Ata da reunião de 14 de junho de 1828, realizada na casa do juiz presidente, na qual despacharam requerimento do Revendo Padre José Maria de Oliveira em que pedia 100 braças de terras em quadra para pasto dos bois carregavam as terras para a nova matriz. (Pasto de Santo Antonio). Nomeação de José Gomes do Nascimento Botão e João Baptista do Amaral para o cargo de Juiz Almotacel da Freguesia de Araraquara
Documento registrado pelo escrivão Manoel Anselmo de Souza e assinado por: Aranha, Morais, Carvalho e Gorgel.
Ata da sessão extraordinária do dia 14 de junho de 1840, sob presidência de José Alvares de Castro. Em sessão leram um ofício de Ignácio Vasconcellos Cunha Caldeira, em que fica suspeito na causa de Libello de João Martins Barroso do Rio de Janeiro, com o tenente col. Agostinho José de Carvalho. Discutiram sobre isso, e aprovaram para o cargo Antônio Francisco do Amaral.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira.
Ata da reunião de 14 de julho de 1827, realizada na casa do juiz ordinário e presidente, onde foram convocados os vereadores e procurador, na qual, sairão em correição e mandado para o pagamento do alcaide e do porteiro.
Documento registrado pelo escrivão João Baptista de Siqueira e assinado por: Campos, Oliveira, Aranha e Gorgel.
Ata da reunião de 14 de julho de 1832, onde tratou-se sobre: o senhor Castro deu o seu parecer individual sobre o relatório do Fiscal do Ribeirão Claro a respeito das estradas.
Outro parecer do senhor Castro, referente ao relatório do fiscal de Araraquara dizendo que quer providencia sobre os pesos e medidas dos produtos de quem possui comércio.
Documento escrito por Francisco Florencio do Amaral e assinado por Roza, Fiuza, Lima, Silva e Castro.
Sessão ordinária do dia 14 de julho de 1837, sob presidência de José Alvares de Castro. Em sessão discutiram sobre o relatório do fiscal do Rio Claro, nomeação de inspetores e requerimentos. Houve ainda, uma proposta do Presidente da Câmara, que solicita a construção de uma dúzia de cadeiras de palinha, visto que estavam em falta na Câmara.
Documento redigido pelo secretário Francisco Florencio do Amaral e assinado por: José Alvares de Castro, Francisco de Toledo Silva, Manoel da Rocha Garcia, Ignácio José de Siqueira, João Carlos da Cunha, Joaquim de Marins Peixoto e Teotonio José de Mello.
Ata da reunião ordinária de 14 de julho de 1841, onde tratou-se sobre: Em sessão, leram um requerimento de Maria do Nascimento Amaral; uma petição do bacharel João Evangelista; examinaram os relatórios dos fiscais. Examinaram um requerimento de João Baptista Leite Penteado, no qual acusa ao fiscal da Capela de Santa Barbara. A comissão examinou um requerimento de João Batista Leite Penteado no qual acusa o fiscal da Capela de Santa Barbara, o mesmo fiscal responde a Câmara que não há necessidade de levar em consideração tal requerimento. O mesmo, apesar de ter consentido acerca dos tiros na ocasião do eclipse lunar, alega que é apenas uma superstição de que algumas pessoas possuem, que durante a eclipse é necessário dar tiros para se livrar dos castigos. A câmara deliberou que não tendo o suplicante comprovado nada, esta Câmara não pode deferir.
Documento redigido pelo secretario Jose Lopes de Siqueira e assinado por: Antonio Fiuza de Almeida; Manoel de Toledo e Silva; Melchior de Mello Castanho; Afonso Agostinho Gentil; Antonio Jose da Conceição; e Felipe Xavier da Rocha.
Ata da sessão ordinária do dia 14 de julho de 1858, sob presidência de Salvador de Ramos Correia. Em sessão leram um oficio do primeiro substituto do juiz de direito da comarca, mandou-se arquivar. Apresentaram ao presidente da Câmara três portarias do presidente da Província comunicando ter ordenado a tesouraria dispor de dinheiro para a ponte sob o rio Cortumbatai, e mais um conto de réis para a ponte do Ribeirão do Pinhal denominado Bernardo, e mais uma quantia para outra ponte no mesmo ribeirão. Oficiaram ao procurador que entregasse tudo que pertencesse a Câmara para o novo procurador, e que o ex procurar prestasse contas. Melo Castanho apresentou o motivo de ter faltado e pediu para que retirassem a multa aplicada. O novo procurador e o fiador Antonio de Barros Ferraz compareceram tomando pose e prestando juramento.
Documento redigido pelo secretario Francisco Ferraz de Carvalho, e assinado por: Salvador de Ramos Correia, Melchior de Melo Castanho, Antonio Joaquim da Silveira, Antonio Narciso Coelho, José Antonio Gonçalves de Oliveira, Manoel Barbosa Pires, e Joaquim Floriano Leite.
Ata da reunião extraordinária de 14 de agosto de 1842, onde tratou-se sobre: Em sessão, o Juiz Municipal de ordinária tomou posse e prestou juramento. O secretário apresentou um despacho do doutor juiz de direito. Seguiram lendo duas portarias, e o presidente propôs nomeação de comandantes de polícia e finalizaram com uma indicação para o presidente da Província alegando necessidade de um vigário da vara para a Vila.
Documento redigido pelo secretário José Lopes da Siqueira e assinado por: Antônio Fiuza de Almeida, Manoel de Toledo Silva, Fructuozo José Coelho, Manoel Duarte Novais e Francisco Florêncio do Amaral.
A10-08
14 de agosto de 1859
Ata da sessão extraordinária de 14 de agosto de 1859, às 09 horas da manhã, sob presidência de Ramos Correa. Discutiram sobre o ofício em que o vice-presidente autorizava a Câmara a contratar a ponte sobre o rio Piracicaba. Discutiram e votaram sobre a ata antecedente, foi aprovada. Foi lido um ofício do Governo Provincial de 30 de julho, que autorizava a Câmara a contratar a feitura da ponte sobre o rio Piracicaba de frente a rua Direita de acordo com o plano e orçamento, além disso discutiram sobre um ofício de 10 de julho: “certo feito foi posto em discussão, resolvendo a final a Câmara que fosse chamado o mencionado Capitão João Morato de Carvalho, o qual comparecendo foi convidado a fazer a proposta das condições com que queria tomar o seu cargo esta empresa, e a ouvir também as que a Câmara propusesse e entrando-se nesta discussão chegaram finalmente a um acordo de condições, as quais vão mencionadas no competente termo de contrato que sucessivamente se lavrou no livro para este fim destinado, sendo o mesmo termo assinado pela Câmara pelo empresário, e pôr em fiador idôneo, que lhe foi exigido, resolvendo por último a Câmara, que ficando arquivados, tanto o plano, como o orçamento, deles se dessem cópias ao empresário, e que nesta data se oficiasse ao excelentíssimo Governo da Província remetendo-lhe cópias não só desta ata, como também do respectivo termo para a final aprovação do Governo, sem a qual tudo seria nulo.” Foi lido um requerimento de Manoel de Moraes Barros que pedia concessão de um terreno ou por arrendamento, sendo discutido e deliberado consultar o Governo Provincial.
Documento redigido pelo secretário Francisco Ferraz de Carvalho e assinado pelos vereadores Salvador Ramos Correa, Antonio Joaquim da Silveira e Antonio Narciso Coelho.
Ata da sessão extraordinária do dia 14 de setembro de 1843, sob presidência de Antônio Fiuza de Almeida. Em sessão leram e discutiram a respeito das portarias do presidente da Província. Discutiram sobre a nomeação de vereadores e oficiaram ao presidente da Província a cópia das eleições do colégio eleitoral da Vila de Limeira. Finalizaram com a leitura de um requerimento do Dr. Juiz Municipal pedindo seu ordenado e uma provisão do vigário.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: Antônio Fiuza de Almeida, Domingos José Lopes Roiz e Francisco Florêncio do Amaral.