Ata da sessão ordinária do dia 12 de janeiro de 1845, sob presidência de Elias de Almeida Prado. Em sessão o presidente propôs que era necessário marcar uma sessão extraordinária para o procurador apresentar as contas. O Sr. Cunha indicou que na rua do Porto existe uma vala braba, que não deixa quase ninguém andar por aquela rua. Finalizaram apresentando o artigo de posturas seguinte: Nenhuma pessoa poderá lavar nos chafarizes desta Vila e nem tapar com rolha qualquer outro modo o canal por onde a água sai, sob pena de mil réis de multa.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: Elias de Almeida Prado, Melchior de Melo Castanho, Antônio Ferraz de Arruda, João da Cunha Raposo, Teotônio José de Melo e João Francisco de Oliveira Leme.
Ata da sessão ordinária do dia 12 de janeiro de 1846, sob presidência de Elias de Almeida Prado. Em sessão, iniciaram lendo um ofício do procurador da Câmara alegando não ter papéis nenhum contra Fructuozo José Coelho a respeito dos terrenos da Vila. A comissão encarregada de examinar as exigências do inspetor da tesouraria pede que lhe remetam dinheiro para a matriz da freguesia de São João e discutiram sobre isso. Finalizaram com o presidente propondo uma subscrição para o festejo da chegada de Sua Majestade Imperial, na capital.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: Elias de Almeida Prado, Ignácio de Vasconcelos Cunha Caldeira, João Francisco de Oliveira Leme, Theotonio José de Melo e João da Cunha Raposo.
Ata da sessão extraordinária do dia 12 de janeiro de 1847, sob presidência de Elias de Almeida Prado. Em sessão, iniciaram apresentando um parecer sobre o relatório do fiscal a respeito de posturas acerca dos porcos, cães e cabras. Discutiram sobre isso. Finalizaram passando mandatos.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Elias de Almeida Prado, Ignácio de Vasconcelos Cunha Caldeira, João da Cunha Raposo, Theotonio José de Melo, Melchior de Melo Castanho e Antônio Ferraz de Arruda.
Ata da sessão ordinária do dia 12 de janeiro de 1848, sob presidência de Elias de Almeida Prado. Em sessão examinaram as contas do procurador e leram um ofício do inspetor da tesouraria. Designaram 600 mil reis para a matriz de Rio Claro, José Fortunato Rangel Maia pediu pagamento de custas, leram um requerimento de Francisco Gonçalves pedindo carta de data e encerraram os trabalhos da sessão.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Elias de Almeida Prado, Antônio Ferraz de Arruda, João da Cunha Raposo e João Francisco de Oliveira Leme.
Ata da sessão ordinária de 12 de janeiro de 1849, sob presidência de Domingos José Lopes Róis. Em sessão deliberaram executar as posturas aprovadas e discutiram sobre isso. Remeteram o alistamento da polícia, pagaram as férias do fiscal e passaram mandatos.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Domingos José Lopes Róis, Francisco Ferraz de Carvalho, Caetano da Silva Barros, Salvador de Ramos Correa, Francisco Ferreira Alves, e Francisco Pereira de Aguiar.
Ata da sessão ordinária do dia 12 de janeiro de 1851, sob presidência de Domingos José Lopes Roiz. Em sessão a comissão apresentou e aprovou as contas do procurador. O carcereiro da cadeia apresentou o inventario exigido e foi arquivado. Discutiram sobre o requerimento de Caetano da Cunha ficou sobre a mesa. José Ferreira, e José Francisco Pereira requereram ser pagos. O Sr. Cesar indicou que oficiasse ao fiscal para matar os porcos e cães que vagavam em abundancia pelas ruas da Vila.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Domingos José Lopes Roiz, Francisco Ferraz de Carvalho, Antônio Fiuza de Almeida e Francisco Pereira de Aguiar.
Ata da sessão ordinária do dia 12 de janeiro de 1853, sob presidência de Pedro Augusto da Silveira. Em sessão foi apresentada a conta de Salvador de Ramos Correa sobre o tapavento da igreja matriz, e discutiram sobre isso. Apresentaram um requerimento do escrivão do juízo municipal e do júri pedindo para ser pago de custas que venceu, e entraram em discussão. Examinaram os reparos da ponte do rio Piracicaba e acharam ela nos conformes. Discutiram sobre as contas remetidas a assembleia provincial, e sobre os artigos de postura. Deliberaram que a cada falecido, poderia haver um toque de sino gratuito podendo haver mais dobres ou repiques se forem pagos. Examinaram as contas do fiscal e as multas. Deliberaram sobre o concerto de ruas, cobranças, e finalizaram discutindo sobre o salário do fiscal.
Documento redigido pelo secretário Joaquim Correa de Assunção e assinado por: Pedro Augusto da Silveira, José Wenceslau de Almeida Carvalho, Francisco Ferraz de Carvalho, Gabriel de Godoi Moreira, e João José da Conceição.
Ata da sessão ordinária do dia 12 de janeiro de 1855, sob presidência de Pedro Augusto da Silveira. Em sessão discutiram sobre o oficio do fiscal e responderam que o mesmo seguisse os artigos de postura. Foram apresentados os artigos de posturas sobre boticários, e discutiram sobre isso. Examinaram as contas para mandarem a assembleia, passaram mandatos a favor dos empregados. As comissões encarregadas de formular um plano sobre o calçamento da rua do Porto deram o seu orçamento e a forma como deveria ser feito todo o processo de nivelamento e calçamento.
Documento redigido pelo secretário Joaquim Correia de Assunção e assinado por: Pedro Augusto da Silveira, João Leite Ferraz de Arruda, Francisco Ferraz de Carvalho, Joaquim José de Oliveira, e Antônio Franco do Amaral.
Ata da sessão ordinária do dia 12 de janeiro de 1857 sob presidência de Salvador de Ramos Correa. Em sessão leram um requerimento de Francisco de Arruda Caldas pedindo demissão, aceitaram. Nomearam Antônio Manoel da Silva para substituir o fiscal e foi aprovado. Foi discutido sobre o bispo que pedia a vara de vigário da vara para a cidade ou para qualquer sacerdote das vilas vizinhas como Rio Claro ou Limeira. Leram o parecer da comissão a respeito do requerimento do professor público e passaram a emenda do Dr. Rocha. Indicaram a respeito da aplicação do dinheiro dado a matriz e discutiram sobre o conserto do telhado da mesma. Leram um requerimento de Lopes e Silva pedindo aforamento de um terreno dentro do rocio. Finalizaram a sessão passando mandado aos empregados e marcando a próxima sessão.
Documento redigido pelo secretário Francisco Ferraz de Carvalho e assinado por: Salvador de Ramos Correia, Melchior de Melo Castanho, e Antônio Joaquim da Silveira.
Sessão ordinária de 12 de janeiro de 1861, às 09 horas da manhã, sob presidência de Ramos Correa. Foi lida a ata antecedente a qual foi aprovada. Foi lido um ofício do Procurador da Câmara. O presidente declarou que o Juiz Municipal, Manoel de Moraes Barros, havia retirado-se do munícipio sem deixar a Vara ao suplente. Vereador Doria pediu para que as sessões durassem três horas, pois muitas vezes ficavam os camaristas sem indicar alguma coisa. O mesmo vereador Doria também indicou que, os moradores das ruas da Boa Morte e do Comércio, fossem avisados a respeito do prazo para a construção dos muros e calçamento de suas propriedades. Foi apresentado pelo secretário da Câmara as contas para serem remetidas a Assembleia Provincial. Por fim, foi marcado uma sessão extraordinária para a data de 27 de janeiro para a discussão do parecer do Governo Provincial.
Documento lavrado pelo secretário Francisco Ferraz de Carvalho e assinado pelos vereadores Salvador de Ramos Correa, José Wenceslau de Almeida Cunha, José de Almeida Leite Ribeiro, Manoel Alves de Oliveira Doria, Antonio Correa de Lemos, Innocêncio de Paula Eduardo e Augusto César de Oliveira.