Ata da sessão extraordinária do dia 16 de março de 1857 sob presidência de Salvador de Ramos Correia. Em sessão a comissão encarregada do exame da estrada apresentou seu parecer e tiveram uma longa discussão a respeito. Finalizaram encaminhando um oficio ao presidente da Província sobre o assunto abordado em sessão.
Documento redigido pelo secretário (Não cita nome) e assinado por: Salvador de Ramos Correia, Felipe Xavier da Rocha, Antônio Joaquim da Silveira, e José Antônio Gonçalves de Oliveira.
Ata da reunião de 16 de abril 1827, realizada na casa do juiz ordinário, onde foram convocados os vereadores e procurador, na qual, mandaram chamar Garcia Rodrigues Bueno e Francisco Franco da Rocha Caetano Jose da Cunha para efeito de jurarem quantão deram de avenças da ponte a Manoel Dias .
Documento registrado pelo escrivão João Baptista de Siqueira e assinado por: Silva, Oliveira, Aranha, Fiuza ,Gorgel, Cunha, Bueno, Roxa, Nunes, Sampaio e Almeida Lima.
Ata da reunião de 16 de abril de 1836, onde tratou-se sobre: o Juiz de Paz por ofício pede que esta vila tome as providencias para alugar uma casa suficiente para a segurança dos presos, visto que a cadeia não possui espaço para os presos e os guardas, foi deliberado que aluguem um quarto de frente para a cadeia para acomodarem o comandante da guarda. No mesmo Ofício ele pede duas velas para a cadeia visto que as duas primeiras que esta Câmara mandou dar não é o suficiente para a noite.
Documento escrito pelo secretário Francisco Florencio do Amaral e assinado por Antonio Fiuza de Almeida, Elias de Almeida Prado, Teotonio Jose de Mello e Manoel de Toledo Silva.
Ata da sessão ordinária do dia 16 de abril de 1845, sob presidência de Elias de Almeida Prado. Em sessão o Sr. Castanho apresentou o artigo de posturas e discutiram sobre isso. Finalizaram examinando o requerimento de Ignácio Francisco Mariano.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: Elias de Almeida Prado, Melchior de Melo Castanho, Antônio Ferraz de Arruda, João da Cunha Raposo, Teotônio José de Melo e João Francisco de Oliveira Leme.
Ata da sessão ordinária de 16 de abril de 1852, sob a Presidência do Sr. Lopes. A Comissão declarou que voltassem as contas do Procurador pois não foi considerada legais.
Documento assinado por Domingos José Lopes Roiz, Antônio Fiuza de Almeida, Francisco Ferraz de Carvalho, Joaquim Roiz Cezar, Caetano da Silva Barros, Francisco Pereira D´Aguiar.
Ata da sessão ordinária do dia 16 de abril de 1853, sob presidência de Pedro Augusto da Silveira. Em sessão leram doze requerimentos pedindo datas. Leram duas circulas do presidente da Província, sendo uma delas pedindo para não registrar qualquer carta de naturalização de cidadão brasileiro, sem que conste a dita carta ter sido registrada na secretaria dos negócios do império, e discutiram sobre isso. Leram um edital pondo a concurso as cadeiras de primeiras letras de ambos os sexos. Leram o requerimento de Manoel Toledo e Silva sobre a obrigação da câmara vigiar e providenciar que as ruas do município sejam francas. Apresentaram o relatório do fiscal e a comissão de contas. Apresentaram um requerimento assinado por vários moradores do bairro Alto. Finalizaram lendo e discutindo sobre carta de datas, e obras públicas.
Documento redigido pelo secretário Joaquim Correa de Assunção e assinado por: Pedro Augusto da Silveira, José Wenceslau de Almeida Carvalho, Francisco Ferraz de Carvalho, João José da Conceição, e Gabriel de Godoi de Moreira.
Ata da sessão ordinária do dia 16 de abril de 1857, sob presidência de Salvador de Ramos Correia. Em sessão o vereador Floriano Leite, deu seu parecer sobre o novo cemitério, e deliberaram que o lugar escolhido antes não foi propício para construção do novo cemitério. Discutiram que seria viável que o lugar para o novo cemitério deveria ficar à mercê dos religiosos católicos, os vigários. Leram uma alegação de Bento Mendes de Moraes não aceitando chefiar a comissão de cuidar do chafariz. O vereador Floriano Leite declarou que havia uma grande escassez de madeira, e viram a necessidade de desmatar boa parte próxima ao rio Piracicaba, e aproveitando para fazer um tanque de água. Deliberaram oficiar ao presidente da Província a respeito.
Documento redigido pelo secretário Francisco Ferraz de Carvalho e assinado por: Salvador de Ramos Correia, Joaquim Antônio Fernandes, Antônio Joaquim da Silveira, José Antônio Gonçalves de Oliveira, Manoel Barbosa Pires, Joaquim Floriano Leite, e João Batista Correia.
Ata da reunião de 16 de maio de 1829, onde foi realizada atestação do professor de primeiras letras e indicação para que a edilidade tomasse assinatura do “Farol Paulistano”, o primeiro jornal editado na capital da Província.
Documento registrado e escrito por Joze Rodrigues de Cerqueira Cezar e assinado por Roza, Canto, Oliveira, Negreiros, Soares, Barros, Ferraz e Silva.
Ata da sessão extraordinária do dia 16 de maio de 1858, sob presidência de Salvador de Ramos Correia. Em sessão colocaram em praça a obra da ponte sob o rio Cortumbatahy na estrada que seguia de Piracicaba a Província do Mato Grosso, ficou arrematada por Antônio Barbosa Pires, e oficiaram ao presidente da Província sobre a resolução. Discutiram sobre um oficio do presidente da Província questionando quem era o inspetor da estrada do Paranãm.
Documento redigido pelo secretário Francisco Ferraz de Carvalho e assinado por: Salvador de Ramos Correia, Antônio Joaquim da Silveira, Antônio Narciso Coelho, Manoel Barbosa Pires, e João Batista Correia.
Ata da sessão extraordinária do dia 16 de maio de 1859, sob presidência de João Morato de Carvalho. Em sessão discutiram sobre um requerimento dos moradores do bairro Charqueada que não queriam fazer caminhos alegando empecilhos. Seguiram discutindo sobre o primeiro assunto abordado e também sobre estradas e caminhos. Antonio José da Cunha pediu mais tempo para continuar com a obra do cemitério, discutiram sobre isso.
Documento redigido pelo secretario Francisco Ferraz de Carvalho e assinado por: Salvador de Ramos Correia, Antonio Joaquim da Silveira, José Antonio Gonçalves de Oliveira, e João Batista Correia.
(Essa ata não foi transcrita pelo Vitti)