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Ata - 11/10/1838
BR SPCVP CMP-AT-A05-89 · Item · 11 de outubro de 1838
Parte de CÂMARA MUNICIPAL DE PIRACICABA

Ata da sessão ordinária do dia 11 de outubro de 1838, sob presidência de José Alvares de Castro. Em sessão a comissão permanente examinando os dois requerimentos de Policarpo Joaquim do Amaral Gorgel, sendo um deles um pedido para que a câmara lhe pague a quantia de [$555,00...?] reis que venceu as custas de seu trabalho como escrivão de paz do distrito do sul, e outro que pede o pagamento de 6 por 100 de tudo que arrecadou durante o tempo que serviu como procurador desta câmara. Discutiram sobre isso. Analisaram o relatório do fiscal. Finalizaram discutindo a respeito de um ofício do Presidente da Província datado de 09 de agosto pedindo que oficie ao Dr. José Baptista Luné, convidando para ser responsável gratuitamente pela propagação da vacina nesta Vila, exigindo uma pronta resposta.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: José Alvares de Castro; Joaquim de Marins Peixoto; Melchior de Mello Castanho; Domingos José da Silva Braga; Manoel da Rocha Garcia; Antônio Venerando Teixeira e Ignácio José de Siqueira.

Ata - 11/10/1839
BR SPCVP CMP-AT-A05-134 · Item · 11 de outubro de 1839
Parte de CÂMARA MUNICIPAL DE PIRACICABA

Ata da sessão ordinária do dia 11 de outubro de 1839, sob presidência de José Alvares de Castro. Em sessão foi lida a portaria do Presidente da Província e os relatórios dos senhores fiscais desta vila e do curato de Santa Bárbara e discutiram sobre isso. Aprovaram as contas do procurador, leram um requerimento de Joaquim Prudente pedindo carta de data, pagaram o ordenado do porteiro e foi lido um ofício do procurador da câmara onde o vereador Antônio José da Silva foi multado no valor de doze mil. Ademais, ao fazer a cobrança na Freguesia de Limeira não acharam o multado.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: José Alvares de Castro, Joaquim de Marins Peixoto, Manoel da Rocha Garcia, Antônio José da Silva, Ignácio José de Siqueira e João Carlos da Cunha.

Ata - 11/10/1844
BR SPCVP CMP-AT-A07-50 · Item · Ata - 10/10/1844
Parte de CÂMARA MUNICIPAL DE PIRACICABA

Ata da sessão ordinária do dia 11 de outubro de 1844, sob presidência de Antônio José da Conceição. Em sessão, examinaram as contas do procurador da Câmara e, após aprovarem, lançaram em livro competente. Seguiram lendo um requerimento do vigário desta Vila pedindo para receber seu ordenado. Assinaram ofícios remetendo os diplomas aos novos vereadores. O senhor Prado, indicou que era necessário marcar os limites da Vila para arrecadação das décimas urbanas (1) e finalizaram expedindo mandados para pagamento dos salários dos empregados da Câmara.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: Antônio José da Conceição, Elias de Almeida Prado, Francisco de Camargo Penteado, Pedro Ferraz Castanho, Ignácio de Vasco e Cunha Caldeira.

(1) Tributo que consistia no pagamento anual para a Real Fazenda, por parte dos proprietários, de 10% dos rendimentos líquidos dos prédios, recaindo ainda sobre os prédios aforados.

Ata - 11/10/1850
BR SPCVP CMP-AT-A08-118 · Item · 11 de outubro de 1850
Parte de CÂMARA MUNICIPAL DE PIRACICABA

Ata da sessão ordinária do dia 11 de outubro de 1850, sob presidência de Domingos José Lopes Roiz. Em sessão foi lido um ofício do procurador e o sr. Fiuza indicou que não se conformava com o ofício, e por isso era necessário oficiar ao procurador para apresentar um inventario sobre seu cargo. O Sr. Presidente indicou que fosse oficiado ao fabriqueiro para reger o artigo da lei provincial sobre a distribuição dos guisamentos. Discutiram sobre o branqueamento das casas, carregamento de pedras, e finalizaram declarando que era necessário oficiar ao presidente da Província o falecimento do agente do correio, e o ajudante encontrava-se impedido por ser escrivão.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Domingos José Lopes Roiz, Francisco Ferraz de Carvalho, Antônio Fiuza de Almeida, Salvador de Ramos Correa, João Morato de Carvalho, e Francisco Ferreira Alves.

Câmara Municipal de Piracicaba
Ata - 11/10/1855
BR SPCVP CMP-AT-A09-101 · Item · 11 de outubro de 1855
Parte de CÂMARA MUNICIPAL DE PIRACICABA

Ata da sessão ordinária do dia 11 de outubro de 1855, sob presidência de José Wenceslau de Almeida Cunha. Em sessão leram um requerimento de José Rodrigues de Barros Cesar pedindo licença para fazer um chiqueiro no salto para pesca, e foi a comissão. A comissão encarregada do parecer a respeito de uma portaria do presidente da Província declarou que acham bem descritos os conselhos a população a respeito dos preceitos higiênicos sobre a epidemia reinante. Discutiram ainda a necessidade de fiscalizarem a higiene publica em especial a dos escravizados.
Documento redigido pelo secretário Joaquim Correia de Assunção e assinado por: José Wenceslau de Almeida Cunha, Francisco Ferraz de Carvalho, Joaquim José de Oliveira, João José da Conceição, e João Leite Ferraz de Arruda.

Ata - 11/10/1856
BR SPCVP CMP-AT-A09-130 · Item · 11 de outubro de 1856
Parte de CÂMARA MUNICIPAL DE PIRACICABA

Ata da sessão ordinária do dia 11 de outubro de 1856, sob presidência de Francisco Ferraz de Carvalho. Em sessão leram um oficio do fiscal acompanhado de um orçamento para a fatura da ponte sob o ribeirão Itapeva na rua dos moradores, e orçaram a quantia da ponte. Discutiram sobre a estrada do picadão de Curuçá e de Serra Negra. Leram um requerimento da professora de primeiras letras da cidade pedindo que a Câmara atestasse sobre a efetividade de seu magistério e sobre o número de alunas que frequentavam suas aulas. O vereador Oliveira declarou que as calçadas da rua Direita se encontravam em mal estado, desde o bairro Alto até a rua do Comércio, e por isso o fiscal deveria concertar. Discutiram sobre arquivos, concertos na casa da Câmara, e deliberaram reparos em demais ruas.
Documento redigido pelo secretário Joaquim Correia de Assunção e assinado por: Francisco Ferraz de Carvalho, João José da Conceição, Joaquim José de Oliveira, José Bento de Mattos, e João Leite Ferraz de Arruda.

Ata - 11/10/1860
BR SPCVP CE-MATP-27 · Item · 11 de outubro de 1860
Parte de COLEÇÕES ESPECIAIS

Ata da reunião ordinária de 11 de outubro de 1860, sob presidência de Salvador Ramos Correa, na qual registra-se que, em sessão: “Foi resolvido que o secretário passe edital de praça para a construção do rancho do matadouro por quem menos fizer. Foi resolvido que ficasse a cargo do presidente da Câmara que presidisse a praça e passasse os respectivos termos com a devida segurança na forma da lei”. Na mesma ata há o seguinte registro:
“Foi apresentado pela comissão o plano para a fatura do novo rancho para o matadouro, e é o seguinte: três lanços de casa, cada um com 20 palmos de frente e 40 de fundo, encarochada com tacaniça (1) nos dois [...?] com linhas rodantes sobre todos os andares de esteios, coberto de telha, terá dezesseis palmos de altura, levará 12 esteios de qualquer das madeiras seguintes: arindiuva, cabreúva, siguaragi, peroba, caviúna, serão lavradas e aparelhadas a enxó (2), terão depois de aparelhadas 9 polegadas em quadra, as vigas serão de peroba ou aroeira lavradas e aparelhadas a enxó, ficando depois de aparelhadas com um palmo em quadra, levará terço no correr da casa e também nas tacaniças, estes poderão ser de guarantã (3) roliços assentados em pés direitos aparelhados a enxó, todas estas madeiras aparelhadas serão de quina viva, os encaixes das vigas nos esteios serão respigados, os esteios serão afincados oito palmos, será a casa cercada de achas de guarantãs bem reforçadas e bem afincadas, amarradas em travas reforçadas encaixadas nos esteios. Terá um portão, que o coice e batedeira terão um palmo de largo e um e meio de grosso, as taboas do portão serão de um palmo de largo ao menos com dois dedos de grosso depois de aparelhadas a plaina, assim como o coice e batedeira, levará quantas tábuas forem necessárias para ficar o portão de altura necessária, não ficando vão de tabua, a tábua maior de quadro dedos, tudo de cabreúva, a virgem do portão e portada será de uma qualidade dos esteios, com nove polegadas em quadra afincadas 5 palmos; terá o portão doze palmos de comprido, os caibros e ripas da casa serão de palmitos reforçados e pregados a pregos próprios. Há orçado em 800:000” (em transcrição livre).

(1) Tacaniça: cada uma das duas vertentes de forma triangular, nos telhados comuns de quatro águas, cada um dos dois rincões que formam a tacaniça.
(2) É um instrumento composto por um cabo curto e curvo e uma chapa de aço cortante. É usado por carpinteiros e tanoeiros para desbastar a madeira. É composto, ainda, por uma argola de metal, chamada «fuzil», com a qual o carpinteiro segura o ferro da enxó ao respectivo cabo.
(3) Guarantã é uma árvore da família das rutáceas, com madeira nobre, muito resistente à umidade, folhas oblongas, flores pequenas e brancas, em panículas, e cápsulas com cinco lóculos e duas sementes cinzentas, nativa do Brasil, e também como planta ornamental.

Ata - 11/10/1860
BR SPCVP CMP-AT-A10-53 · Item · 11 de outubro de 1860
Parte de CÂMARA MUNICIPAL DE PIRACICABA

Ata da sessão ordinária de 11 de outubro de 1860, às 9 horas da manhã, sob presidência de Ramos Correa. Foi apresentado pela Comissão de Contas o parecer a respeito das contas do Procurador e dos Relatório dos Fiscais desta Cidade e de Santa Bárbara. O Relatório foi discutido, o qual foi aprovado com algumas alterações. Foi debatido as contas apresentadas pelo Procurador, a qual foi possível observar enganos que somados davam 15:000 réis. Deliberou-se sobre a Lista de Multados do ex-procurador. Ainda foi lida a carta de Manoel Martins Sobrinho em resposta a multa que fez o Procurador da Câmara, foi de parecer da Comissão que, a Câmara, deveria atender seriamente a questão, pois as autoridades de Brotas estavam “metendo a mão” em searas que não lhes pertenciam. A Comissão examinou o ofício do Fiscal e a relação das multas, quanto se diz não achar quem saiba tirar formigueiros, o parecer da Comissão foi de que se esforçasse na procura que haveria de se achar e que não se descuidasse da matança de cães. Foi deliberado sobre a ponte de Santa Bárbara que se achava em ruínas. Por fim, foi apresentado o Plano de Obra para a construção do Rancho do Matadouro.
Documento lavrado pelo secretário Francisco Ferraz de Carvalho e assinado pelos vereadores Salvador de Ramos Correa, Antonio Joaquim da Silveira, Innocêncio de Paula Eduardo, Antonio Narciso Coelho, João Baptista Correa, Joaquim Floriano Leite e Filippe Xavier da Rocha.

Ata - 11/10/1861
BR SPCVP CMP-AT-A10-95 · Item · 11 de outubro de 1861
Parte de CÂMARA MUNICIPAL DE PIRACICABA

Ata da sessão ordinária de 11 de outubro de 1861, às 09 horas da manhã, sob presidência de Ramos Correa. Foi lido um requerimento do Capitão João Morato de Carvalho, pedindo a importância das despesas feitas com o oleamento das guardas (ou proteções de máquinas) sobre a ponte do rio Piracicaba, o tema foi posto em debate e em votação. Entrou em discussão o alcance do ex-Procurador, Pedro Ferraz de Arruda. O presidente explanou que era necessário comunicar ao Fiscal para ter um livro e nele assentar as reses que estão no Matadouro Público para serem cortadas e apresentar o livro semanalmente à Câmara. Foi pedido que se ordenasse ao Fiscal para que assista ao exame do estado das reses e a tomada das marcas, para evitar abusos. Por fim, Ramos Correa declarou que, estando os Colégios Eleitorais próximos de se reunirem, era de costume a Câmara fornecer o necessário para eles. Documento lavrado pelo secretário Francisco Ferraz de Arruda e assinado pelos vereadores Jose Bento de Mattos, Salvador de Ramos Correa, Jose Wenceslau de Almeida Cunha, Antonio Correa de Lemos e Augusto César de Oliveira.

Ata - 11/10/1861
BR SPCVP CE-MATP-37 · Item · 11 de outubro de 1861
Parte de COLEÇÕES ESPECIAIS

Ata da reunião ordinária de 11 de outubro de 1861, sob presidência de Salvador Ramos Correa, na qual registra-se que em sessão, “o sr. presidente fez sentir a Câmara que tornava-se necessário ordenar-se ao fiscal desta Câmara que tenha um livro para nele assentar exatamente as reses (1) que estão no matadouro público para serem cortadas, e que este livro deverá o mesmo apresentá-lo em todas as sessões ordinárias, a fim de conhecer-se se há ou não exatidão na arrecadação dos dinheiros públicos, como também que assista pessoalmente ao exame do estado das reses e a tomada das marcas, do contrário podem haver muitos abusos, com o que sofrerá o público e as rendas nacionais. Entrando em discussão, foi aprovado, oficiando ao fiscal a fim de ficar ciente desta deliberação e ser pontual neste exame” (em transcrição livre).

(1) Rês: qualquer animal cuja carne é utilizada para alimentação humana