Ata da reunião de 10 de janeiro de 1836, onde tratou-se sobre: relatórios de fiscalização, pediram nomeação de novos fiscais e alistamento da Guarda Nacionais.
Documento escrito pelo secretário Francisco Florencio do Amaral e assinado por Antonio Jose da Silva, Bento Manoel de Moraes, Teotonio Jose de Mello, Francisco de Camargo Penteado e Elias de Almeida Prado.
Fiscais
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Ata da sessão extraordinária sob presidência de Manoel de Toledo Silva. Em sessão mandaram pagar quarenta e oito mil réis para o procurador após vencer em custas na reunião dos jurados. Deliberaram fiscais para tomar posse. Leram um ofício de Xisto de Quadro Aranha em que alega não poder aceitar o cargo de Fabriqueiro nesta Vila em razão de não poder mais escrever desde que foi atacado por um raio. Leram mais requerimentos e discutiram a respeito do cemitério novamente, requerendo dois lugares, sendo um deles no Bairro Alto e outro na rua que segue para a Igreja e por isso ficou empatado. O último ofício foi do reverendo pároco de Rio Claro sobre o cemitério que lá se encontra, o reverendo alega que o lugar é impróprio.
Documento redigido pelo secretário Francisco Florencio do Amaral e assinado por: Manoel de Toledo Silva, Miguel Antônio Gonçalves, Domingos José Lopes, Elias de Almeida Prado e Francisco de Camargo Penteado.
Ata da reunião ordinária de 04 de maio de 1842, onde tratou-se sobre: Em sessão, suspenderam a sessão por 1 hora para examinarem a obra da cadeia. Após retornarem, deliberaram que ficava marcado ao arrematante da obra da nova cadeia o prazo de quatro meses para o que se obrigava por um termo. Seguiram examinando os relatórios dos fiscais de Santa Bárbara e do Rio Claro, sobre o conserto da ponte. Tiveram uma longa discussão sobre multas de vereadores, analisaram as contas do procurador, analisaram as Guardas Nacionais.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: Antônio Fiuza de Almeida, Manoel de Toledo Silva, Afonso Agostinho Gentil, Antônio José da Conceição, Pedro Ferraz Castanho e Ignácio de Vasconcelos Cunha Caldeira.
Registro de um ofício-circular do vice-presidente da província de São Paulo, Manoel Bispo, onde inclui uma cópia da Ordem expressa ao Comandante de Armas da província, discorrendo sobre as regularidades a serem tomadas nos seus serviços, a convocação dos Milicianos para a feituras de novas estradas, reparo das existentes e preenchimento de novos encargos, devendo os membros das câmaras remeterem suas cópias da referida Ordem para os Fiscais, Juízes de Paz e outros empregados de seus respectivos Distritos. Documento assinado por Manoel Bispo. Registro feito pelo Padre José Maria de Oliveira, Secretário da Câmara.