Ata da sessão extraordinária do dia 14 de setembro de 1856, sob presidência de Francisco Ferraz da Conceição. Em sessão apuraram os votos obtidos para vereadores da nova Câmara, e comunicar o resultado ao Presidente da Província e ao Ministro do Império. Leram uma portaria acompanhada da lei provincial; e a comissão encarregada de fazer o orçamento do foro para arrendamento de um terreno para a casa da caridade apresentou o seu parecer. Citam o engenheiro Hermano Guinter para tal deligência. Determinaram que o local seria perto do Itapeva.
Documento redigido pelo Secretário Joaquim Correia de Assunção e assinado por: Francisco Ferraz de Carvalho, João José da Conceição, Joaquim José de Oliveira, João Leite Ferraz de Arruda, e Filippe Xavier da Rocha.
Ata da sessão extraordinária de 14 de setembro de 1862, às 09 horas da manhã, sob presidência do vereador Mattos. Foi apresentada uma Portaria do Presidente da Província, em relação a uma Representação feita por Joaquim Antonio de Oliveira a respeito dos vereadores Correa de Lemos e Augusto César. Foram assinados os atestados requeridos pelo reverendo João José de Almeida. Foi lido um requerimento de Francisco Franco de Lima, contratante do conserto do tanque denominado Barbozinha, sendo remetido a Comissão. Augusto César apresentou as despesas da festa de 7 de setembro. Foi dito que, o reverendo Joaquim Cypriano de Camargo, nada havia exigido do seu trabalho, foi deliberado mandar-lhe agradecer pelos seus serviços gratuitos. Foi multado o vereador Leite de Morais por sua ausência na sessão. Foi apresentada a Portaria do Governo Provincial, em que mandava fazer os consertos da ponte do rio Piracicaba, orçando a obra em oitocentos mil réis. Foi lido um ofício de Inspetor de Tesouraria Provincial, em que comunicava ter expedido ordem ao Coletor para pôr à disposição a quantia de oitocentos mil réis para o conserto da ponte do rio Piracicaba.
Documento lavrado pelo secretário Francisco Ferraz de Carvalho e assinado pelos vereadores Jose Bento de Mattos, Jose Wenceslau de Almeida Cunha, Jose de Almeida Leite Ribeiro, Afonso Agostinho Gentil de Andrade, Manoel Alves de Oliveira Doria, Antonio Correa de Lemos e Augusto César de Oliveira.
Ata da reunião extraordinária de 14 de outubro de 1832, onde tratou-se sobre: despacho do requerimento de Antonio da Silva Ferras e outros, que tinha ficado adiado.
Deliberou-se ainda que se oficie ao procurador remetendo lhe uma copia do requerimento do dito Ferraz.
Ata da reunião extraordinária de 14 de outubro de 1833, onde tratou-se sobre: abordou temas como posse de juízes e sobre as divisas desta vila. Esclareceram que o inspetor registrado por esta câmara por morarem juntos, que cada um residente em seu quarteirão, portanto foi aprovado e que avisem para realizarem o juramento.
Requerimentos foram lidos.
Documento escrito por Francisco Florencio do Amaral, e assinado por Antonio Fiuza de Almeida, José Maria de Oliveira, Elias de Almeida Prado, Bento Manoel de Morais e Manoel de Toledo Silva.
Ata da sessão ordinária de 14 de outubro de 1836, sob presidência de Antônio Fiuza de Almeida. Em sessão foi lido um ofício de Bento Manoel de Morais, caixa do dinheiro da ponte, em que alegava estar feito o concerto da Ponte do Rio por Pedro Gonçalves Meira pela quantia de setenta mil réis. Discutiram sobre o trânsito de carros na ponte, para que fosse proibido a passagem dos mesmos, visto que causava grande destruição. Houve a leitura do ofício da Vila de Itu, em que pedia para esta Câmara pagar a quantia de noventa e quatro mil e seiscentos e quarenta réis para a sustentação de presos.
Documento redigido pelo secretário Francisco Florencio do Amaral e assinado por: Antônio Fiuza de Almeida, Teotonio José de Mello, Elias de Almeida Prado, Manoel de Toledo Silva e Francisco de Camargo Penteado.
Ata da reunião ordinária de 14 de outubro de 1841, onde tratou-se sobre: Em sessão, nomearam uma comissão para reverem todos os papéis da presente sessão. Apresentaram uma relação de multados pelo ex-fiscal Ignacio Jose de Siqueira; foi apresentado o diploma do professor de primeiras letras; leram um oficio do Juiz de Paz do Rio Claro; apresentaram o termo de multa imposta a Odorico Ferreira de Camargo e Antonio Jose de Almeida no júri, a Câmara deliberou que fosse remetido ao procurador da Câmara. Leram uma petição do promotor de justiça; uma outra de Maria do Nascimento; Antonio Manoel Diniz; Jose Lopes de Siqueira; e finalizaram com a leitura de uma portaria do presidente da Província; oficio da Câmara da capital da Província; e despacharam requerimentos.
Documento redigido pelo secretario Jose Lopes de Siqueira e assinado por: Antonio Fiuza de Almeida; Manoel de Toledo Silva; Afonso Agostinho Gentil; Antonio Jose da Conceição; Pedro Ferraz de Castanho; e Felipe Xavier da Rocha.
Ata da sessão ordinária de 14 de outubro de 1860, às 9 horas de manhã, sob presidência de Ramos Correa. Foi lida a ata antecedente a qual foi aprovada. Foi apresentado o parecer da Comissão a respeito do requerimento do ex-procurador Pedro Ferraz de Arruda, que foi acusado de subterfúgio e mandado promover a cobrança da quantia de 203:017 réis que deve. Documento lavrado pelo secretário Francisco Ferraz de Carvalho e assinado pelos vereadores Salvador de Ramos Correa, Filippe Xavier da Rocha, Innocêncio de Paula Eduardo e Joaquim Floriano Leite.
Ata da reunião de 14 de Novembro de 1829, houve a Proposta do presidente da Câmara sobre o acréscimo na dizima do açúcar. Leitura, discussão, aprovação e rejeição de novos artigos de Posturas.
Documento registrado pelo secretário Padre Joze Maria de Oliveira e assinado por: Roza, Negreiros, Silva, Barros, Ferraz, Fiuza, Canto.
Ata da sessão extraordinária do dia 14 de novembro de 1850, sob presidência de Domingos José Lopes Roiz. Em sessão leram vários ofícios do presidente da Província, um deles respondendo a Câmara sobre o projeto das posturas dos sinos. Outro remetendo o edital para ser publicado e afixado, outro acerca do agente do correio. Leram um ofício Dr. Juiz municipal participando que entrou em exercício no dia 09 do corrente ano. Leram um ofício do fiscal pedindo providencias acerca da ponte do Cortumbatahy. Deliberaram que o inspetor tome providencias. O presidente da Câmara indicou que consta que em outros tempos houve um livro sobre uma sociedade da Matriz, livro que estava na casa do finado Braga, por isso era necessário recuperar o livro e depositar no arquivo da Câmara. O presidente também informou que se oficiasse ao procurador para informar o estado em que se encontrava o pasto de Santo Antônio. Finalizaram lendo um requerimento de Joaquim Aranha pedindo para ser indenizado por 4 reis.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Antônio Fiuza de Almeida, João Morato de Carvalho e Felipe Xavier da Rocha.
Ata da sessão extraordinária do dia 14 de novembro de 1858, sob presidência de Salvador de Ramos Correia. Em sessão deliberaram construir o novo cemitério no antigo local. Deliberaram cercar com pedras e madeiras de lei. Discutiram a respeito da subscrição de uma capela dentro do cemitério, e o que sobrar para a Irmandade de São Benedito a pedido do vereador Coelho. Leram dois ofícios do presidente da Província e um artigo de posturas, a Câmara ficou inteirada. Aprovaram um artigo de posturas a respeito da prevenção das bexigas e outro pedindo dinheiro para a obra da matriz.
Documento redigido pelo secretario Francisco Ferraz de Carvalho e assinado por: Salvador de Ramos Correia, Antonio Joaquim da Silveira, José Antonio Gonçalves de Oliveira, e Antonio Narciso Coelho.