Ata da sessão ordinária do dia 31 de janeiro de 1850, sob presidência de Domingos José Lopes Roiz. Em sessão leram um ofício do fiscal a respeito de várias pontes e obras. Tendo a comissão não dado conta de seus trabalhos suspenderam a sessão.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Domingos José Lopes Roiz, Antônio Fiuza de Almeida, Salvador de Ramos Correa, Francisco Ferraz de Carvalho e Caetano da Silva Barros.
Tratou-se sobre o empréstimo que a Câmara foi autorizada a fazer, na quantia de oito contos de réis, junto ao senhor José da Silva.
Ata da sessão extraordinária de 31 de março de 1839, sob presidência de José Alvares de Castro. Em sessão o promotor de justiça compareceu e contaram duzentas e dezoito com os nomes dos juízes.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: José Alvares de Castro; João Carlos da Cunha; Manoel da Rocha Garcia; Ignácio José de Siqueira; e Joaquim de Marins Peixoto.
Ata da sessão extraordinária do dia 31 de março de 1844, sob presidência de Antônio Fiuza de Almeida. Em sessão, leram uma portaria do presidente da Província nomeando Antônio José da Conceição e Joaquim Floriano Leite como Juiz Municipal e Juiz de Órfãos, naquela sessão fizeram juramento e tomaram posse. Leram dois requerimentos, sendo um do fiscal pedindo licença de 15 dias e outro requerimento do professor de primeiras letras pedindo atestação de que havia cumprido com seus deveres, foi aprovado. Oficiaram ao presidente da Província pedindo o pagamento da ponte do rio Jacaré, junto a estrada para Cuiabá, que foi realizada por João Carlos da Cunha.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: Antônio Fiuza de Almeida, Antônio José da Conceição, Frutuoso José Coelho, Domingos José da Silva Braga e Francisco Florêncio do Amaral.
Ata da sessão ordinária de 31 de março de 1862, às 09 horas da manhã, sob presidência de Ramos Correa. Foi lido um requerimento de Correa de Lemos, em que pedia licença das sessões para tratar de seus negócios e, em seguida, foram nomeadas as Comissões. Foi deliberado sobre o pedido de licença de Correa de Lemos. Leite Morais nomeou Joaquim Ferraz de Camargo como novo Procurador, entretanto, Augusto César explanou que havia mais requerentes para ocupar a vaga de Procurador, portanto, era necessário ler cada requerimento para se fazer a escolha e, após as leituras, foi escolhido José de Barros Gorgel. Foi dito, por Leite Morais, que em relação a questão das cabeças das reses, foi entregue, no expediente passado, um ofício do Presidente da Província pedindo informações sobre a representação do arrematante e que não se havia dado uma resposta, deliberou a Casa que o tema ficasse para a próxima sessão.
Documento lavrado por Francisco Ferraz de Carvalho e assinado pelos vereadores Salvador de Ramos Correa, Jose Wenceslau de Almeida Cunha, Doutor Joaquim de Almeida Leite Morais, Jose de Almeida Leite Ribeiro, Manoel Alves de Oliveira Doria e Augusto César de Oliveira.
Ata da reunião extraordinária de 31 de março de 1891, na qual, em sessão, ao abordar o tema referente aos “projetos de regulamento e regimento interno para o matadouro municipal”, o vereador Tibério Lopes de Almeida “abundou em considerações sobre o projeto de regulamento, achando-o defeituoso e em muitos pontos deficiente, porquanto, sabido como é que as moléstias infectocontagiosas atacam de preferência o gado suíno do vacum e não sendo exclusivas as disposições do regulamento à matança do gado suíno, não ficarão assim completos os fins higiênicos que se pretende estabelecer com o citado regulamento. Nesse sentido, o mesmo cidadão apresenta algumas disposições que vão em outra parte desta ata. Quanto à tabela de moléstias que devem motivar a rejeição do gado, ainda fez diversas considerações o mesmo cidadão, concluindo por propor a nomeação de uma comissão para dar parecer sobre o regulamento e regimento interno, sendo para isso nomeados os srs. Tibério Lopes de Almeida e Adolfo Augusto Nardy de Vasconcellos” (em transcrição livre).
Na mesma sessão, foi apresentado um requerimento dos “marchantes (1) desta cidade, reclamando contra algumas das disposições contidas no projeto do regulamento do matadouro”. O que foi, em seguida, encaminhado “à comissão nomeada”.
(1) Quem compra gado, para vender sua carne a açougues; negociante de carne bovina. Que é dono de açougue, açougueiro.
Ata da sessão extraordinária do dia 31 de maio de 1840, sob presidência de José Alvares de Castro. Em sessão foi lido um ofício do Sr. Caetano da Cunha Caldeira em que alegava estar doente e de cama, por isso não poderia ocupar o cargo de Juiz Municipal interino na causa de Liebllo e discutiram sobre isso. Foi lido um requerimento do procurador da câmara pedindo demissão, que foi aprovado e o mesmo foi substituído por Luiz Manoel Corrêa.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira.
Ata da reunião de 31 de julho de 1830, em que foi aplicado multa a Fiuza, Roza e Canto por não comparecerem a sessão. Rejeição a representação feita pelo fiscal de Araraquara pedindo dinheiro que havia apurado de multa.
Documento registrado e escrito pelo Secretario Francisco Florencio do Amaral e assinado por Oliveira, Lima, Passos, Botelho, Silva e Castro.
Ata da reunião ordinária de 31 de julho de 1843, onde tratou-se sobre: Em sessão, leram um requerimento do tenente José Machado da Silva, um ofício do procurador da Câmara, uma portaria do presidente da Província referente aos eleitores desta Vila, um ofício de Pedro Leme de Oliveira alegando não poder tomar conta da inspetoria e um ofício do Juiz de Paz de Limeira. O vigário de Rio Claro pediu atestação por uma petição de sua residência e finalizaram lendo um requerimento de Joaquim de Marins Peixoto e um ofício de Antônio José da Silva.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: Antônio Fiuza de Almeida, Fructuozo José Coelho, Manoel Duarte Novais e Francisco Florêncio do Amaral.
Ata da sessão ordinária do dia 31 de julho de 1852, sob presidência de Francisco Ferraz de Carvalho. Em sessão leram um oficio do delegado de polícia solicitando um livro para a organização da guarda municipal, e foi deliberado que o livro fosse concedido. A comissão encarregada do concerto da ponte apresentou um parecer. Nomearam Francisco Egídio do Amaral para o cargo de procurador. O vereador Cesar indicou que era necessário oficiar ao governo sobre a incompatibilidade da acumulação dos cargos de agente do correio e de tabelião, e adiaram. Mandaram passar mandados para os empregados da câmara, e finalizaram lendo um requerimento de João Batista do Amaral pedindo uma data, e passaram.
Documento redigido pelo secretário Joaquim Correa de Assunção e assinado por: Francisco Ferraz de Carvalho, Antônio Fiuza de Almeida, Manoel da Rocha Garcia, e João Morato de Carvalho.