Ata da sessão ordinária do dia 10 de janeiro de 1849, sob presidência de Domingos José Lopes Roiz. Em sessão a comissão deu o seu parecer sobre a falta de dinheiro no cofre da câmara, e discutiram sobre isso. Discutiram sobre o alinhamento de uma casa, leram um do vereador suplente Prado alegando impossibilidade de tomar posse na sessão, aprovaram o porteiro, e discutiram sobre reparos na cadeia.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Domingos José Lopes Roiz, Francisco Ferraz de Carvalho, Caetano da Silva Barros, Salvador de Ramos Correa, Antônio Fiuza de Almeida, Francisco Ferreira Alves, e Francisco Pereira de Aguiar.
Ata da sessão ordinária do dia 10 de janeiro de 1851, sob presidência de Domingos José Lopes Roiz. Em sessão leram um requerimento do Dr. Juiz municipal pedindo custas pelo tempo que serviu como juiz substituto de direito. O Sr. Ferraz apresentou sua opinião acerca do requerimento de José Fortunato Rangel Maia e discutiram sobre isso. Foi presente o relatório do fiscal e discutiram sobre abertura de ruas na chácara de Torquato da Silva Leitão, e também sobre limpamento de calçadas. Pediram para Vicente de Sousa Queiros pedras para a calçada da frente da Matriz. O sr. Ramos Correa indicou que o fiscal mandasse caiar as casas visto que a semana santa estava próxima. O presidente da Câmara indicou que já haviam oficiado ao presidente da Província sobre o azeite que era gasto na cadeia. Nomearam uma comissão para visitar as prisões, e finalizaram indicando que o carcereiro deveria fazer um inventario dos ferros da cadeia.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Domingos José Lopes Roiz, Francisco Ferraz de Carvalho, Antônio Fiuza de Almeida, Joaquim Roiz Cesar, Francisco Pereira de Aguiar e Francisco Ferreira Alves.
Ata da sessão ordinária do dia 10 de janeiro de 1853, sob presidência de Pedro Augusto da Silveira. Em sessão o presidente declarou a necessidade de calçar a rua da Quitanda, do trecho da rua do Comércio para baixo. Indicou também a necessidade de fazer um esgoto na rua dos Ourives. O secretário requereu um livro para registro de licenças, e foi deliberado que o secretário pedisse ao escrivão, visto que o mesmo possuía alguns livros que lhe foram entregues para registro de nascimento e óbito.
Documento redigido pelo secretário Joaquim Correa de Assunção e assinado por: Pedro Augusto da Silveira, José Wenceslau de Almeida Carvalho, Francisco Ferraz de Carvalho, Gabriel de Godoi Moreira, e João José da Conceição.
Ata da sessão ordinária do dia 10 de janeiro de 1855, sob presidência de Pedro Augusto da Silveira. Em sessão iniciaram lendo um requerimento do vigário de Santa Barbara pedindo atestado para cobrar seus ordenados. Leram outro oficio, esse do Padre Lacerda pedindo para ser pago por um discurso feito. Foi requerido verbalmente pelo vigário da vila José Gomes Pereira promovendo uma subscrição para comprar paramentos para a igreja Matriz, e discutiram sobre isso. Seguiram lendo sobre o edital do professor de primeiras letras de ambos os sexos, discutiram sobre a limpeza da cadeia, e sobre o alto custo de manter os presos pobres. Discutiram sobre o calçamento da rua do Porto, nivelamento, e sobre examinar a ponte sob o rio Itapeva. A comissão decidiu sobre o pagamento do empreiteiro da ponte, e finalizaram discutindo sobre reformas na sala da Câmara.
Documento redigido pelo secretário Joaquim Correia de Assunção e assinado por: Pedro Augusto da Silveira, Francisco Ferraz de Carvalho, Gabriel de Godoi Moreira, Joaquim José de Oliveira, Antônio Franco do Amaral, e João Leite Ferraz de Arruda.
Ata da sessão ordinária do dia 10 de janeiro de 1857, sob presidência de João Morato de Carvalho. Em sessão leram um oficio do vereador João Correia alegando não comparecer por motivos de saúde, e foi atendido. O presidente alegou que deveriam prestar atenção para um artigo de posturas que proíbe os jogos de paradas, e ordenaram ao secretário para tirar copias do mesmo artigo e remeter as autoridades competente para dar execução acompanhando de um oficio da Câmara. Discutiram sobre libertar a estrada que seguia para Botucatu que estava em mal estado, juntamente das pontes do Enxofre e do ribeirão denominado Bernardo, ficaram a cargo o vereador Aguiar. Após examinar a ponte sob o rio Piracicaba que constava estar com um tanchão arruinado e foi deliberado conserto. O vereador Ramos Correia indicou fosse revista a botica do Dr. Melchior, pois havia um boticário que não entendia o português e nem as habilitações para ser boticário. O vereador Melo indicou que a Câmara tirasse uma cópia dos artigos de posturas datado de 24 de abril de 1855, e que fosse fixado em lugares públicos para que não alegassem ignorância. Continuaram discutindo sobre multas, reverão as contas do procurador, e requereram consertar a escada da Câmara. Finalizaram lendo um requerimento do professor de Primeiras Letras e foi a comissão, um outro de José Pires de Camargo, e o ultimo sobre o alemão Fischer queixando dos feixes de caraguatás, e deliberou-se ordenar ao fiscal mandar demolir.
Documento redigido pelo secretário (não cita o nome) e assinado por: João Morato de Carvalho, Salvador de Ramos Correia, João Manoel de Aguiar, Antônio Joaquim da Silveira, Joaquim Antônio Fernandes, Manoel Barbosa Pires, e Melchior de Melo Castanho.
Ata da sessão ordinária de 10 de janeiro de 1861, às 09 horas da manhã, sob presidência de Ramos Correa. Abrindo a sessão foi lida a ata antecedente a qual foi aprovada. O vereador Doria indicou que havia licença para se retirar as pedras na rua Direita. Foi lido um requerimento de Francisco Coelho Barbosa pedindo prorrogação do prazo para desmanchar a ponte velha, alegando a estação chuvosa. Também foi lido um requerimento de Luiz Antonio Soares, porteiro da Câmara, pedindo o aumento do seu ordenado, assim foi feito. Por fim, foi proposto a demissão do Fiscal da Freguesia de Santa Bárbara por omissão em suas obrigações.
Documento lavrado pelo secretário Francisco Ferraz de Carvalho e assinado pelos vereadores Salvador de Ramos Correa, José Wenceslau de Almeida Cunha, Manoel Alves de Oliveira Doria, Augusto César de Oliveira, Innocêncio de Paula Eduardo.
O vereador Manoel de Moraes Barros, relator da Comissão incumbida dos negócios relativos à construção do Mercado “expôs à Câmara as dificuldades encontradas para a construção deste no Largo do Gavião”. “Essas dificuldades consistem principalmente em ser preciso aterrar o terreno mais do que já está a fim de diminuir-lhe a declividade, que é muito forte. Este aterro só por si importa em despesa de vulto”. “Por estes motivos entende a Comissão dever abandonar o Largo do Gavião e procurar outro terreno que não exija acréscimo de despesa”. “Procurando esse outro terreno, entendeu a Comissão tê-lo encontrado no terreno sito à rua do Comércio, em frente à antiga enfermaria ‘Santa Rita’, pertencente à dona Maria Josepha de Camargo em sua maior parte, e a João
Conrado Engelberg em parte menor, e já encetou negociação com aquela senhora para a compra de sua parte”. Por fim, o “Presidente suspendeu a sessão enquanto o contrato era lavrado no Livro competente. O que feito, e aberta novamente a sessão, foi o contrato lido, aprovado em sua redação e assinado pelos senhores vereadores presentes e pelo empreiteiro Miguel Assmussen”
Ata da reunião de 10 de fevereiro de 1836, onde tratou-se sobre: compareceram vários juízes de paz, leram ofícios, requerimentos e discutiram sobre as guardas nacionais.
Documento escrito pelo secretário Francisco Florencio do Amaral e assinado por Antonio Fiuza de Almeida, Elias de Almeida Prado, Bento Manoel de Moraes, Antonio Jose da Silva e Manoel de Toledo Silva.
Ata da reunião ordinária de 10 de fevereiro de 1890, na qual, em sessão, foi proposto pelo vereador e presidente da Câmara, Paulo Pinto de Almeida ,que “os membros da comissão de obras públicas fiquem encarregados de examinar o estado do matadouro e mandar fazer os melhoramentos que forem indispensáveis”. De acordo com a ata, a proposta consta como “Aprovada”.
Ata da reunião de 10 de março de 1829, onde foi realizada a indicações para oficiais de quarteirão. Nomeação de Machado, Soares e Leme para formarem uma comissão afim de apontar as posturas da Câmara.
Documento registrado e escrito por Joze Rodrigues de Cerqueira Cezar e assinado por Roza, Machado, Canto, Oliveira, Silva e Soares.