Sessão extraordinária do dia 26 de janeiro de 1838, sob presidência de José Alvares de Castro. Em sessão o senhor Braga apresentou o ofício que foi encarregado de criar a respeito de um Mestre de Gramática Latina e uma professora de Primeiras Letras, para ser remetido a Assembléia Provincial. Foi lido um ofício do Juiz de Paz em que faz indicação de vários senhores para o cargo de inspetor de quarteirões em seu distrito, sendo eles: Manoel Rodrigues de Oliveira Neves, Elias de Almeida Prado, [Feliz] Mendes de Camargo, José Antonio Rodrigues, Inácio Ribeiro Fernandes, Joaquim Mariano Galvão, Floriano [...?], Antônio Coelho Barbosa, José Marinho Leite, Caetano da Silva Barros e José Gonçalves Meira, sendo ao final todos aprovados para o cargo. Entraram em discussão a respeito de ruas alagadas que prejudicam a passagem de pessoas a cavalo e a pé, e citam moradores fazendo buracos nessas ruas para retirar minhocas para pesca. O senhor Braga indicou que o fiscal deveria ficar mais atento ao gado, pois muito deles estavam sendo mortos já adoentados e com bicheiras. Ademais leram requerimentos e ofícios, entre eles, destaca-se o do fiscal de Araraquara, em que remetia a lista de pessoas que serviriam de Juizes para o próximo ano.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: José Alvares de Castro, Ignácio José de Siqueira, João Carlos da Cunha, Domingos José da Silva Braga e Manoel da Rocha Garcia.
Na sessão, durante o Expediente, a ata registra que o 1º orador da sessão, vereador Geraldo Carvalhaes Bastos “se referiu à recente aprovação e promulgação da Emenda à Constituição Brasileira, instituindo o regime parlamentarista no país, a seu ver, sob coação do militarismo, entretanto, diante de fato consumado, nada restava a fazer senão acatar a decisão do Congresso, contudo o seu protesto e a reafirmação de que houve burla à Carta Magna e o pensamento de que se devia pura e simplesmente dar posse ao Sr. João Goulart”.
Por sua vez, o 4º orador, vereador Emílio Sebe, “manifestou-se sobre o desfecho da conjuntura política nacional, lamentando que, num lapso curto de tempo, se tenha burlado a Constituição, com modificação profunda na estrutura governamental”.
LIVRO DE ATAS – A040 - [FL. 143V-144]
Ata da reunião extraordinária de 25 de dezembro de 1899, na qual, em sessão, o vereador Theodolindo de Arruda Mendes apresentou a seguinte proposta: “Indico que se eleve o ordenado do zelador do matadouro a 160:000 por mês”.
Em complemento a essa proposta, o vereador Paulo de Moraes Barros propôs um aditivo, com o seguinte teor: “O ordenado supra será para o zelador e servente, ficando o primeiro encarregado de contratar o segundo” (em transcrição livre).
A Comissão incumbida dos negócios relativos à construção do Mercado comunicou a Câmara que, “incumbida de efetuar a compra de mais dois terrenos pertencentes um a dona Maria Josepha de Camargo e outro a Conrado Engelberg para o Mercado, que seu relator, o sr. Moraes Barros comunicou à Câmara que efetuou a compra, passando-se a escritura pelo preço de 580.000 réis cada um”.
Ata da reunião de 25 de dezembro de 1833, onde tratou-se sobre: O presidente declarou que o motivo da sessão é a entrada da ponte que finalmente foi concluída pelo mestre Manoel Rodrigues de Sampaio, e que fosse nomeado um homem “suficiente” para fazer a cobrança da ponte.
Documento escrito por Francisco Florencio do Amaral, e assinado por Antonio Fiuza de Almeida, Manoel de Toledo Silva, Bento Manoel de Morais, Antonio de Arruda Leme e Francisco Jose Maxado.
Sessão Extraordinária do dia 25 de novembro de 1837, sob presidência de José Alvares de Castro. Em sessão José Manoel Ribeiro tomou posse como Juiz de Paz. Assinaram dois ofícios para a Assembléia Provincial pedindo uma contribuição de 160 reis por pessoa de seis a cima para a construção da Igreja Matriz. Foi lido um ofício do Procurador pedindo que a câmara lhe forneça aumento de 12% referente a tudo o que arrecadar devido as despesas de suas viagens e foi deliberado que ele continue no dito emprego até ser substituído por um outro procurador que não exija tal aumento. Finalizaram discutindo sobre o Engenho d’água, a respeito da demarcação de rocio e sobre um requerimento do falecido Brigadeiro Galvão sobre demarcação de suas terras. Discutiram sobre as carnes do Matadouro.
Documento redigido pelo secretário Francisco José Machado e assinado por: José Alvares de Castro; Francisco de Toledo Silva; Ignacio José de Siqueira; João Carlos da Cunha; Joaquim de Marins Peixoto; e Manoel da Rocha Garcia.
Ata da reunião ordinária do dia 25 de outubro de 1852, sob presidência de Francisco Ferraz de Carvalho. Em sessão, o citado presidente declarou que deveriam nomear uma pessoa para fazer o matadouro público: “Indicou o sr. presidente que achava-se uma pessoa que queria encarregar-se de fazer o Matadouro Público pelo preço de trezentos mil réis. Foi deliberado que se oficiasse ao presidente da Província nesse sentido” (em transcrição livre).
OBS: Este é o primeiro registro encontrado em ata referente à necessidade de um matadouro público propriamente dito.
Ata da reunião de 26 de outubro de 1828, realizada na casa do juiz presidente, onde realizaram ofício ao presidente com informações sobre o Juiz da Paz de Toledo. Não houve interessados na arrematação do açougue.
Documento registrado pelo escrivão João Baptista de Siqueira e assinado por: Morais, Franco, Carvalho e Gorgel.
Ata da sessão extraordinária do dia 25 de agosto de 1851, sob a Presidência do Sr. Ferraz, em que o Sr. Presidente declarou que o motivo da sessão é sobre um ofício do Fiscal acerca do rocio desta Vila. Foi deliberado que se oficie ao Procurador afim de se obstar o abuso praticado pelo proprietário Manoel Rodrigues Jordão, usando se preciso dos meios judiciais. Foram lidos vários requerimentos em que pedem Cartas de data nos pastos do Engenho D´Água. Posto em discussão, o Sr. Rocha leu o termo de convenção que os primeiros possuidores lavraram com a Vereança e o Povo. O Sr. Ferraz declarou que visto o proprietário ter abusado das condições do termo, perdeu o direito que tinha sobre o terreno. O Sr. Ramos indicou que julgava melhor nomear-se uma Comissão. Fo finalmente adiado.
Documento redigido por Francisco Ferraz de Carvalho, Antônio Fiuza de Almeida, Salvador de Ramos Correa, João Morato de Carvalho, Filipe Xavier da Rocha.
Ata da sessão ordinária do dia 25 de julho de 1851, sob presidência de Francisco Ferraz de Carvalho. Em sessão a comissão examinou papeis e apresentou um parecer sobre o relatório do fiscal: qualquer conserto ou reparo no cemitério deveria esperar, visto que havia mais necessidade na calçada a frente da matriz, por conta das chuvas. Discutiram sobre uma obra no pedrado da matriz, e fecharam a sessão.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Francisco Ferraz de Carvalho, Antônio Fiuza de Almeida, Felipe Xavier da Rocha, Joaquim Roiz Cesar, e Francisco Ferreira Alves.