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BR SPCVP AC-AJV-TJ.1863-20 · Item · 30 de agosto de 1860
Parte de ACERVOS ESPECIAIS

Inquirição da testemunha, o Major Manoel Eufrásio de Azevedo Marques Sobrinho. Tem-se as seguintes informações sobre ele (qualificação): Manoel Eufrásio de Azevedo Marques Sobrinho, de [37] anos de idade, solteiro, natural de Paranaguá e empregado público [aposentado].

Ao ser inquirida, a testemunha relatou saber que havia um processo crime contra o Tenente Antônio Alberto de Figueiredo, pois este havia lhe pedido para analisa-lo. Que podia supor que tal processo estava em posse do citado tenente, pois ele havia entregado ao indiciado “tendo-se dado o incêndio dois outros dias depois”. Ao ser perguntado como havia ficado sabendo do incêndio, respondeu:

“(...?) que achando-se em sua casa na noite de 25 para 26 do corrente, em companhia dos senhores primeiro Tenente da Armada Augusto Neto de Mendonça, o segundo Tenente da mesma Camillo d’ Teles e Silva, e o Doutor em Medicina Aurélio Dinis Gonsalves, ouvira bater apressada mente a porta, e então encontraram-se com um soldado Naval vinha dar parte mandado, ou pelo mesmo indiciado ou pelo Alferes Martinho, que ti nha havido um incêndio em casa do indiciado no qual o mesmo indiciado se havia queimado, pelo que mandasse achar ao Doutor dito Aurélio Dinis Gonsalves, afim de lhe as aplicações necessárias”.

A testemunha também relatou que o indicado lhe comentou, que na ocasião, estava lendo os autos de seu processo, e acabou por adormecer com a vela acessa. Acrescentando ao final de seu depoimento, que na ocasião que restituiu os autos indiciado, recomendou que este procurasse o advogado, o doutor Aguiar Barros.

Documento lavrado pelo escrivão, Joaquim de Oliveira Cézar, assinado pelo Juiz, Francisco José da Conceição, pelo Promotor Público da Comarca, Carlos Henrique de Aguiar Melchert, pela testemunha e pelo réu.

6º Testemunha – Vicente do Amaral Mello
BR SPCVP AC-AJV-TJ.1913-49 · Item · 18 de novembro de 1913
Parte de ACERVOS ESPECIAIS

Inquirição da testemunha Vicente do Amaral Mello. Tem-se as seguintes informações sobre ele (qualificação): “Vicente do Amaral Mello, com 64 anos de idade, casado, lavrador, natural desta cidade, onde reside à rua do Comércio, nº185, sabendo ler e escrever. Aos costumes disse nada” (em transcrição livre)

No depoimento, Vicente do Amaral Mello dá um relato similar ao presado anteriormente, no dia 30 de outubro, alegando que no dia em questão, estava na rua Municipal, quando ouviu a detonação de diversos tiros, correndo ao local dos disparos, viu um homem caído na sarjeta e que, conversando com Manoel Ferraz Netto, ficou sabendo do ocorrido.

Documento redigido pelo ‘ajudante habilitado’, Medardo Ferreira Neves, e assinado pelos presentes.

*”Aos costumes disse nada” é uma expressão usada para indicar que a testemunha não tem parentesco, afinidade especial ou conflitos o réu, ou com as partes envolvidas no processo

7 de junho de 1912
BR SPCVP CMP-LRP-AUT01-42 · Item · 7 de junho de 1912
Parte de CÂMARA MUNICIPAL DE PIRACICABA

Resolução de lei onde ficam declarados vagos os lugares ocupados pelos Vereadores Antônio de Pádua Almeida Prado e Guilherme Cezar de Mattos, pela razão de perderem o mandato ao exercerem seus respectivos cargos sem licença por dois meses seguidos.

7 de novembro de 1911
BR SPCVP CMP-LRP-AUT01-38 · Item · 7 de novembro de 1911
Parte de CÂMARA MUNICIPAL DE PIRACICABA

Resolução de lei onde fica criada uma escola do sexo masculino no bairro Água Parada, autorizando também a Prefeitura Municipal a prover a mesma.

70º aniversário do Colégio Assunção
BR SPCVP AC-AFSC-TEX-DIS-1963-43 · Item · 17 de agosto de 1963
Parte de ACERVOS ESPECIAIS

Discurso do Deputado Estadual Francisco Salgot Castillon, publicado no Diário Oficial de 17 de agosto de 1963, referente ao voto de congratulações com o Colégio Assunção, de Piracicaba, pelo seu 70º aniversário.

O Deputado Salgot apresenta um requerimento sobre um voto de congratulações com o Colégio Assunção de Piracicaba, pelo seu 70º aniversário. E, requere que seja oficiado à Diretoria do Colégio para que fiquem cientes da homenagem.

O documento é um clipping (recorte) do Diário Oficial, colado em uma folha sulfite. Apresenta também as seguintes informações datilografadas: “Deputado Francisco Salgot Castillon. Publicado no D.O. de 17 de agosto de 1963. Páginas 11 – 1º coluna. Assunto: “voto congratulações com o Colégio Assunção, de Piracicaba, pelo transcurso de seu 70º aniversário”.

7º Testemunha – Claudino José Ribeiro
BR SPCVP AC-AJV-TJ.1863-21 · Item · 30 de agosto de 1860
Parte de ACERVOS ESPECIAIS

Inquirição da testemunha, Claudino José Ribeiro. Tem-se as seguintes informações sobre ele (qualificação): Claudino José Ribeiro, Imperial Marinheiro, de 18 anos de idade, solteiro, natural do Rio de Janeiro, de passagem na cidade

Ao ser inquirida, a testemunha disse que ratificada, perante juramento, o depoimento por ele prestado em dia anterior*.

Documento lavrado pelo escrivão, Joaquim de Oliveira Cézar, assinado pelo Juiz, Francisco José da Conceição, pelo Promotor Público da Comarca, Carlos Henrique de Aguiar Melchert, pelo réu e por Jose Joaquim da Silva, a rogo da testemunha, por esta não saber escrever.

*Claudino foi inquirido como testemunha informante em 29 de agosto de 1860 (folha 9 do processo), mas, na ocasião seu nome foi registrado como Claudino Manoel Ribeiro, não como Claudino José Ribeiro.

7º Testemunha – [Estamislao] José de Campos
BR SPCVP AC-AJV-AL.1827-18 · Item · 21 de novembro 1827
Parte de ACERVOS ESPECIAIS

Inquirição da testemunha [Estamislao José de Campos, sobre ele consta que: “homem branco, casado e natural da Araçariguama e morador desta Vila, que vive de suas agências, de idade que disse ter 21 anos para mais ou menos e dos costumes disse nada” (em transcrição livre)

A testemunha relata os fatos já conhecidos: que sabia que Francisco Assis de Moraes era um homem estabelecido com engenho e fábrica de açúcar, servindo de Sargento da Ordenação de 1º Companhia das Ordenanças da Vila da Constituição (Piracicaba), que viajava por “sertão perigoso” carregando pistolas descarregadas. Que o Alferes João da Fé do Amaral Gurgel era o encarregado do Capitão Mor desta Vila e que por ser público sabe que o dito Alferes é “concubinado a uma rapariga nesta Vila”. Disse ainda que sabe que o Francisco de Assis havia sido preso por dois cabos de ordenanças, levado à prisão e colocado no tronco”

Documento redigido pelo escrivão, João Baptista de Siqueira, e assinado pelo Juiz Ordinário e pela testemunha

8 de maio de 1912
BR SPCVP CMP-LRP-AUT01-44 · Item · 8 de maio de 1912
Parte de CÂMARA MUNICIPAL DE PIRACICABA

Resolução de lei onde fica a Prefeitura Municipal autorizada a adquirir os terrenos do senhor Francisco Laport, localizados acima da linha férrea e à direita da rua 15 de novembro, para assim criar um vasto parque, podendo a prefeitura despender até a quantia de 50 contos de réis e mais 10 contos de réis com os primeiros serviços, como plantas, demarcações, fechamento e arruamento, organizando e submetendo à aprovação da câmara o respectivo plano e orçamento, efetuando a Prefeitura as necessárias operações de crédito.

8 de novembro de 1910
BR SPCVP CMP-LRP-AUT01-23 · Item · 8 de novembro de 1910
Parte de CÂMARA MUNICIPAL DE PIRACICABA

Resolução de lei onde se fica criada uma escola mista no bairro do Salto de Pederneiras.

Consta também:

  • Documento de Fernando Febeliano da Costa, 3 de outubro de 1910, onde deixa criado uma escola mista no bairro do Salto de Pederneiras. Aprovado em 1ª e 2ª discussão.
8 de novembro de 1910
BR SPCVP CMP-LRP-AUT01-22 · Item · 8 de novembro de 1910
Parte de CÂMARA MUNICIPAL DE PIRACICABA

Resolução de lei em que fica elevado a duzentos mil réis mensais, a contar de 1º de janeiro de 1911, o ordenado do zelador do cemitério da cidade.

Consta também:

  • Projeto documental, 3 de outubro de 1910, em que se resolve o ordenado do zelador do cemitério da cidade;
  • Aprovado em 1ª e 2ª discussão.