz presidente, na qual, chamaram para juramento o Sargento Mor Domingos Soares de Barros para servir de Juiz de Paz em uma reconciliação a requerimento de José Gonsalves Meira, mas se dava de suspeito por ser compadre de Bento Leite, com quem contende o dito Gonsalves.
Documento registrado pelo escrivão João Baptista de Siqueira e assinado por: Caldeira, Morais, Franco e Gorgel.