Ata da sessão ordinária de 29 de outubro de 1851 sob a Presidência do Sr. Ferraz o qual remeteu um ofício do Procurador à Comissão. Lido o relatório do Fiscal foi à Comissão. O Sr. Presidente indicou que o Fiscal de Santa Bárbara foi demitido ficando àquela freguesia sem fiscalização. Foi decidido em parecer que o Fiscal desta ficasse encarregado de fazer ali, no devido tempo, sua correição o que foi aprovado. O Sr. Fiuza fez o exame e o calçamento das pedras para a Pátio de Matriz e posto em discussão, foi determinado que o fiscal desse às providências nesse sentido. O Sr. Ramos Correia indicou que se mandasse abrir as ruas que passam no quarteirão de José Machado e José de Campos.
Documento assinado por Francisco Ferraz de Carvalho, Antônio Fiuza de Almeida, Salvador de Ramos Correa. Joaquim Roiz Cezar.
Ata da sessão ordinária do dia 29 de outubro de 1852, sob presidência de Francisco Ferraz de Carvalho. Em sessão o presidente declarou ser necessário lavrar os editais para a arrematação do estanque da Vila e da Freguesia de Santa Bárbara. Apresentaram um requerimento de Policarpo Joaquim do Amaral pedindo para ser pago das custas que venceu nos processos em que o réu Francisco Barbosa e Joaquim Barbosa. Apresentaram um requerimento de Antônio José de Freitas pedindo data.
Documento redigido pelo secretário Joaquim Correa de Assunção e assinado por: Francisco Ferraz de Carvalho, Antônio Fiuza de Almeida, Caetano da Silva Barros, Francisco Pereira de Aguiar, e Francisco Ferreira Alves.
Ata da sessão ordinária do dia 29 de outubro de 1853, sob presidência de Pedro Augusto da Silveira. Em sessão principiaram lendo dois requerimentos pedindo datas, e foi passado. Leram um requerimento do Vigário de Santa Bárbara pedindo atestado. Leram outro requerimento pedindo custas, discutiram sobre um tanque, e finalizaram remetendo um oficio ao presidente da Província.
Documento redigido pelo secretário Joaquim Correa de Assunção e assinado por: Pedro Augusto da Silveira, José Wenceslau de Almeida Cunha, Francisco Ferraz de Carvalho, Gabriel de Godoi Moreira, e Joaquim José de Oliveira.
Ata da sessão ordinária do dia 29 de outubro de 1857, sob presidência de Salvador de Ramos Correia. Em sessão leram e aprovaram a ata antecedente. A comissão encarregada de informar se o coletor da cidade estava autorizado a pagar as despesas das faltas com os presos pobres, o qual cumprimento com aquele encargo, foi informado pelo dito coletor que não estava ciente se teve ordem para pagar essas despesas, e discutiram sobre isso. O senhor Melo indicou havia várias ruas se encontravam em mal estado e que era necessário reparo e fecharam a sessão.
Documento redigido pelo secretário Joaquim Correia de Assunção e assinado por: Salvador de Ramos Correia, Joaquim Antônio Fernandes, Melchior de Melo Castanho, Antônio Joaquim da Silveira, Antônio Narciso Coelho, e Manoel Barbosa Pires.
Ata da sessão ordinária do dia 29 de outubro de 1859, às 09 horas da manhã, sob presidência de Ramos Correa. Foi lida e aprovada a ata antecedente. Leram um parecer da comissão que ao examinar os relatórios dos fiscais de Piracicaba e de Santa Bárbara e que enviasse ao procurador a relação dos multados para que os mesmos fossem cobrados, além disso Santa Bárbara deveria oficiar ao governo sobre o estado da ponte Corumbataí e ficou a cargo de Floriano Leite fazer um orçamento de quanto seria aproximadamente para realizar o desmanche da ponte. Discutiram sobre as multas e as cobranças das mesmas. Foi lido um requerimento do escrivão Joaquim de Oliveira Cesar no qual pedia custas em relação ao orçamento municipal. Leram um ofício do fiscal que dizia ter multado os indivíduos por “correrem parelhas” na Rua do Porto. Deliberaram que o fiscal aterrasse a ponte sobre o rio Piracicaba nos locais em que fossem necessários. Discutiram sobre os requerimentos do Capitão Emidio Justino, Antonio Narciso, José Pinto pedindo prazo para arrumarem seus terrenos com os muros barreados e branqueados.
Discutiram também sobre os editais de praça e o Sr. Mello Castanho indicou que o fiscal deveria vigiar na beira das estradas as cercas, para que as mesmas ficassem a 30 palmos do meio da estrada e 60 palmos. Foi discutido sobre as cartas de datas e emolumentos dos empregados. Documento lavrado pelo secretário Francisco Ferraz Carvalho e assinado pelos vereadores Salvador Ramos Correa, Antonio Joaquim da Silveira, Jose Antonio Gonçalves de Oliveira e Joaquim Floriano Leite.
Ata da reunião de 29 de novembro de 1828, realizada na casa do juiz presidente, na qual, realizaram abertura dos Pelouros para o ano de 1829, nos quais saíram eleitos, Juízes Ordinários: José Rodrigues Leite e o Capitão Miguel Antônio Gonçalves. Vereadores José de Camargo Neves, Joaquim Antônio da Silva, Albano Leite do Canto e Procurador Joaquim Guedes de Queiroz, Juiz de Órfãos Bento Dias Leite. Tão bem houve a questão do Libelo a Câmara movido por Theobaldo da Fonseca e Souza.
Documento registrado pelo escrivão Manoel Anselmo de Souza e assinado por: Aranha, Morais, Franco, Carvalho e Gorgel.
Ata da sessão extraordinária do dia 29 de novembro de 1857, sob presidência de Salvador de Ramos Correia. Em sessão foram lidas e respondidas portarias ao presidente da Província. A comissão encarregada de dar seu parecer a respeito do requerimento do escrivão do júri Carlos de Campos Camargo, discutiu sobre a certidão encaminhada pelo dito escrivão. Leram uma portaria do presidente da Província acompanhada de um oficio do inspetor da estrada que ligava Constituição a Brotas pedindo informações sobre o estado em que se encontrava a estrada, e responderam a dita portaria. Leram uma representação do encarregado de fazer a ponte do Congonhal sobre fatura da ponte. Nomearam uma comissão para averiguar a ponte, e discutiram sobre isso. Finalizaram lendo uma portaria do presidente da Província comunicando dispor de duzentos mil reis para reparos na estrada de Campinas, e Francisco Franco de Lima se ofereceu para inspecionar o concerto da dita estrada.
Documento redigido pelo secretário Joaquim Correia de Assunção e assinado por: Salvador de Ramos Correia, Antônio Joaquim da Silveira, Antônio Narciso Coelho, Joaquim Floriano Leite, e José Antônio Gonçalves de Oliveira.
O Presidente, João Baptista da Rocha Conceição, deu conhecimento à Câmara que “o Engenheiro Miguel Assmussen fora convidado e ainda não compareceu para assinar o contrato da construção do mercado, o que espera realizar na presente semana”.
Ata da reunião extraordinária de 30 de janeiro de 1833, onde tratou-se sobre: tomou posse e prestou juramento o senhor Estevão Cardozo de Negreiros, como juiz de paz da Freguesia de Rio Claro. De suplente, tomou posse o senhor Antonio Ferraz de Camargo, e de fiscal suplente de Santa Barbara, Alexandre Cavalheiro Leite. Requerimentos referentes a insenção de cargos foram lidos e aprovados. O fiscal desta vila pediu com precisão que mudem o cemitério do lugar onde a pouco tempo foi instalado, e que é impossível a continuação de sua obra visto que o lugar sofre com alagamentos. Foi deferido que o atual lugar fosse vendido e o cemitério mudado para outra localidade.
Documento escrito por Francisco Florencio do Amaral, e assinado por Fiuza, Prado, Oliveira, Maxado e Morais.
Ata da sessão ordinária do dia 30 de janeiro de 1850, sob presidência de Domingos José Lopes Roiz. Em sessão o Sr. Ferraz apresentou o seu parecer acerca do requerimento de José Francisco Lobo em que pode ser isento da multa imposta pela mesa paroquial. Finalizaram lendo um requerimento do escrivão Rangel Maia pedindo custas do processo de José Maximiano, e adiaram.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Domingos José Lopes Roiz, Francisco Ferraz de Carvalho, Antônio Fiuza de Almeida, Salvador de Ramos Correa e Caetano da Silva Barros.