Registro da parte superior de um dos galpões do Engenho Central de Piracicaba, há detalhes da construção com vista para o céu. Fotografia de Davi Negri.
Iconografia da parte superior da fachada do Cemitério da Saudade, onde há detalhes da arquitetura da fachada, acima é possível visualizar o que parece ser uma ânfora ( e acompanhada de um pequeno obelisco e abaixo, ornamentos de anjos. Fotografia de Davi Negri, sem identificação de datação.
Fotografia dando foco no topo do telhado de um dos barracões do Engenho Central. É possível observar as vidraças para iluminação. Não há informações de datação e procedência.
Iconografia da parte superior da fachada do Cemitério da Saudade, com foco nos detalhes arquitetônicos. Fotografia de Davi Negri, sem identificação de datação.
Discurso do Deputado Estadual Francisco Salgot Castillon, publicado no Diário Oficial de 20 de abril de 1966, referente ao requerimento dos títulos protestados das Centrais Elétricas de Urubupunga S.A..
Salgot encaminha a mesa um requerimento no qual pede que seja oficiado ao Corregedor Geral da Justiça do Estado de São Paulo, “solicitando que se digne informar se efetivamente a firma BRASIFER encaminhou, para protesto, por falta de pagamento, títulos ou duplicatas, de responsabilidade da Centrais Elétricas de Urubupungá S.A. – CELUSA”.
O documento é um clipping (recorte) do Diário Oficial, colado em uma folha sulfite. Apresenta também as seguintes informações datilografadas: “Deputado Francisco Salgot Castillon. Publicado no D.O. de 20 de abril de 1966. Páginas 45 - 1º coluna. Assunto: “Requerimento: títulos protesrtados das Centrais Elétrica de Urubupunga S.A. - Celusa”.
Documento expedido pela Presidência da República, com a seguinte redação:
“O Presidente da República REVOLVE, na conformidade do art.1º, letra f, do Decreto-Lei nº386, de 25 de abril de 19381, conceder a naturalização que pediu Francisco Salgot Castillón, natural da Espanha, nascido em 2 de janeiro de 1921, filho de Antonio Salgot Sors e de Rosa Casttilón Sampietro, residente no Distrito Federal, a fim de que possa gozar dos direitos outorgados pela Constituição e leis do Brasil”
No verso do documento constam anotações e inscrições, incluindo a seguinte: “Fiz a entrega do presente título, após o juramento de que trata o artigo 19, parágrafo 1º, do Decreto-Lei número 389, de 25 de abril de 19382. Rio, 9 de [dezembro] de 1946” e também anotação do Juiz Eleitoral, de 30 de outubro de 1947, com a informação “Inscrito nesta 93º zona sob nº22.072”.
Consta cópia autenticada em 23 de novembro de 1979
1 Decreto-Lei nº386/1938: Regula a Nacionalidade Brasileira
Art. 1º São considerados brasileiros:
f) os estrangeiros que obtiverem naturalização na forma desta lei.
2 Art. 19. Assinado e publicado, o decreto será remetido ao Juizo onde se processou a justificação. Essa remessa, nos Estados e no Território do Acre, far-se-á por intermédio dos respectivos Governos.
§ 1º Em audiência pública, o juiz entregará o decreto, pessoalmente, ao naturalizado, que prestará, antes de recebê-lo, o juramento solene de bem cumprir os seus deveres de cidadão brasileiro e renunciar, para todos os efeitos, a nacionalidade anterior.
Título de Cidadão Sampedrense, conferido a Francisco Salgot Castillon em 1967.
“O Município de São Pedro, considerando os relevantes serviços prestados pelo Dr. Francisco Salgot Castillon de conformidade com a Lei Municipal nº707. Confere-lhe o Título de ‘Cidadão Sampedrense’. São Pedro, 3 de abril de 1967”
Título de Cidadão Piracicabano, conferido a Francisco Salgot Castillon em 1968 – O título é assinado pelo Prefeito Municipal, Nélio Ferraz de Arruda e pelo Presidente da Câmara Municipal, Francisco Antônio Coelho.
“O Município de Piracicaba, pelos seus poderes representativos, Prefeitura e Câmara Municipal, nos termos do Decreto Legislativo nº14, de 4/12/68, confere o título de ‘Cidadão Piracicaba’ ao Dr. Francisco Salgot Castillon. Piracicaba, 23 de dezembro de 1968”
Iconografia, datada do ano de 1998, e de autoria do fotógrafo da Câmara Municipal de Piracicaba, Davi Negri, que registra uma Tipuana (árvore florífera) no Engenho Central.
O livro Theoria Musical - definições, regras e quadros synopticos, de autoria de Fabiano R. Lozano, foi professor de música da escola normal de Piracicaba e no colégio piracicabano. A obra foi impressa pela Seção de Obras do Estado de São Paulo, em 1921, e é um "resumo feito de acordo com as melhores autoridades na matéria, para facilitar a recordação dos conhecimentos adquiridos indutivamente". (em transcrição livre). Entre os tópicos abordados na obra, estão os conceitos de acentuação, acordes, alterar uma nota, armadura, arpejo, bater o compasso, desenho melódico, escalas, entre outros.
Fabiano R. Lozano