Ata da sessão ordinária do dia 22 de julho de 1846, sob presidência de Elias de Almeida Prado. Em sessão, discutiram e aprovaram as contas do procurador. Discutiram sobre a abertura de uma estrada entre esta Vila e a freguesia de Curuçá. Leram o relatório do fiscal, requerimentos de Joaquim de Meira Penteado e outros acerca do atraso de correspondências. Finalizaram discutindo sobre o atraso de correspondências e remeteram ao presidente da Província.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Elias de Almeida Prado, João da Cunha Raposo, Antônio Ferraz de Arruda, Theotonio José de Melo e João Francisco de Oliveira Leme.
Estrada
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Ata da sessão extraordinária do dia 10 de janeiro de 1847, sob presidência de Elias de Almeida Prado. Em sessão, discutiram sobre o requerimento de José Inocencio de Morais adiado na sessão retrasada, onde o mesmo pedia atestação. Deliberaram passar atestação ao dito José Innocencio de Morais. Intimaram João Morato de Carvalho por ter feito um valo pela beira da estrada junto do rio Piracicaba deixando o caminho muito estreito. Finalizaram discutindo sobre isso e nomeando o fiscal para tomar providências.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Elias de Almeida Prado, Melchior de Melo Castanho, Ignácio de Vasconcelos Cunha Caldeira, João da Cunha Raposo, Antônio Ferraz de Arruda e Theotonio José de Melo.
Ata da sessão ordinária do dia 20 de julho de 1847, sob presidência de Elias de Almeida Prado. Em sessão, iniciaram lendo um ofício do comissário geral da vacina, o Sr. José Glz. Gomide. Foi lido e adiado. Seguiram discutindo sobre a abertura da estrada de Pirapora. Leram o relatório do fiscal e outros requerimentos que foram adiados. O professor de primeiras letras apresentou sua carta que foi lida e discutida. Finalizaram a sessão com o Sr. Ferraz pedindo para ser dispensado, pois sua família encontrava-se enferma.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Elias de Almeida Prado, Ignácio de Vasconcelos Cunha Caldeira, João da Cunha Raposo, Theotonio José de Melo e Antônio Ferraz de Almeida.
Ata da reunião de 25 de fevereiro de 1836, onde tratou-se sobre: Recolheu-se cento e trinta e cinco cédulas na urna dos Juizes que de fato vão servir no corrente ano. Leu-se um ofício do Prefeito desta Vila sobre o orçamento da ponte do Rio Curumbatahi, e sobre o orçamento da estrada desta Vila para Araraquara. Foram lidos ofícios e requerimentos, tomaram posse como juízes e inspetores.
Documento escrito pelo secretario Francisco Florencio do Amaral e assinado por Antonio Fiuza de Almeida, Bento Manoel de Moraes, Antonio de Arruda Leme, Manoel de Toledo Silva e Teotonio Jose de Mello.
Registro de um ofício do Vice-presidente da província de São Paulo, Manoel Bispo, onde transmite aos membros da Câmara a cópia de um artigo da ata da Sessão do Conselho do Governo, de 7 de outubro de 1829, referente ao conserto da Estrada para a Capela do Ribeirão Claro, bem como sobre a estrada que se dirige à própria Vila da Constituição. Documento assinado por Joaquim Floriano de Toledo. Registro feito pelo Padre José Maria de Oliveira, Secretário da Câmara.
Registro de um ofício da Câmara à Capital, discorrendo sobre estrada que segue de Vila da Constituição à Vila de Jundiaí, requerendo continuação na feitura desta, pois não se trabalha nela há mais ou menos um ano, fazendo cair até mesmo várias pontes pequenas, o que ocasionou uma parada no comércio e prejuízo aos habitantes devido às altas conduções dos açúcares. Documento assinado por José Caetano Rosa, Joaquim Antônio da Silva, Lucianno Ribeiro Passos, Pedro Leme de Oliveira, José Alvares de Castro e Vicente do Amaral Gorgel. Registro feito por Francisco Florêncio do Amaral, Secretário da Câmara.
Registro de um ofício da Câmara ao Presidente da Província, onde acusam recebimento de ofício do mesmo de 2 de março daquele ano, que incluso se remetia uma cópia de confirmação dada pelo Sargento Mor Estevão Cardoso de Negreiros, na qual consta pertencer ao uso público o terreno do Porto de Ibicaba na estrada que passa pela Freguesia de Limeira para a Vila de Araraquara, bem como o dito Sargento recomenda à Câmara e ao Juiz de Paz de Limeira que defenda como propriedade pública este mesmo Porto, feito e reformado às custas do governo, e sempre bem conservado para os viajantes. Documento assinado por José Alvarez de Castro, Theotônio José de Mello, Ignácio José de Siqueira, Francisco de Toledo e Silva e Joaquim de Marins Peixoto. Registro feito por Francisco Florêncio do Amaral, Secretário da Câmara.
Registro de um ofício da Câmara ao Presidente da Província, acusando o recebimento de uma Portaria do mesmo ordenando que informem pessoa idônea para a inspeção da estrada de Araraquara, informando os membros, por conseguinte, que na pessoa do Juiz de Paz Antônio Ferraz de Camargo se dá a necessária idoneidade para desempenhar o referido emprego. Documento assinado por José Alvares de Castro, João Carlos da Cunha, Joaquim de Marins Peixoto, Antônio José da Silva e Manoel da Rocha Garcia. Registro feito por José Lopes de Siqueira, Secretário da Câmara.
Ata da reunião ordinária de 18 de julho de 1841, onde tratou-se sobre: Em sessão, efetivaram Pedro de Ferraz Castanho como vereador desta Câmara. O presidente propôs que era necessário a Câmara dar providências sobre a estrada desta Vila a Curaça. Examinaram o opositor da cadeira de Primeiras Letras desta Vila, Bento Paz de Campos de Mello, e foi aprovado. Passaram mandados aos funcionários.
Documento redigido pelo secretario Jose Lopes de Siqueira e assinado por: Antonio Fiuza de Almeida; Manoel de Toledo Silva; Afonso Agostinho Gentil; Antonio Jose Conceição; e Felipe Xavier da Rocha.
Registro de três ofícios de Inspetores de estrada remetidos ao Presidente da Província e Câmara, onde informam e atualizam sobre a situação de diversas feituras de estradas e pontes da região, como as de Limeira e São Carlos. O primeiro ofício foi assinado pelo Inspetor de Estrada Bento Manoel de Barros e registrado por José Lopes de Siqueira, Secretário da Câmara. O segundo ofício foi assinado por Manoel de Toledo e Silva e registrado por José Lopes de Siqueira. O terceiro ofício foi assinado por Joaquim Antônio da Silva, mas não há menção de registro.