Ata da reunião de 14 de fevereiro de 1831, onde houve Sessão Extraordinária para dar posse a Domingos Jose da Silva Braga e Jose Pinto de Almeida para servir de Coletor das Decimas dos prédios urbanos e escrivão da mesma decima. Ofício do presidente da Província acompanhado de pús vacinico para fazer propagar pelos habitantes da Vila.
Documento registrado e escrito pelo Secretario Francisco Florencio do Amaral e assinado por Roza, Fiuza, Passos, Gorgel e Silva.
Ata da reunião de 14 de fevereiro de 1831, onde houve Sessão Extraordinária. Apresentação do plano da demarcação dos limites da Vila para a cobrança da Decima pela comissão encarregada.
Documento registrado e escrito pelo Secretario Francisco Florencio do Amaral e assinado por Roza, Fiuza, Passos, Gorgel e Silva.
Ata da reunião extraordinária de 14 de fevereiro de 1841, onde tratou-se sobre: Em sessão, o presidente declarou que existe uma grande necessidade financeira para a obra da matriz desta Vila, a qual se encontra paralisada, e que por essa razão a Câmara deveria levar ao conhecimento da assembleia. O presidente propôs que anunciassem ao presidente da província que a Ponte do Curumbatahy se encontrava concluída e nos conformes do plano. Remeteram as contas da despesa da matriz no valor de 600$000 reis concedida na lei do orçamento de 03 de abril de 1839 ao inspetor da tesouraria.
Documento redigido pelo secretario Jose Lopes de Siqueira e assinado por: Antonio Fiuza de Almeida; Filippe Xavier da Rocha; Manoel de Toledo Silva; e Afonso Agostinho Gentil.
Ata da sessão extraordinária do dia 14 de fevereiro de 1858 sob presidência de Salvador de Ramos Correia. Em sessão assinaram vários ofícios deliberados na sessão passada. Levaram ao conhecimento da assembleia provincial uma representação solicitando dois contos de réis para a matriz da cidade, e mais quatrocentos mil réis para a conclusão do novo cemitério da cidade, e assim foi cumprido. Leram um oficio do fiscal declarando ter feito a correção sobre alvarás de licenças, e uma relação de multados. O fiscal orçou o rancho do Piracicamirim por mil réis, e foi deliberado fazer o conserto. O presidente da Câmara declarou que na rua do porte a enchente desbatatou uma ponte na beira do rio, ao pé da olária de João de Andrade, e declararam que fizesse o conserto e colocar edital em praça. Finalizaram lendo um requerimento do porteiro Francisco de Paula Barbosa pedindo demissão e deliberaram nomear outro na sessão seguinte.
Documento redigido pelo secretário Francisco Ferraz de Carvalho e assinado por: Salvador de Ramos Correia, Felipe Xavier da Rocha, Antônio Joaquim da Silveira, José Antônio Gonçalves de Oliveira, e João Batista Correia.
Ata da reunião de 14 de março de 1831, onde houve Sessão Extraordinária. Para tomar medidas quanto a nomeação de Juiz de Paz da Capela de Limeira. Carta de Manoel Rodrigues de Sampaio se oferecendo para fazer a ponte do salto do Rio Piracicaba com algumas condições, como privilégio de estanque por dois anos.
Documento registrado e escrito pelo Secretario Francisco Florencio do Amaral e assinado por Roza, Fiuza, Passos, Castro, Gorgel e Silva.
Ata da reunião extraordinária de 14 de março de 1841, onde tratou-se sobre: Em sessão, leram um oficio do procurador da Câmara em que alega estar fazendo um valo no engenho de água do rocio desta Vila. Uma comissão de dois membros foi criada para examinar o valo no engenho de água. Finalizaram lendo um requerimento de Antonio Venerando Teixeira pedindo para ser pago de 32$000 reis de guaritas que construiu para a cadeia, e aprovaram um oficio do presidente da Província sobre o concurso para a cadeira de primeiras letras de Limeira.
Documento redigido pelo secretario Jose Lopes de Siqueira e assinado por: Manoel de Toledo Silva; Pedro Ferraz Castanho; Antonio Jose da Conceição; Afonso Agostinho Gentil; e Felippe Xavier da Rocha.
Ata da sessão ordinária do dia 14 de março de 1845, sob presidência de Elias de Almeida Prado. Em sessão o presidente propôs uma comissão de dois membros para reverem todos os papéis daquela sessão. Leram um requerimento do vigário da Vila pedindo autorização para vender um terreno pertencente a igreja da matriz, e após a venda empregar o dinheiro na obra da igreja. Leram um requerimento de Ignácio Francisco Mariano pedindo licença para fazer um pari no Rio Corumbataí. Finalizaram com o Sr. Melo Castanho indicando que era necessária uma postura sobre os cavalos e éguas que andam soltos nesta Vila e Antônio José de Almeida fez um tanque que alagou a estrada desta Vila para Itu, ficando intransitável.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: Elias de Almeida Prado, Melchior de Melo Castanho, Antônio Ferraz de Arruda, João da Cunha Raposo e Teotônio José de Melo.
Ata da sessão extraordinária do dia 14 de março de 1847, sob presidência de Elias de Almeida Prado. Em sessão, iniciaram dando execução às posturas vindas da assembleia provincial. Leram um ofício do primeiro secretário da assembleia provincial, remetendo os artigos de posturas para este município. Leram um requerimento do Dr. Felipe Xavier da Rocha, pedindo permissão para fechar uma rua, um de Fe. Bartholomeu pedindo atestação de sua conduta no tempo que permaneceu nesta vila como missionário e o Sr. Leme indicou que tudo quanto alegou é verdade em razão do dito missionário ter ficado em sua casa. Leram vários requerimentos pedindo cartas de datas, nomearam fiscal e adiaram um ofício do procurador.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Elias de Almeida Prado, João da Cunha Raposo, Theotonio José de Melo e João Francisco de Oliveira Leme.
Ata da sessão extraordinária de 14 de março de 1852, sob a Presidência do Sr. Lopes que declarou que o motivo da presente sessão era para remeter-se um ofício ao Exmo. Presidente da Província. O Sr. Ferraz sendo membro de uma Comissão apresentou seu parecer em relação à insalubridade que existe dentro do Município, é à beira do Rio Piracicaba que em certa época torna-se pestifero e aqueles que por ali transitam são atacados da febre acesoada ou maleitosa isso causado pelos alagadiços ou lagoas. Outro tópico da sessão foi sobre os depósitos de água para uso e asseio da povoação. A sugestão seria ter um lugar possível de se fazer um rasgão.
Documento assinado por Domingos José Lopes Roiz, João Morato de Carvalho, Francisco Ferraz de Carvalho, Salvador de Ramos Correa.
Ata da reunião de 14 de abril de 1827, realizada na casa do juiz ordinário e presidente, onde foram convocados os vereadores e procurador, para nomeação de Manoel Roiz de Santiago para mestre carpinteiro.
Documento registrado pelo escrivão João Baptista de Siqueira e assinado por: Silva, Oliveira, Aranha, Fiuza e Gorgel.