Ata da sessão extraordinária de [18] de janeiro de 1862, às 09 horas da manhã, sob presidência de Ramos Correa. Foi assinada as contas a serem remetidas a Assembleia Legislativa Provincial. Foi explanado que a Câmara consultou o Governo Provincial sobre as alterações do preço das cabeças de reses cortadas, que o arrematante queria cobrar, sendo consultado também um advogado sobre o mesmo tema. Ficou autorizado a se despachar o requerimento de Francisco Franco de Lima. Entrou em discussão a ausência dos vereadores Leite Morais e Doria, sendo deliberado a aplicação das multas para ambos.
Documento lavrado pelo secretário Francisco Ferraz de Carvalho e assinado pelos vereadores Salvador de Ramos Correa, Jose Wenceslau de Almeida Cunha, Augusto César de Oliveira, Manoel Alves de Oliveira Doria, Antonio Correa de Lemos e Jose de Almeida Leite Ribeiro.
Ata da reunião de 18 de fevereiro de 1836, onde tratou-se sobre: O senhor presidente propôs que esta Câmara não pode mais conceder dez por cento dos bens do conselho ao Procurar da Câmara, visto que a Assembleia Provincial não aceitou esse valor. Foi lido um ofício do pároco de Pirassununga alegando que não há nenhuma pessoa para selar papeis naquela capela, e que esta Câmara tome providencias quanto a isso. Ademais discutiram sobre estradas.
Documento escrito pelo secretário Francisco Florencio do Amaral e assinado por Antonio Fiuza de Almeida, Bento Manoel de Moraes, Manoel de Toledo Silva, Teotonio Jose de Mello e Elias de Almeida Prado.
Sessão extraordinária do dia 18 de fevereiro de 1838 sob presidência de José Alvares de Castro. Em sessão nomearam José Joaquim Correa como Juiz Municipal interino para resolver uma ação de Francisco Ferraz contra Francisco Florêncio. Leram um ofício do fabriqueiro e arquivaram.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: José Alvares de Castro; Francisco de Toledo Silva; Ignacio José de Siqueira; João Carlos da Cunha; e Manoel da Rocha Garcia.
Ata da sessão extraordinária do dia 18 de fevereiro de 1849, sob presidência de Domingos José Lopes Róis. Em sessão o juiz de paz de Santa Barbara, e o fiscal foram convocados para tomar posse, porém não compareceram. Leram um ofício do inspetor da tesouraria pondo 800$ a disposição da câmara para as pontes do rio Piracicaba e Piracicamirim. O Sr. Ferraz indicou que a câmara nomeasse uma comissão para procurar informações sobre um terreno dado na criação desta Vila ao padroeiro da cidade, Santo Antônio. Oficiaram ao fiscal para abrir as ruas tapadas, concertar a rua do Porto, e discutiram sobre terrenos.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Domingos José Lopes Róis, João Morato de Carvalho, Manoel da Rocha Garcia, Joaquim Róis Cesar, e Salvador de Ramos Correa.
Ata da reunião de 18 de março de 1827, realizada na casa do juiz ordinário e presidente, onde foram convocados os vereadores e procurador,na qual, passaram duas atestações, uma a Carlos José Botelho e outra a Deodoro José Coelho, com despacho de requerimento de Joaquim José Leme, morador de Araraquara, sobre um caminho.
Documento registrado pelo escrivão João Baptista de Siqueira e assinado por: Campos, Oliveira, Aranha, Fiuza e Gorgel.
Ata da reunião de18 de março de 1830, em sessão, houve discussão acerca do rancho de Piracicamirim que estava sendo feito por Antônio Correia de Siqueira. Ofícios do governo sobre a estrada de Araraquara, sobre a infração da Constituição, sobre empregados da administração dos correios, sobre os ranchos e sobre as divisas da Vila com a de São Carlos. Documento registrado pelo secretário Padre Joze Maria de Oliveira e assinado por: Roza, Oliveira, Silva, Botelho, Fiuza, Castro, Gorgel.
Ata da reunião de 18 de março de 1833, onde tratou-se sobre: foram lidos os ofícios apresentados pelo presidente da província sobre o plano dos novos distritos para que o juiz de paz desta vila proceda a eleição. Leu-se um ofício do presidente desta câmara, remetendo relação de vinte e seis pessoas para as Guardas Nacionais, na qual foram divididos em duas companhias.
Documento escrito por Francisco Florencio do Amaral, e assinado por Fiuza, Morais, Oliveira, Maxado e Toledo.
Ata da reunião extraordinária de 18 de março de 1834, onde tratou-se sobre: abordou ofícios do presidente da Província, soluções sobre a guarda policial e discussões acerca dos fiscais desta Vila e de outras.
Documento escrito por Francisco Florencio do Amaral, e assinado por Antonio Fiuza de Almeida, Bento Manoel de Morais, Elias de Almeida Prado, Manoel de Toledo Silva, Antonio de Arruda Leme e Francisco Jose Maxado.
Sessão extraordinária do dia 18 de março de 1838 sob presidência de José Alvares de Castro. Em sessão Elias de Almeida Prado tomou posse e prestou juramento, foi lido um ofício da Câmara Municipal de São Paulo avisando que o Doutor Venancio José Lisboa tomou posse como Presidente da Província. Leu-se um ofício do procurador da Câmara sobre a freguesia de Limeira e São João (Atual Rio Claro), onde informava que não havia conseguido auferir os pesos e medidas, pois não haviam quantidade de fiscais suficientes, e que por consequência não poderia haver correção. Discutiram sobre as águas ardentes, onde Gabriel Gomes, estava vendendo-as sem autorização, ao final, o Sr. Manoel da Rocha Garcia pediu licença por 10 dias e foi concedida.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: José Alvares de Castro, Ignácio José de Siqueira, Joaquim de Marins Peixoto, João Carlos da Cunha e Manoel da Rocha Garcia.
Ata da sessão extraordinária do dia 18 de março de 1844, sob presidência de Antônio Fiuza de Almeida. Em sessão, o presidente da Câmara declarou que o motivo da dita sessão era para que dividissem os alistados nas guardas nacionais e remetessem ao comandante do batalhão para fazer a divisão, e, como faltavam os alistados de Limeira, Toledo e Pirassununga, deliberaram para que o Juiz de Paz os fizesse o quanto antes. Finalizaram com o secretário pedindo para ser pago das custas que venceu no júri passado como escrivão judicial.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: Antônio Fiuza de Almeida, Frutuoso José Coelho, Domingos José da Silva Braga e Francisco Florêncio do Amaral.