Mostrando 11609 resultados

Descrição arquivística
11329 resultados com objetos digitais Exibir resultados com objetos digitais
Oscarlina Bueno de Moraes
MHPPM AC-CTSM-TE-GEO-20 · Item · 11 de novembro de 1922
Parte de ACERVOS ESPECIAIS

Trabalho de Geografia de Oscarlina Bueno de Moraes, de 11 de novembro de 1922. O trabalho consiste em uma ilustração do mapa das Américas do Norte, Central e do Sul, trazendo nomes de cidades e rios.

Oscarlina Bueno
MHPPM AC-CTSM-LEM-17 · Item · 14/11/1922
Parte de ACERVOS ESPECIAIS

A mensagem da aluna Oscarlina Bueno é direcionada a população piracicabana do ano de 2022, onde ela cita que gostaria de estar presente na abertura da cápsula. Em palavreado voltado a poesia, Orcarlina escreve que "como aladas pombas, levando no bico o raminho simbólico da paz, irrompendo dessa urna adentro".

Sud Mennucci - Escola Normal
Os portões da escola Marquês de Monte Alegre
BR SPCVP AF-PIR-LOC-46 · Item · 09 de agosto de 2003
Parte de Acervo Fotográfico (Coleção)

O edifício das Escolas Reunidas ou Grupo Escolar de Monte Alegre foi construído por iniciativa particular da família Morganti, então proprietária da Usina Monte Alegre, para atender aos filhos dos funcionários, constituídos principalmente por imigrantes italianos.
Foi oferecido à Secretaria de Educação do Estado de São Paulo para a implantação de uma escola, que funcionou até meados da década de 1990, quando foi desativada pela reforma do ensino paulista. Pouco se conhece da história da antiga Escola de Monte Alegre, fundada em 21 de janeiro de 1927 e em respeito aos Morganti, a escola era badalada pelas autoridades na época de sucesso da usina. A planta do edifício neoclassicista, foi desenvolvida com quatro salas de aula, e salas para diretoria e secretaria. A circulação se dava por um corredor em forma de 'loggia' e dois corredores entre as classes. A ornamentação é simples, com modenatura, balaústres e detalhes como molduras na cimalha e na platibanda com coruchéus nas extremidades. Na platibanda originalmente havia as epígrafes: 'Monte Alegre', 'Escolas Reunidas' e 'Piracicaba'. A construção foi edificada sobre porão não utilizável, que se encontra dentro das normas sanitárias para construções escolares. Posteriormente foi construído um anexo de serviços com mais 2 salas de aula, galpão, sanitários, refeitório, cozinha, palco, biblioteca e demais serviços, acompanhando os detalhes construtivos e decorativos do edifício principal, incluindo principalmente a arcada.
Após passar por obras de restauração e readequação, sediou o Instituto RUMO, que atende crianças carentes. Atualmente sedia o Instituto Casa da Floresta, organização não governamental sem fins lucrativos, de caráter tecnológico, científico, educacional e cultural.

Os pescadores
BR SPCVP AF-PIR-RIO-16 · Item · [s.d.]
Parte de Acervo Fotográfico (Coleção)

Fotografia registrada em local não identificado do rio Piracicaba, é possível observar pescadores dentro de um barco. Não há informações de datação e procedência.

BR SPCVP AC-AFSC-PER-M.JOR-34 · Item · 08 a 31 de agosto de 1992
Parte de ACERVOS ESPECIAIS

A edição traz, na capa, em destaque, na parte superior, a manchete intitulada “Os jardins de Salgot (No Mirante só ruínas...)”, acompanhada de uma imagem, de 1960, que retrata o estado de abandono que se encontrava o Parque do Mirante antes das reformas realizadas pelo sr. Francisco Salgot Castillon, durante seu primeiro mandato como prefeito. A edição traz, ainda, nas páginas 3 e 4, uma matéria, intitulada “Os jardins de Salgot Castillon”, assinada por Cecílio Elias Netto. Essa matéria ressalta a grande quantidade de obras e realizações feitas pelo sr. Francisco Salgot Castillon durante seu primeiro mandato como prefeito de Piracicaba, de 1960 a 1962. A publicação destaca vários locais do município que passaram pela intervenção da gestão do sr. Salgot. Os textos referentes a esses locais são acompanhados por fotos dessas referidas localidades datadas de 1960. Destacam-se, da matéria, os seguintes trechos: “Um dos grandes equívocos da política piracicabana está na análise que vem sendo feita (...) em torno de Luciano Guidotti (1956/59 e 1964/67) e Francisco Salgot Castillon (1960/62 e 1969) (...). Na realidade, deve-se creditar, a Luciano Guidotti, o início de uma ‘revolução urbana’ em Piracicaba (...). Dentro de um contexto em que se conjugaram muitos fatores favoráveis, Luciano Guidotti imprimiu o início da modernização de Piracicaba. Em contrapartida, a Francisco Salgot Castillon tem sido atribuída a ‘revolução rural’, com os grandes benefícios que, em sua administração, foram levados à zona rural (...). Não tem havido, porém, justiça, em nosso entender, à administração de Francisco Salgot Castillon que, em prazo de tempo muito menor (...) transformou Piracicaba num verdadeiro canteiro de obras. (...). O novo Mirante: (...). Em 1960, quando Salgot Castillon assumiu a Prefeitura, o belíssimo local estava praticamente abandonado, quase que em ruínas. A reconstrução do Mirante deu margem a muitas críticas que, no entanto, foram silenciadas quando a obra foi entregue à população. Arborização da Armando Salles: O ajardinamento (...) coube a Francisco Salgot Castillon que, aproveitando-se dos canteiros centrais e dos espaços laterais, procedeu ao plantio de árvores e dos gramados. Jardim do cemitério: (...) o reservatório – que abasteceu Dois Córregos, Piracicamirim, Pauliceia, etc. – construído por Salgot Castillon. O ajardinamento da praça também foi realizado na administração ‘salgosista’, com bancos de granito e espelho d’água. O ‘Alfredo Cardoso’: A instalação e construção do então Grupo Escolar ‘Dr. Alfredo Cardoso’, na Cidade Alta, foram comemoradas com entusiasmo à época. O ‘Dr. Prudente’: Quando (...) se construiu o então Grupo Escolar ‘Dr. Prudente’, a Cidade Jardim já era um cartão-de-visitas de Piracicaba. No entanto, nos terrenos baldios pastavam vacas, por ele andavam animais soltos, etc. As fotos mostram como era o local, ao lado do ‘Dr. Prudente’ e como passou a ser, depois que o prefeito Salgot Castillon se propôs a ajardinar também a área. Praça Mello Moraes: Nas proximidades da E.S.A. ‘Luiz de Queiroz’, foi construído o então Grupo Escolar ‘José de Mello Moraes’ (...). A Praça José de Mello Moraes foi construída, também, em 1960, chamando a atenção o chafariz que era uma das marcas registradas dos ajardinamentos de Salgot”. À parte o conteúdo referente ao sr. Francisco Salgot Castillon, o jornal trazia referências a outros assuntos. Na página 4, na parte inferior da folha, há um anúncio referente ao famoso livro, escrito por Cecílio Elias Netto, “Arco, Tarco, Verva”, que é um dicionário do dialeto caipiracicabano. Na página 5, na parte superior da folha, há uma seção chamada “Anais da Câmara”, que traz um texto intitulado “Correio a domicílio”, de autoria de Guilherme Vitti. Esse texto aborda dois assuntos que constam nos arquivos da Câmara Municipal: a instalação do sistema de correio domiciliar em Piracicaba e a obrigatoriedade do uso de “fardamento” pelos “empregados municipais”. Usando como base os documentos do acervo histórico da Câmara, o professor Guilherme Vitti publicava artigos que davam visibilidade a esses documentos. Esse ato de jogar luz na importante documentação da Casa pode ser considerado um dos momentos precursores da série “Achados do Arquivo”. Na página 9 há uma grande matéria, escrita por Beatriz Elias e intitulada “Palacete Boyes: ‘a beleza e a perfeição das coisas antigas’”. Quando da publicação dessa edição, faltavam algumas semanas para as eleições municipais, então, nas páginas 5 e 6 há propagandas de três candidatos a vereador: Carlos Roberto Hoppe Fortinguerra, à época ocupante de uma cadeira na Câmara; Bebeto; e Toninho Faganello, na época já tendo cumprido um mandato, no período 1977-1983, e que, oito anos depois, em 2000, seria eleito para um segundo mandato, na legislatura 2001-2004. A edição traz ainda demais artigos e anúncios comerciais.

Os gatos do Cemitério
BR SPCVP AF-PIR-CM-13 · Item · [s.d.]
Parte de Acervo Fotográfico (Coleção)

Iconografia do portão do Cemitério da Saudade de Piracicaba, com visão para o interior do cemitério, ainda é possível visualizar a presença de dois gatos.. Fotografia de Davi Negri, sem identificação de datação.

Os Escândalos do Comendador- JP (cópia)
BR SPCVP AC-AFSC-PER-M.JOR-14 · Item · 23 de abril de 1964
Parte de ACERVOS ESPECIAIS

Cópia de um pedaço de uma página do Jornal de Piracicaba, cujo destaque é para um artigo, publicado num espaço denominado “Secção Livre”, com o título de “Os escândalos do Comendador”, assinado pelos srs. Francisco Salgot Castillon e Alberto Coury, prefeito e vice-prefeito, respectivamente, do período 1960-1963. Ambos, recém-saídos da administração municipal, criticavam, no texto, o modo de agir do então prefeito em exercício, sr. Luciano Guidotti. Destaque-se do artigo os seguintes trechos: “Continua o Comendador-Prefeito marca FF (Fabricante de Fumaça), a frequentar as secções pagas dos jornais, para detratar os seus antecessores na Prefeitura Municipal. Pretende, assim, fabricando fumaça em seu desguarnecido gabinete de trabalho, lançar uma cortina de fumo (...), a fim de que os piracicabanos não vejam a insuficiência de sua administração. (...) Fabricar escândalos, sr. Prefeito Comendador e soltá-los como cortina de fumaça, não é normal num homem de bem. (...) Escândalo de verdade, é aquele de um Prefeito ter a coragem de assinar uma lei de descontos e abonos de multas, para depois comparecer nos guichês da Prefeitura e auferir lucros de centenas de milhares de cruzeiros, pois é sabido que S. Excia., suas firmas, seus familiares, formavam o conjunto dos maiores devedores da Prefeitura – isso sem contar com os seus amigos e cupinchas. O ‘negócio’ deu um prejuízo de mais de 8 milhões de cruzeiros para os cofres municipais. Escândalo, que quer cobrir com cortina de fumaça, é a concorrência para compra de carro de passeio, para não usar o seu (...). Escândalo é o clima de terror na Prefeitura, com mesquinhas perseguições de nossos amigos (...). Trabalhe, sr. Prefeito FF e demonstre sua capacidade com produção e não com lamentações”. A parte da página em que aparece o artigo exibe ainda pedaços pela metade de notícias diversas, e uma nota, essa em seu inteiro teor, abaixo do artigo, informando que “Vai continuar o corpo de bombeiros”.

Os Bandeirantes
MHPPM AC-CTSM-POS-HPB-08 · Item · 1922
Parte de ACERVOS ESPECIAIS

Bilhete postal denominado “Os Bandeirantes – 1707 a 1750”. No anverso do documento há a reprodução de uma obra que retrata os ditos Bandeirantes, sertanistas do período colonial que adentraram o interior do Brasil em busca de escravos fugidos, pedras preciosas e índios para escravizar, desbravando também novas terras. Traz um selo no canto superior esquerdo em formato circular, onde ao centro está escrito “Escolas Públicas do Estado de S. Paulo”, e ao redor do círculo central “Distribuição da Secretaria do Interior”.
No reverso do documento, há no centro superior o título de “Bilhete Postal”, bem como uma descrição, à esquerda, sobre os Bandeirantes. Destaca-se o trecho: “Os destemidos bandeirantes paulistas, exemplos de energia, alargaram as fronteiras de nossa Pátria, devassando o interior do Brasil, descobrindo Minas Gerais, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, penetrando no Paraguai, repelindo as missões Espanholas. Afim de buscar braços para a lavoura e mais tarde de descobrir minas, reuniam-se em bandeiras e, atravessando matas, jangadeiro nos rios, transpondo as serras e lutando com as chuvas torrenciais, com o sol ardente, com as enchentes, com as cachoeiras, com as febres, com a fome, e com os índios ferozes, lá iam, embalados por lendas formosas, à conquista dos rios de diamantes, das minas de ouro e da Serra das esmeraldas. As mais das vezes, só desilusões, pedras falsas; e as furnas juncavam-se de esqueletos brancos que as onças famintas vinham remexer ao luar; os que voltavam não eram conhecidos, tão desfigurados ficavam. Mas o Brasil foi aumentando, sua geografia ficou conhecida, as cidades rebentavam como por encanto e a civilização caminhava nas estradas do ouro e dos diamantes”; (transcrição livre).

Sud Mennucci - Escola Normal
Orso Carlos (Carlos Orso)
BR SPCVP CMP-AFO-AFO1-324 · Item · 12 de novembro de 1896
Parte de CÂMARA MUNICIPAL DE PIRACICABA

Registro de termo de averbação, a Orso Carlos, referente a parte de terreno localizado entre as ruas Direita e 15 de Novembro, no Bairro Alto, que obteve por transferência de Morsoletto Giusppe. Documento redigido pelo secretário Arthur Vaz e assinado por Morsoletto Giuseppe e Orso Carlo.

Orpheon (Schumann – Rêverie)
MHPPM AC-CTSM-HMP-01 · Item · 1922
Parte de ACERVOS ESPECIAIS

Encadernação com partituras manuscritas por alunos da Escola Normal de Piracicaba (Sud Mennucci). Na capa da referida encadernação tem-se os seguintes dizeres: “Escola Normal de Piracicaba, ORPHEON, Schumann, Rêverie, 4 vozes” Orpheon, ou Orfeão é um coro, sem acompanhamento instrumental (a capela), composto por vozes masculinas. No documento há a informação do título da composição: “Rêverie” do autor da música: R. Schmann (provavelmente o compositor alemão da era romântica Robert Alexander Schumann), do responsável pelo arranjo: Fabiano R. Lozano, e também dos timbres das vozes (soprano, contralto, tenor e baixo) Os alunos responsáveis pelas cópias manuscritas das partituras são: Maria Bandeira; Maria José Travassos de Menezes, Adelia Siqueira, Cacilda Alvares Moraes (nesta há a inscrição: “”deixo esta lembrança, ao nº22 do 3º ano feminino da Escola Normal. Esta música foi copiada em minha casa na Rua do Comércio 193. Ore por mim” (em transcrição livre); Maria de Lourdes Marques Vianna; Guiomar J. Pereira; Maria Ottilia de Campos Neves; Virginia Del Nero; Joçana Altair Pereira; Maria Olivia Tricanico; Adilce de Toledo Godinho, Ovelina Palma; Aracy de Oliveira Campareza do Brasil; Maria José Moraes; Oscarlina Bueno de Moares; Aparecida J. de Oliveira; Maria de Meira Godoy; [Zilah] Gracina da Silva, Esther Vaz de Almeida; Jovina Moretti; Zoraide de Moraes Barros; Orlandina Pereira Sódero; Edith de Barros Silveira; Cecilia Guerrini; Lauro Alves de Almeida; Octavio Martins de Toledo; [...?] [Pirrer];