Ata da reunião de 28 de fevereiro de 1836, onde tratou-se sobre: Leu-se um ofício de Joaquim de Marins Peixoto, alegando não poder vir tomar posse de Procurador da Câmara por moléstia, e foi deliberado mandem um ofício ao presidente da Província para autorizar esta Câmara dar dez por cento ao Procurador visto que com seis não há quem queira assumir o cargo devido ao grande trabalho. Foram lidos ofícios que remetem o alistamento das Guardas Nacionais e Policial.
Documento escrito pelo secretário Francisco Florencio do Amaral e assinado por Antonio Fiuza de Almeida, Bento Manoel de Moraes, Elias de Almeida Prado, Antonio de Arruda Leme, Manoel de Toledo Silva e Francisco Jose de Mello.
Ata da reunião extraordinária de 28 de fevereiro de 1841, onde tratou-se sobre: Em sessão, leram um oficio do juiz de direito da comarca em que pede para esta Câmara informar se a Vila de Araraquara está na circunstância de ser cabeça de termo, e quantos jurados somaram naquela vila no ano de 1840. Deliberaram que se remetesse a lista dos jurados do ano de 1840, e que a mesma não poderia ser cabeça do termo.
Documento redigido pelo secretario Jose Lopes de Siqueira e assinado por: Antonio Fiuza de Almeida; Manoel de Toledo Silva; Antonio Jose da Conceição; Afonso Agostinho Gentil; e Felippe Xavier da Rocha.
Ata da sessão extraordinária do dia 28 de fevereiro de 1858, sob presidência de Salvador de Ramos Correia. Em sessão a câmara apresentou vários ofícios do presidente da Província. Leram um mesmo oficio do mesmo presidente da Província em resposta a um outro oficio acompanhado de um requerimento de moradores que pensavam em mudar um caminho usando meios financeiros próprios. Agradeceram os moradores do dito requerimento pelo seu patriotismo. Discutiram sobre a demissão do delegado, levaram ao conhecimento da assembleia provincial um pedido para que a cidade fosse elevada à categoria de comarca. O sr. Joaquim Antônio Fernandes apresentou um plano para construir uma ponte sob o ribeirão denominado Bernardo, e foi deliberado remeter ao governo para pedir dinheiro. Foi posta em hasta publica quem construísse uma ponte na rua da Praia por menor valor, ficando arrematado por Ismael Morato de Carvalho.
Documento redigido pelo secretário Francisco Ferraz de Carvalho e assinado por: Salvador de Ramos Correa, Felipe Xavier da Rocha, Antônio Joaquim da Silveira, Joaquim Floriano Leite, e João Batista Correia.
Ata da reunião de 28 de março de 1831, onde realizaram Sessão Extraordinária para tratar da construção da ponte sobre o Rio Piracicaba. Lavrado o contrato entre a Câmara Municipal e o mestre carpinteiro Manoel Raiz [Rodrigues] de Sampaio.
Documento registrado pelo Secretário Francisco Florencio do Amaral e assinado por: Roza, Fiuza, Silva, Castro e Gorgel.
Ata da sessão extraordinária de 28 de março de 1863, às 10 horas da manhã, sob presidência do vereador Mattos. Foi declarado que, o motivo da sessão, era para se representar o presidente da Província, a respeito da construção de duas pontes na estrada até a Villa de Botucatu e para pedir quinhentos mil réis que se devia ao empresário da construção da ponte do rio Alambari. Foi lido o requerimento de Francisco de Paula e Silva, em que pedia a suspensão de uma multa imposta por não ter licença de balcão. Foi apresentado um ofício do vereador Joaquim Antonio de Oliveira em que comunicava o motivo de sua ausência na sessão.
Documento lavrado pelo secretário Francisco Ferraz de Carvalho e assinado pelos vereadores Jose Bento de Mattos, Jose Wenceslau de Almeida Cunha, Joaquim Jose de Morais Barros, João Baptista de Campos Pinto, Jose de Almeida Leite Ribeiro, Afonso Agostinho Gentil de Andrade e Joaquim Antonio de Oliveira Leme.
Ata da reunião de 28 de abril de 1832, onde tratou-se sobre: o senhor presidente declara que o motivo de não principiar a sessão ordinária no dia marcado foi por falta de vereadores. Propôs o senhor presidente que era necessário nomear uma comissão de dois membros para reverem todos os papeis que forem precisos na presente sessão. Lido o parecer das comissões das divisas de Rio Claro e Limeira, que vão ser divididas e marcadas entre as vilas vizinhas, a comissão permanente foi para reverem se estão nos conformes legais da lei.
Documento escrito por Francisco Florencio do Amaral, e assinado por Silva, Fiuza, Lima, Castro e Morais.
Ata da reunião de 28 de abril de 1835, onde tratou-se sobre: Jose Vaz Pinto foi convocado para tomar posse como vereador suplente e aceitou o emprego. Foi lido um ofício do presidente da Província notando a falta do pároco.
Documento escrito pelo secretário Francisco Florencio do Amaral e assinado por Manoel de Toledo Silva, Jose Vaz Pinto, Bento Manoel de Moraes, Elias de Almeida Prado e Antonio de Arruda Leme.
Ata da reunião ordinária de 28 de abril de 1841, onde tratou-se sobre: Em sessão, nomearam uma comissão para reverem todos os papeis na presente sessão. Leram um oficio do juiz municipal em que alegava estar doente. Seguiram lendo requerimentos, sendo um deles oficializando ao presidente da Província que o o mestre de primeiras letras havia falecido. Fizeram a leitura de uma portaria do presidente da Província datada do dia 20 de abril de 1841, discutiram e deliberaram que fosse feita uma felicitação a sua Majestade por conta da coroação. Finalizaram com a leitura de portarias.
Documento redigido pelo secretario Jose Lopes de Siqueira e assinado por: Antonio Fiuza de Almeida; Antonio Jose da Silva; Manoel de Toledo Silva; Felippe Xavier da Rocha; e Melchior de Mello Castanho.
Ata da sessão ordinária do dia 28 de abril de 1846, sob presidência de Elias de Almeida Prado. Em sessão, discutiram os ofícios dos vereadores Caldeira e Ferraz, discutiram sobre os multados. Leram um ofício do presidente da Província alegando a retirada de Sua Majestade Imperial a Imperatriz. Leram outro ofício do presidente da Província acerca da cadeia desta vila e os consertos necessários a serem feitos.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Elias de Almeida Prado, João da Cunha Raposo, Joaquim Floriano Leite, Francisco de Toledo Silva, Theotonio José de Melo e João Francisco de Oliveira Leme.
Ata da sessão ordinária do dia 28 de abril de 1851, sob presidência de Francisco Ferraz de Carvalho. Em sessão foram chamados suplentes para preencher o número de vereadores. O presidente informou a Câmara sobre a nova picada, e discutiram sobre isso. Foi deliberado que fosse principiado novamente na encruzilhada do Ajudante Albano conforme já havia a Câmara deliberado.
Documento redigido pelo secretário: Francisco Ferraz de Carvalho, Antônio Fiuza de Almeida, Manoel da Rocha Garcia, Felipe Xavier da Rocha, e Francisco Pereira de Aguiar.