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Descrição arquivística
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O Rio e a Cidade
BR SPCVP AF-PIR-VIS-40 · Item · 2004
Parte de Acervo Fotográfico (Coleção)

Iconografia, datada do ano de 2004, de vista do Rio Piracicaba, no primeiro plano e no segundo, com vista para o centro da cidade. Fotografia de Davi Negri.

O pássaro
BR SPCVP AF-PIR-LOC-30 · Item · novembro de 1992
Parte de Acervo Fotográfico (Coleção)

Fotografia de vegetação, possivelmente o aterro municipal, segundo informações inscritas no verso da fotografia. Sob o ele há um pássaro sobrevoando, cuja a espécie não é possível ser identificada. Fotografia: Davi Negri

O Palacete Luiz de Queiroz e sua beleza
BR SPCVP AF-PIR-LOC-103 · Item · [s.d.]
Parte de Acervo Fotográfico (Coleção)

Fotografia, colorida, da entrada do palacete Luiz de Queiroz. Tal construção foi realizada pelo agrônomo que leva seu nome, em homenagem a sua esposa Ermelinda. O Palacete mantinha um padrão da mais alta classe e refinamento do final do século 19. Em 1894, Queiroz vende o palacete foi para obter dinheiro para dar continuidade a construção da então Escola Agrícola, idealizada por ele, atual Escola Superior de Agricultura Luíz de Queiroz (Esalq-USP). O segundo proprietário foi Buarque de Macedo, o terceiro foi o senador da República, RodoIpho Miranda, ex-ministro de Estado, que comprou também a fábrica de tecidos de Queiroz, passando a chama-la de Arethusina, em homenagem a esposa. Passou-se em seguida para o quarto proprietário a Cia. Boyes, e ficou popularmente conhecido como Palacete Boyes. O atual proprietário é o Sr. Arnold Fioravante.

O padre Nobrega salvando catecúmenos
MHPPM AC-CTSM-POS-HPB-06 · Item · 1922
Parte de ACERVOS ESPECIAIS

Bilhete postal denominado originalmente como “O padre Nobrega salvando catechumenos”. O anverso do bilhete traz a reprodução da obra de arte de Manoel Joaquim Corte Real, de 1843, cuja denominação da tela é “Nóbrega e seus companheiros”, onde reproduz o padre Manoel da Nóbrega e alguns missionários resgatando o cadáver de um índio que estava prestes a ser devorado em um ritual pelos tupinambás. Ante a ação dos jesuítas, os índios estão estupefatos, as mulheres furiosas e desesperadas em grande algazarra e os guerreiros olham o que os atrevidos missionários fazem (Chicangana-Bayona, 2011).
No reverso do documento, há no centro superior o título de “bilhete postal”, bem como uma breve descrição, à esquerda, da obra representada, destaca-se os trechos em que: “Persuadiam-nos a viver em paz, a evitar a embriaguez e lutavam em vão por acabar com a antropofagia, ou seja, o costume de comer a carne do inimigo. [...] um dia ouviram o alarido e o regozijo dos selvagens que iam comer um prisioneiro[...], os padres arrancaram-no das mãos algozes e foram enterrá-lo. Muito mais tarde, encantados com a bondade destes padres, vieram pedir perdão, prometendo não comer mais os prisioneiros. Mas ainda os comiam ocultamente”. (em transcrição livre).

Sud Mennucci - Escola Normal
O Jardim Público
BR SPCVP AF-PIR-PJB-27 · Item · [s.d.]
Parte de Acervo Fotográfico (Coleção)

Fotografia retratando a praça José Bonifácio, provavelmente nos anos 1920, quando ainda era chamada de Jardim Público.

O homem certo para o lugar certo
BR SPCVP AC-AFSC-PER-M.JOR-54 · Item · 10 de abril de 2013
Parte de ACERVOS ESPECIAIS

Por um período o Jornal de Piracicaba publicou, na seção de “Opinião”, artigos de autoria do seu diretor-proprietário Fortunato Losso Netto. Essas publicações eram feitas como uma forma de celebrar sua memória, eis que se deram décadas após seu falecimento. A edição do dia 10 de abril de 2013 trazia, na página A2, o artigo “O homem certo para o lugar certo”, publicado originalmente em 14 de novembro de 1968, um dia antes das eleições municipais, realizadas no dia 15 de novembro de 1968. No texto, o autor faz uma defesa da candidatura do sr. Francisco Salgot Castillon à Prefeitura Municipal. Salgot tinha sido prefeito no começo da década de 1960 e, em 1968, era deputado estadual. Tentando, então, seu segundo mandato no Executivo Municipal, seria eleito nas eleições em questão. Destacam-se, do artigo, os seguintes trechos: “Estamos com dois candidatos a prefeito: de um lado, um digno comerciante que poderia ser um bom candidato a presidente do XV (...); de outro, em engenheiro sanitarista, que em outra Administração mais do que dobrou a capacidade do serviço de águas, construindo um dos maiores depósitos do Estado de São Paulo e uma caixa elevada na rua XV para 550.000 litros, que levou água tratada a todos os bairros (...); o engenheiro que construiu o emissário de esgotos da Vila Rezende (...), obra de que ninguém tem notícias, ninguém se lembra, porque está debaixo da terra. O mesmo se diga do emissário da Rua do Porto, resolvendo o tão falado e arrastado problema do ‘vesúvio’, que martirizava toda a população ribeirinha. Outra obra enterrada, ninguém a vê, mas a cidade se livrou de um de seus mais sérios focos de endemias. E, assim, poderíamos trazer aqui dezenas de obras do mais alto valor, que atestam a preocupação de Salgot pelos problemas prioritários básicos da comunidade. Mas afinal, quem é esse Salgot? (...). Humilde, simples, despido de vaidade, é uma inteligência privilegiada. Na Assembleia Legislativa, seus méritos foram de imediato reconhecidos pelos seus colegas, que o guidaram à vice-presidência do Palácio 9 de Julho, líder da maioria, membro das mais importantes comissões, um parlamentar respeitado pela sua integridade a toda a prova, que honra o nome de Piracicaba. (...). ...optou por Piracicaba, onde se dedicou desde cedo ao setor habitacional operário, não permitindo, por muitos anos, se formassem favelas, pois oferecia a todos os pobres os seus serviços profissionais gratuitos, para a construção de suas casas. (...) como vereador, colaborou decisivamente para a encampação dos Serviços de Águas; foi o autor do projeto regulamentando os loteamentos, obrigando-os a reservarem áreas ao município; foi o autor também da lei que tanta celeuma levantou, disciplinando as indústrias poluidoras dos rios. (...). Eis aí, rapidamente, quem é Salgot Castillon: um sujeito simples, modesto menino crescido aqui em Rio das Pedras e Piracicaba, mas profissional brilhante, coração sensível às agruras do próximo que sofre. Dizem mesmo que seu único defeito é ser bom demais. Este é, afinal, o homem de que Piracicaba precisa no atual momento: o verdadeiro homem certo, para o lugar certo”. À parte o conteúdo referente ao sr. Francisco Salgot Castillon, o jornal trazia referências a outros assuntos. Na capa, página A1, a manchete era “Políticos e entidades avaliam os 100 dias do governo Ferrato”, em referência ao início do mandato do então prefeito Gabriel Ferrato, cujo administração abarcaria o período 2013-2016. Também na página A1, no meio da folha, há uma chamada para uma matéria, com o título “CEF registra R$ 158 mi de crédito pelo MCMV”, em alusão ao programa de financiamento habitacional promovido pelo governo federal da época. Na página A8, no topo da folha, há uma matéria intitulada “Ruas foram alvos de cobranças na Câmara”, reportando que “vereadores pediram melhorias à prefeitura em bairros onde foram registradas quatro mortes no trânsito”. A edição traz ainda demais notícias, artigos, anúncios comerciais e profissionais e obituário.

O Guarani e a Nova Pátria
MHPPM AC-CTSM-HMP-12 · Item · 15 de novembro de 1922
Parte de ACERVOS ESPECIAIS

Letra de “O Guarani e a Nova Pátria”, de Pedro de Mello, para ser cantada com a música do Guarani, copiado em 15 de novembro de 1922. No texto há as indicações dos trechos nas respectivas epígrafes.

Pedro de Mello
O Grito do Ipiranga
MHPPM AC-CTSM-POS-CIB-01 · Item · 1922
Parte de ACERVOS ESPECIAIS

Cartão Postal denominado “O grito do Ipiranga”. Há quatro cópias deste documento existentes no acervo. Destas cópias, 2 delas encontram-se armazenadas no envelope com a ilustração do "Mapa Político" e 2 no envelope com a ilustração do "Mapa Físico".
O anverso do postal traz a reprodução do quadro de mesmo nome de Pedro Américo. Traz ainda, no canto superior direito a inscrição “ Independência ou Morte – 7 de setembro de 1822”. Do reverso do postal, consta a seguinte inscrição impressa: "No dia sete de setembro de 1922, data em que o Brasil comemora o primeiro centenário de sua independência, todos os jovens brasileiros deverão prestar á bandeira símbolo da pátria, o seguinte juramento: prometo por toda a vida amar e honrar a minha querida Pátria e pugnar por seu engrandecimento com lealdade e perseverança (em transcrição livre).

Sud Mennucci - Escola Normal
O fim do teatro Santo Estevão
BR SPCVP AF-PIR-LOC-40 · Item · [s.d.]
Parte de Acervo Fotográfico (Coleção)

O teatro Santo Estevão em demolição, provavelmente no ano 1953, visto que a autorização para sua demolição foi efetivada no dia 16 de agosto de 1953 e autorizada por meio da Lei Municipal n. 366/1953, que foi revogada pela lei n. 5.194/2002.

O Estado de São Paulo (01/07/1923)
MHPPM AC-CTSM-JOR-11 · Item · 01 de julho de 1923
Parte de ACERVOS ESPECIAIS

O Estado de S. Paulo, de 01 de julho de 1923 (domingo). Na primeira página, em destaque, no centro, há uma notícia referente ao movimento revolucionário do Estado do Rio Grande do Sul, cujo trecho inicial de chamada diz: “Política rio-grandense – Movimento Revolucionário. Novo conflito entre praças do Exército e da Força Estadual – Os revolucionários retomaram Boa Vista do Erechim – O General Firmino de Paula pretende renunciar o comando da Divisão do Norte – A Vila de Palmeira na iminência de cair em poder dos revolucionários – As baixas sofridas pelos borgistas no combate do desvio Giarreta – Combate no município de São Borja – Morte de um chefe revolucionário – Notícias pormenorizadas sobre o combate do desvio Giarreta – Outras informações”.

As demais páginas trazem notícias diversas, anúncios comerciais e profissionais, programações culturais, crônica social e obituário.