Ata da reunião de 10 de março de 1828, realizada na casa do juiz presidente, na qual, foi apresentada petição do Ouvidor da Comarca em que requereu aumento de salário.
Documento registrado pelo escrivão João Batista de Siqueira e assinado por: Aranha, Carvalho e Gorgel.
Ata de reunião extraordinária de 10 de maio de 1830, onde realizaram leram um ofício do vice-presidente pedindo breve e exata informação sobre o procedimento do Juiz de Paz desta Vila ter mandado castigar um homem publicamente liberto. Foi nomeada uma comissão para apurar os fatos. Documento registrado pelo secretário Francisco Florencio do Amaral e assinado por: Oliveira, Castro, Fiuza, Silva e Botelho.
Ata da reunião de 10 de maio de 1834, onde tratou-se sobre: O senhor Maxado disse que ficou adiado o cemitério, e que por essa razão que cerque o mesmo com vinte braças em quadra. O senhor Arruda acrescentou que achava melhor cercar com vinte e cinco braças em quadra e que este cercado fosse feito com taipas. Além disso foi efetuado os pagamentos do secretário, porteiro e carcereiro.
Documento escrito pelo secretário Francisco Florencio do Amaral e assinado por Antonio Fiuza de Almeida, Francisco Jose Maxado, Bento Manoel de Morais, Antonio de Arruda Leme e Manoel de Toledo Silva.
Ata da sessão ordinária do dia 10 de maio de 1844, sob presidência de Antônio Fiuza de Almeida. Em sessão, discutiram sobre uma carta de Elias de Almeida Prado exigindo tomar assento na Câmara como vereador, para tanto, não foi deferido seu pedido, pois argumentaram que o dito vereador havia requerido tal dispensa, conforme registrava a ata do dia 13 de julho de 1841. Assinaram um ofício em sessão ao presidente da Província.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: Antônio Fiuza de almeida, Antônio José da Conceição, Ignácio Ferreira de Camargo, Francisco Florêncio do Amaral, Manoel Duarte Novais e Domingos José da Silva Braga.
Ata da sessão ordinária do dia 10 de junho de 1848, sob presidência de João da Cunha Raposo. Em sessão leram vários requerimentos pedindo cartas de datas, leram um ofício do procurador da câmara dando os motivos por não ter cobrado as multas, e discutiram sobre isso. Seguiram lendo requerimentos pedindo abertura de rua, leram uma portaria do presidente da Província e finalizaram indicando para retirar os formigueiros.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: João da Cunha Raposo, Melchior de Mello Castanho, Ignácio de Vasconcellos Cunha Caldeira, João Francisco de Oliveira Leme, e Teotônio José de Melo.
Ata da reunião de 10 de julho de 1832, onde tratou-se sobre: Comissão onde foi verificado as listas da Companhia de Guardas da Freguesia da Limeira e Santa Bárbara.
Documento escrito por Francisco Florencio do Amaral e assinado por Roza, Fiuza, Lima, Morais e Castro.
Ata da reunião de 10 de julho de 1832, onde tratou-se sobre: contas do Procurador foram assinadas no livro competente, além de dois mandados, um para o secretario ser pago pelos seus ordenados e outro para o porteiro.
O senhor Morais pediu licença para ir até a Capella de Santa Barbara a negócios, e foi atendido.
Documento escrito por Francisco Florencio do Amaral, e assinado por Roza, Fiuza, Lima, Silva e Morais.
Ata da reunião de 10 de julho de 1834, onde tratou-se sobre: abordou as negligencias do juiz de órfãos, citando diversos órfãos em estado miserável de abandono e negligência.
Documento escrito pelo secretário, Francisco Florencio do Amaral e assinado por Antonio Fiuza de Almeida, Francisco Jose Maxado, Bento Manoel de Morais, Elias de Almeida Prado e Antonio de Arruda Leme.
Ata da reunião ordinária de 10 de julho de 1835, na qual houve um debate acerca das medidas e aferições. O procurador informava “não ter balança e pesos, e que quando quer aferir, que empresta”. A comissão é de parecer que o procurador “recolha a balança e pesos que tem Manoel Coelho, pertencente a Câmara, pois não havendo açougue, a Câmara não tem obrigação de dar, principalmente agora, que há quase sempre dois e três que matam em um dia em diversos lugares” (em transcrição livre).
Ata da reunião de 10 de julho de 1835, onde tratou-se sobre: divisões e roçados de terras de formas ilegais, ainda debateram sobre as medidas segundo as balanças. Aplicaram multas e leram requerimentos.
Documento escrito pelo secretário Francisco Florencio do Amaral e assinado por Manoel de Toledo Silva, Bento Manoel de Moraes, Jose Vaz Pinto, Antonio de Arruda Leme e Elias de Almeida Prado.