Eleição de um vereador para substituir Albano Leite do Canto, afastado por enfermidade, contendo lista de eleição. Sendo eleito Bento Manoel de Moraes.
Documento escrito e assinado pelo escrivão João Baptista Siqueira. Também foi assinado por Jose Joaquim da Silva, Jose Leme de Oliveira, Joaquim [Arruda] de Camargo, Antonio Fienza de Almeida e Vicente d’Amaral Gorgel.
Vereador
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Auto de posse e juramento de Domingos José Lopes para servir de vereador suplente da Câmara da Vila da Constituição. Documento escrito pelo secretário, Francisco Florêncio do Amaral e assinado pelo empossado e pelos vereadores da Câmara.
Auto de posse e juramento dos novos vereadores eleitos para compor a Câmara da Vila da Constituição, por eleição popular sendo eles: José Alvares de Castro, Antônio José da Silva, Francisco de Toledo Silva, João Carlos da Cunha, Joaquim de Marins Peixoto e Teotônio José de Melo. Documento escrito pelo secretário, Francisco Florêncio do Amaral e pelos vereadores da Câmara.
Auto de posse e juramento de Manoel da Rocha Garcia para servir de vereador da Câmara da Vila da Constituição, por eleição popular. Documento escrito pelo secretário, Francisco Florêncio do Amaral e assinado pelo empossado e pelos vereadores da Câmara.
Auto de posse e juramento de Manoel Duarte Novaes e Joaquim Rodrigues César para vereadores da Câmara da Vila da Constituição. Posse dada em sessão da Câmara presidida por Antônio Fiuza de Almeida. Termo escrito pelo vereador e secretário Francisco Florêncio do Amaral. No documento não há registro de assinaturas.
Auto de posse e juramento de Elias de Almeida Prado, João da Cunha Raposo, Melchior de Mello Castanho, [Theotonio] Jose de Mello, Antônio Ferras de Arruda, João Francisco de Oliveira e Ignácio de Vasconcellos Cunha Caldeira para vereadores da Câmara da Vila da Constituição entre os anos de 1845 e 1848. Posse dada em sessão da Câmara presidida pelo vereador Antônio José da Conceição. Documento escrito pelo secretário José Lopes da Siqueira e assinado pelos novos vereadores empossados e pelos vereadores da Câmara.
Auto de posse e juramento de Melchior de Mello Castanho para servir de vereador da Câmara da cidade da Constituição. Posse dada em sessão da Câmara presidida por João Morato de Carvalho. Documento escrito pelo secretário Joaquim Correa de Assumpção e assinado pelo empossado e pelos vereadores da Câmara.
Ata da sessão extraordinária do dia 01 de julho de 1844, sob presidência de Antônio Fiuza de Almeida. Em sessão, finalizaram a apuração dos vereadores da nova Vila de Limeira, sendo que na sessão anterior faltavam as cédulas da freguesia de São João Batista de Rio Claro. Na sessão, o vereador Ignácio de Vasco Cunha Caldeira, indicou que o senhor Elias de Almeida Prado fosse chamado para tomar assento como vereador, porém, o Presidente da Câmara pediu que tal ato fosse informado ao Presidente da Província para que ele tomasse uma decisão a respeito, visto que o senhor Elias de Almeida, havia solicitado a dispensa de sua função de vereador no início do mandato conforme registrava a ata do dia 13 de julho de 1841. Os vereadores discutiram sobre isso, mas finalizaram a sessão fazendo com que Elias de Almeida Prado tomasse assento, mesmo sem a resposta e/ou aprovação do Governo da Província. A sessão foi adiada para o dia seguinte, com voto contrário do Presidente Antônio Fiuza que argumentou que havia quórum para continuar a apuração dos votos da Vila de Limeira.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: Antônio Fiuza de Almeida, Antônio José da Conceição, Ignácio de Vasco Cunha Caldeira, Pedro Ferraz Castanho e Francisco de Camargo Penteado.
Ata da reunião ordinária de 07 de janeiro de 1841, onde tratou-se sobre: Em sessão, nomearam uma comissão para reverem todos os papeis da presente sessão. Foi lido um requerimento do vereador Elias de Almeida Prado pedindo para ser isento do cargo de vereador, alegando que sua esposa está achacada de enfermidades; foi atendido. Foi lido um outro requerimento de Jose Ferraz de Camargo e foi a votação e comissão. Finalizaram com o presidente declarando que era dever da Câmara aprovar ou demitir aqueles que julgassem achar necessário.
Documento redigido pelo secretario Jose Lopes de Siqueira e assinado por: Antonio Fiuza de Almeida; Antonio Jose da Silva; Melchior de Mello Castanho; Antonio Jose Conceição; e Manoel de Toledo Silva.
Ata da reunião extraordinária de 23 de maio de 1841, em que, dada a hora para a sessão extraordinária, estiveram presentes o presidente, Roxa, Melchior, e Conceição, faltando um vereador para fazer casa. Foi determinado que chamasse o suplente Francisco de Camargo Penteado. Declararam a sessão aberta com cinco membros, faltando sem causa Silva e Toledo. Em sessão fizeram o recolhimento das cédulas dos jurados. Discutiram sobre Aurelio Juistino Franco, tendo como instruções a portaria do presidente da Província. Nomearam um juiz de órfãos especiais.
Documento redigido pelo secretario Jose Lopes de Siqueira e assinado por: Antonio Fiuza de Almeida; Melchior de Melo Castanho; Antonio Jose da Conceição; e Felipe Xavier da Rocha.