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BR SPCVP AC-AFSC-TEX-DIS-1964-73 · Item · 28 de novembro de 1964
Parte de ACERVOS ESPECIAIS

Discurso do Deputado Estadual Francisco Salgot Castillon, publicado no Diário Oficial de 28 de novembro de 1964, sobre os resgastes dos governos americano e belga no Congo.

Francisco Salgot fala sobre a situação no Congo, e o resgate que os governos belga e americano estavam realizando com o intuito de libertar refens de rebeldes comunistas daquele país. O Deputado, encerra seu discurso dizendo: “Aos aplausos de todos os homens de boa-vontade do mundo, por meu intermédio a bancada da UDN une os seus, a êste resgate que está sendo procedido humanitàriamente, cristãmente, pelos governos americano e belga”.

O documento é um clipping (recorte) do Diário Oficial, colado em uma folha sulfite. Apresenta também as seguintes informações datilografadas: “Deputado Francisco Salgot Castillon. Publicado no D.O. de 28 de novembro de 1964. Páginas 101 - 2º coluna. Assunto:”resgate que os gov. americanos e belgas estão procedendo no Congo”

Reservatório “Marechal Deodoro”
BR SPCVP AF-PIR-LOC-123 · Item · setembro 2022
Parte de Acervo Fotográfico (Coleção)

Iconografia que registra o reservatório “Marechal Deodoro”. O registro foi feito em setembro de 2022, pelo fotógrafo Davi Negri, na ocasião em que o local foi aberto à visitação, após mais de 30 anos sem ser esvaziado.
O reservatório “Marechal Deodoro” é um dos três reservatórios que integram o complexo localizado entre as ruas Aquilino Pacheco, Silva Jardim, Cristiano Cleopath e Marechal Deodoro. Tal teve o início das obras de construção em 1886, em um projeto encabeçado pelo engenheiro João Frick, associado a Carlos Zanotta, com o objetivo de consolidar um sistema de abastecimento de água para Piracicaba. Segundo consta, quando foi criado, o reservatório recebia água não tratada do Rio Piracicaba através de turbina movida a energia hidráulica; a partir disso, distribuía para a região central da cidade por gravidade. Na época, o atual Museu da Água, a atual sede do Semae (Serviço Municipal de Água e Esgoto), na Rua XV de Novembro, e o reservatório “Marechal Deodoro” constituíram os três primeiros pontos com reservatórios da cidade. Hoje, o complexo Marechal recebe água tratada das estações Capim Fino e Luiz de Queiroz.

Reservatório “Marechal Deodoro”
BR SPCVP AF-PIR-LOC-122 · Item · setembro 2022
Parte de Acervo Fotográfico (Coleção)

Iconografia que registra o reservatório “Marechal Deodoro”. O registro foi feito em setembro de 2022, pelo fotógrafo Davi Negri, na ocasião em que o local foi aberto à visitação, após mais de 30 anos sem ser esvaziado.
O reservatório “Marechal Deodoro” é um dos três reservatórios que integram o complexo localizado entre as ruas Aquilino Pacheco, Silva Jardim, Cristiano Cleopath e Marechal Deodoro. Tal, teve o início das obras de construção em 1886, em um projeto encabeçado pelo engenheiro João Frick, associado a Carlos Zanotta, com o objetivo de consolidar um sistema de abastecimento de água para Piracicaba. Segundo consta, quando foi criado, o reservatório recebia água não tratada do Rio Piracicaba através de turbina movida a energia hidráulica; a partir disso, distribuía para a região central da cidade por gravidade. Na época, o atual Museu da Água, a atual sede do SEMAE (Serviço Municipal de Água e Esgoto), na Rua XV de Novembro, e o reservatório “Marechal Deodoro” constituíram os três primeiros pontos com reservatórios da cidade. Hoje, o complexo Marechal recebe água tratada das estações Capim Fino e Luiz de Queiroz.

Reservatório “Marechal Deodoro”
BR SPCVP AF-PIR-LOC-124 · Item · setembro 2022
Parte de Acervo Fotográfico (Coleção)

Iconografia que registra o reservatório “Marechal Deodoro”. O registro foi feito em setembro de 2022, pelo fotógrafo Davi Negri, na ocasião em que o local foi aberto à visitação, após mais de 30 anos sem ser esvaziado.
O reservatório “Marechal Deodoro” é um dos três reservatórios que integram o complexo localizado entre as ruas Aquilino Pacheco, Silva Jardim, Cristiano Cleopath e Marechal Deodoro. Tal teve o início das obras de construção em 1886, em um projeto encabeçado pelo engenheiro João Frick, associado a Carlos Zanotta, com o objetivo de consolidar um sistema de abastecimento de água para Piracicaba. Segundo consta, quando foi criado, o reservatório recebia água não tratada do Rio Piracicaba através de turbina movida a energia hidráulica; a partir disso, distribuía para a região central da cidade por gravidade. Na época, o atual Museu da Água, a atual sede do Semae (Serviço Municipal de Água e Esgoto), na Rua XV de Novembro, e o reservatório “Marechal Deodoro” constituíram os três primeiros pontos com reservatórios da cidade. Hoje, o complexo Marechal recebe água tratada das estações Capim Fino e Luiz de Queiroz.

Requerimentos nº 75 a 80/1964
BR SPCVP CE-G.MIL-19 · Item · 06 de abril de 1964
Parte de COLEÇÕES ESPECIAIS

Requerimentos, endereçados a diversas autoridades, “pela posição tomada em favor da democracia e de repúdio ao comunismo, e que culminou com os recentes acontecimentos no país”.

PASTA 1964 – CAIXA 01 – PROCESSO 03 – FL. 73-93

BR SPCVP AC-AFSC-TEX-DIS-1965-21 · Item · 23 de junho de 1965
Parte de ACERVOS ESPECIAIS

Discurso do Deputado Estadual Francisco Salgot Castillon, publicado no Diário Oficial de 23 de junho de 1965, referente ao encaminhamento do requerimento solicitando informações sobre o Diretor do Colégio Estadual e Escola Normal “José Abílio de Paula” de São Paulo.

Salgot, encaminha um requerimento solicitando informações ao Poder Executivo e faz 35 questionamentos sobre a administração do Colégio Estadual e Escola Normal “José Abílio de Paula” de São Pedro. E, diz: “ em nome do povo de São Pedro, a necessidade de que, no concurso de julho próximo, o
Diretor do Colégio de São Pedro não seja mais comissionado, pois de há muito os comissionamentos vêm prejudicando aquêle estabelecimento de ensino”.

O documento é um clipping (recorte) do Diário Oficial, colado em uma folha sulfite. Apresenta também as seguintes informações datilografadas: “Deputado Francisco Salgot Castillon. Publicado no D.O. de 23 de junho de 1965. Páginas 57 - 2º coluna. Assunto: ”Encaminha requerimento solicitando informações referentes ao Diretor do Colégio Estadual e Escola Normal “José Abílio de Paula”, de São Paulo”.

Requerimento nº94/1972
M.C CE-E.L.Q-03-23 · Item · 05 de maio de 1972
Parte de COLEÇÕES ESPECIAIS

Requerimento nº94/1972 (Processo nº196/1972), de autoria do vereador Elias Domingos da Silva, no qual “Solicita que a área do ex-Comurba seja transformada em estacionamento de veículos e cedida à Guarda Mirim”

Requerimento nº57/1966
M.C CE-E.L.Q-03-17 · Item · 12 de abril de 1966
Parte de COLEÇÕES ESPECIAIS

Requerimento nº57/1966 (Processo nº81/1966), de autoria do vereador Rubens Leite do Canto Braga, datado de 12 de abril de 1966, que solicita ao Presidente da República, providências sobre o caso Comurba.

“(...) O prédio que trazia por denominação o nome eminente “Luiz de Queiroz”, pertencia a firma Comurba, organização cujo capital concorria para que Piracicaba tivesse um dos mais belos conjuntos residenciais arquitetônicos, no seu centro urbano. Entretanto, a fatalidade fez ruir por terra, não só os numerosos andares do edifício, mas também as mais acalentadoras esperanças deste povo, e assim a 6 de novembro de 1964, a tragédia se abateu sobre Piracicaba. Metade da construção inacabada veio abaixo, numa tempestade de pó, vitimando meia centena de pessoas, semeando a destruição e a desventura em muitos lares. O restante do edifício, contudo, permaneceu em pé, equilibrando-se nas alturas, fendido de alto a baixo, incompleto em sua construção, sustendo de um lado, quase vinte lajes de concreto de muitas toneladas de peso, penduradas por pequenos cabos de ferro, numa constante ameaça (...)”

Requerimento nº387/1964
M.C CE-E.L.Q-03-14 · Item · 14 de dezembro de 1964
Parte de COLEÇÕES ESPECIAIS

Requerimento nº387/1964 (Processo nº694/1964), de autoria do vereador Antônio Keller, datado de 14 de dezembro de 1964, com o seguinte teor:

“Requeremos, após ouvido o Plenário, seja oficiado ao sr. Prefeito Municipal nos seguintes termos: Considerando, os prejuízos acarretados aos comerciantes que pagam seus impostos, como das ruas São José, Prudente de Moraes, Alferes José Caetano e da própria praça José Bonifácio. Considerando o mau estado da mesma, solicito, do sr. Chefe do Executivo providencias imediatas para a solução e liberação dos restos do entulho, da Comurba”

Requerimento nº363/1964
M.C CE-E.L.Q-03-12 · Item · 16 de novembro de 1964
Parte de COLEÇÕES ESPECIAIS

Requerimento nº363/1964, de autoria do vereador Cicero Usberti, datado de 23 de novembro de 1964, de repúdio a reportagens de “O Cruzeiro” e da “Manchete” sobre a queda do edifício Comurba. O Requerimento tem a seguinte redação:

“Interpretando o pensamento do povo piracicabano, constrangido pela dolorosa tragédia do Comurba, a Câmara Municipal de Piracicaba, sob a égide de sua autêntica autoridade, através da unanimidade de seus Vereadores, manifesta o repúdio pelas reportagens “A engenharia da Morte”, de “O Cruzeiro” de 20/11/64 e “Os empreiteiros da Morte”, de “A Manchete” de 31 de novembro, pelo sensacionalismo que procuraram dar das tragédias envolvidas pelo desabamento do Edifício “Luiz de Queiroz”, ocorrido em 6 de novembro próximo passado, em Piracicaba, solicitando o decoro da ética jornalística por parte da direção dos referidos órgãos de imprensa. As fotos sobre os bonecos de cera e o texto da reportagem de “O Cruzeiro” causaram às famílias das vítimas e ao povo impressões desagradáveis, como se já não bastassem, em si, os infaustos acontecimentos. O texto de “A Manchete”, que no intuito de criar sensacionalismo envolveu pessoas vivas no rol das infelizes vítimas. Fatos como estes levam a sérias consequências, sobre os quais esta Casa de Leis vem a público manifestar o descontentamento geral do povo de Piracicaba, procurando através deste documento, chamar a responsabilidade dos órgãos de imprensa para que tomes as providências para que os jornalistas Luigi Mamprim, Alberto Helena Junior. J. M. Chaves e D. Ferreira, e Sérgio Jorge e Geraldo Móri, em face das desastrosas e vergonhosas reportagens que não merecem ser publicadas pela forma como as foram divulgadas”

Consta também uma declaração de veto (manuscrita), do vereador Waldemar Romano, com a seguinte redação: “Contrário por ser parcial e não constar todos os órgãos de imprensa que exploraram o acontecimento; outros também foram tendenciosos e exploradores”