Ata da sessão ordinária do dia 17 de abril de 1845, sob presidência de Elias de Almeida Prado. Em sessão oficiaram ao fiscal tomar conhecimento sobre um terreno na rua do Pau Queimado que Francisco Pires por “antotaxia Guaxumira” pretende fechar. Discutiram e colocaram em votação aprovando. Indicaram fazer um esgoto no lago da rua do Pau Queimado passando pelo quintal de Bento Pires de Campos Melo.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: Elias de Almeida Prado, Melchior de Melo Castanho, Antônio Ferraz de Arruda, João da Cunha Raposo, Teotônio José de Melo e João Francisco de Oliveira Leme.
Ata da sessão ordinária de 17 de abril de 1852, sob a Presidência do Sr. Lopes. A Comissão de contas declarou que achava as mesmas legais carregando-se ao Procurador as multas que constam do Relatório do Fiscal. O Sr. Cezar indicou que s oficie o Fiscal para consertar a Rua São José e ao Procurador para cuidar das cobranças.
Documento assinado por Francisco Ferraz de Carvalho, Joaquim Roiz Cezar, Caetano da Silva Barros, Francisco Pereira D´Aguiar, Antônio Fiuza de Almeida.
Ata da sessão ordinária do dia 17 de abril de 1853, sob presidência de Pedro Augusto da Silveira. Em sessão aprovaram as contas por acha-las legais, e que o frontispício da matriz deveria ser feito aplicando o saldo financeiro que existia na mão do referido Sr. Pinto. Apresentaram e discutiram sobre o relatório do fiscal, a respeito de tirar pedras do engenho de água. E sobre o requerimento do fiscal para matar com veneno cães, cabras, e porcos que vagavam pela cidade, a câmara deliberou que resolveria.
Documento redigido pelo secretário Joaquim Correa de Assunção e assinado por: Pedro Augusto da Silveira, José Wenceslau de Almeida, Francisco Ferraz de Carvalho, Gabriel de Godoi Moreira, João José da Conceição, e João Leite Ferraz de Arruda.
Ata da sessão ordinária do dia 17 de abril de 1857, sob presidência de Salvador de Ramos Correia. Declararam que a sessão foi aberta as nove horas da manhã, nas formalidades da lei. Principiaram discutindo sobre vereadores presentes e os ausentes, multados e dispensados de multa. Discutiram sobre as contas do procurador, e notam que a lavagem e engomamento da roupa do juiz de direito estava atrelada as contas do procurador, e ignoraram se era aceitável ou não tal irregularidade. Discutiram sobre os trabalhos do fiscal, e após desconfiarem de seus serviços acharam propício executar a sua demissão. Leram um requerimento de Francisco Ferraz da Cunha pedindo informações não especificadas no documento. Finalizaram lendo um requerimento de Agostinho José de Carvalho que foi deferido.
Documento redigido pelo secretário Francisco Ferraz de Carvalho e assinado por: Salvador de Ramos Correia, Joaquim Antônio Fernandes, Antônio Joaquim da Silveira, José Antônio Gonçalves de Oliveira, Manoel Barbosa Pires, e Joaquim Floriano Leite.
Ata da sessão extraordinária do dia 17 de maio de 1839, sob presidência de José Alvares de Castro. Em sessão oficiaram ao Presidente da Província e leram um ofício do Juiz Municipal interino. Finalizaram acerca do requerimento do Sr. Siqueira que alega ter sido mutado injustamente na sessão passada.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: José Alvares de Castro; Manoel da Rocha Garcia; Domingos José da Silva Braga; Ignácio Ferreira de Camargo; e Ignácio José da Siqueira.
Ata da sessão extraordinária do dia 17 de maio de 1840, sob presidência de José Alvares de Castro. Em sessão leram um requerimento de João Martins Barroso do Rio de Janeiro, onde pede para nomear um Juiz Municipal interino para a causa de libelo que o mesmo move ao tenente celular Agostinho José de Carvalho. Lançaram as cédulas na urna, leram portarias do Presidente da Província e o Presidente propôs que era necessário nomear um fiscal para Rio Claro.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: José Alvares de Castro, João Carlos da Cunha e Ignácio José de Siqueira.
Ata da reunião ordinária de 17 de maio de 1841, onde, dada a hora, estiveram presentes o presidente Melchior e o Dr. Vereador Roxa, e não houve sessão por falta de vereadores.
Declaração redigida pelo secretario Jose Lopes de Siqueira e assinada por Antonio Fiuza de Almeida.
Ata da reunião extraordinária de 17 de junho de 1842, onde tratou-se sobre: Em sessão, o presidente propôs que era necessário que esta Câmara levasse ao conhecimento do presidente da Província de São Paulo que esta Vila se encontra livre dos sediciosos que haviam se apoderado dela desde o dia 20 de março e permaneceram até o dia 16, onde os mesmos sediciosos e suas autoridades criadas, deixaram a Vila dando lugar às autoridades legitimamente constituídas. Por isso, é de necessidade que a Vila seja recomposta por armamento, equipamento e munição de guerra visto que o armamento que existia e os existentes estão deteriorados e outros foram levados pelos sediciosos. Discutiram sobre isso e finalizaram com a leitura de ofícios e requerimentos.
Documento redigido pelo vereador Francisco Florêncio do Amaral e assinado por: Antônio Fiuza de Almeida, Manoel de Toledo Silva, Fructuozo José Coelho, Antônio Franco do Amaral, Manoel Duarte Novais, Francisco Florêncio do Amaral e Joaquim Rodrigues Cesar.
Ata da sessão extraordinária do dia 17 de junho de 1849, sob presidência de Domingos José Lopes Roiz. Em sessão a comissão encarregada de examinar a nova ponte apresentou um parecer declarando que a dita ponte se encontra nos conformes e bem construída, e deliberaram pagar o arrematante da ponte. Leram um ofício do juiz de paz de Santa Barbara que foi inteirado. Seguiram lendo um requerimento de José Leme pedindo a abertura de uma rua, e o presidente declarou que estava concluído o trabalho na ponte do Rio Piracicaba. Leram um ofício do juiz de direito remetendo leis, um requerimento do escrivão Rangel pedindo custas, uma indicação do Sr. Ferraz, e a comissão encarregada das divisas entre este município e São João apresentou o resultado dos trabalhos. Finalizaram discutindo sobre cobranças e finanças.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Francisco Ferraz de Carvalho, Francisco Pereira de Aguiar, Joaquim Roiz Cesar, Francisco Ferreira Alves e Lourenço de Almeida Prado.
Ata da reunião de 17 de julho de 1833, onde tratou-se sobre: abordou a vigilância de pontes, o requerimento para construção de um engenho e nomeações para distintos cargos.
Foi feito um requerimento para que o fiscal mandasse fazer o mais rápido o possível a chave para a cadeia.
Documento assinado por Francisco Florencio do Amaral, e assinado por Antonio Fiuza de Almeida, Jose Maria de Oliveira, Elias de Almeida Prado, Bento Manoel de Morais, Antonio Jose da Silva e Manoel de Toledo Silva.