Ata da sessão extraordinária do dia 09 de fevereiro de 1845, sob presidência de Elias de Almeida Prado. Em sessão deram parte ao governo sobre ter caído a ponte do rio Grande e também a ponte do rio Corumbataí. Discutiram sobre isso. Leram um ofício da Câmara Municipal de Campinas, bem como um requerimento do carcereiro da Vila e uma proposta do fiscal dizendo que José Campos desejaria concertar a rua do Porto com as madeiras da ponte que caiu, sem que precisasse ser pago. O presidente propôs que existia na Vila um estrangeiro querendo mostrar ao público um panorama e como não havia posturas a respeito, que a Câmara discutisse a respeito.
Documento redigido pelo secretário José Lopes de Siqueira e assinado por: Elias de Almeida Prado, Melchior de Melo Castanho, João da Cunha Raposo, Teotônio José de Melo e João Francisco de Oliveira Leme.
Ata do dia 09 de fevereiro de 1851, sob presidência de Francisco Ferraz de Carvalho. Em sessão leram um ofício do inspetor da tesouraria acerca do dinheiro para a picada da estrada de Campinas, e o Sr. Morato declarou que 100 reis não era o suficiente para a picada. Discutiram sobre isso e nomearam o Sr. Caetano da Cunha para assumir responsabilidade perante a picada. Finalizaram lendo vários ofícios do presidente, e um requerimento de Francisco Ribeiro Leite pedindo faculdade para fazer um pari no rio Corumbataí.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Francisco Ferraz de Carvalho, Antônio Fiuza de Almeida, Salvador de Ramos Correa, Joaquim Roiz Cesar, João Morato de Carvalho e Manoel da Rocha Garcia.
Ata da reunião ordinária de 09 de fevereiro de 1873, na qual, em sessão, o vereador Antônio da Costa Pinto e Silva indicou que “seja autorizado o conserto necessário no matadouro, especialmente quanto às cercas, e que seja encarregado de dirigir e fiscalizar esse trabalho o sr. André Ferraz de Sampaio”. De acordo com a ata, o vereador indicou também que “seja nomeado vereador fiscal do matadouro desta cidade o sr. vereador André Ferraz de Sampaio” (em transcrição livre).
Ata da reunião de 09 de março de 1829, onde foi exarado o parecer do vereador Machado acerca da divisa da Vila com São Carlos determinadas pelo ouvidor da comarca. Discussão acerca da divisão da Vila em quarteirões e nomeação dos respectivos inspetores. Requerimento do Porta Mala dos Correios para a construção da ponte do Alambari.
Documento registrado e escrito por Joze Rodrigues de Cerqueira Cezar e assinado por Roza, Canto, Oliveira, Silva, Correa e Soares.
Ata da reunião extraordinária de 09 de março de 1832, onde tratou-se sobre: posse de Joaquim Ferraz de Campos como fiscal suplente da Capela de Santa Barbara, no mesmo ato tomou posse e prestou juramento nos conformes da lei. Compareceu também, José Joaquim de Oliveira para tomar posse do cargo de fiscal suplente da Freguesia de Araraquara.
Documento escrito por Francisco Florencio do Amaral, e assinado por Silva, Fiuza, Lima, Morais e Castro.
Ata da sessão extraordinária do dia 09 de março de 1851, sob presidência de Francisco Ferraz de Carvalho. Em sessão o presidente não compareceu alegando estar de partida para o Rio. Leram um ofício do encarregado da picada na estrada de Campinas, discutiram sobre isso. Seguiram discutindo sobre cobranças e pleitos da Câmara e finalizaram marcando a próxima sessão para o dia seguinte as oito horas.
Documento redigido pelo secretário Amâncio Gomes Ramalho e assinado por: Francisco Ferraz de Carvalho, Antônio Fiuza de Almeida, Salvador de Ramos Correa, Joaquim Roiz Cesar e João Morato de Carvalho.
Ata da sessão extraordinária do dia 9 de março de 1862, às 09 horas da manhã, sob presidência de Ramos Correa. Foi declarado que o motivo da reunião era para mandar publicar editais marcando quais as armas proibidas e quais permitidas, sendo que as proibidas estavam mencionadas no Artigo 3º da Lei de 26 de outubro de 1831 (1). Foi lida uma Representação de Antonio Alves de Oliveira, Inspetor de Quarteirão, em que pedia providências acerca do estado de ruína da estrada do Picadão Velho. Foi apresentado um ofício de Francisco Franco de Lima, Inspetor da Estrada para Campinas, dando parte ter caído alguns lanços da ponte da mencionada estrada. Foi dito, pelo presidente, que a ponte do Morro Grande pertence a Nação e, entrando em discussão, ficou a cargo do presidente oficiar o Governo. Foi lido um ofício do Inspetor das Aulas Públicas de Primeiras Letras em que dava as informações exigidas pela Câmara. Foi lido e respondido um ofício da Tesouraria. Foi apresentado um requerimento de Miguel Arcanjo Benicio, zelador da Igreja da Boa Morte, em que pedia providências para aquela rua. Augusto César deliberou que o Procurador não cumpria com seus deveres e, portanto, pedia a sua demissão, entrando o assunto em discussão e em votação. Vereador Leite Morais fundamentou seu voto a respeito da demissão do Procurador.
Documento lavrado pelo secretário Francisco Ferraz de Carvalho e assinado pelos vereadores Salvador de Ramos Correa, Jose Wenceslau de Almeida Cunha, Jose de Almeida Leite Ribeiro, Doutor Joaquim de Almeida Leite Morais, Manoel Alves de Oliveira Doria e Augusto César de Oliveira.
(1) O uso, sem licença, de pistolas, bacamarte, faca de ponta, punhal, sovelas, ou qualquer outro instrumento perfurante, será punido com a pena de prisão com trabalho, por um a seis meses, duplicando-se na reincidência, e ficando em vigor a disposição do Código, quanto ás armas proibidas.
Ata da reunião ordinária de 09 de março de 1891, na qual, em sessão, foi apresentado requerimento “De diversos marchantes (1) desta cidade, reclamando contra algumas disposições contidas no projeto de regulamento para o matadouro”. A ata registra o seguinte despacho: “Adiada a discussão”.
(1) Quem compra gado, para vender sua carne a açougues; negociante de carne bovina. Que é dono de açougue, açougueiro.
Ata da reunião de 09 de abril de 1828, realizada na casa do juiz presidente, na qual, derão posse do Juiz Ordinário Caetano José da Cunha e ao escrivão de Juiz de Paz Francisco Casiano de Farias Chagas.
Documento registrado pelo escrivão João Batista de Siqueira e assinado por: Aranha, Morais e Gorgel.
Ata da reunião de 09 de abril de 1831, onde realizaram sessão para circular do Presidente da Província acompanhado com exemplares das Leis. Ofício de José Fernandes Vianna, cirurgião mor da Vila, alegando ter recebido duas lâminas de pus vacinico para fazer propagar, que prontamente executou e como já estivesse corrompida não fez efeito algum.
Documento registrado pelo Secretário Francisco Florencio do Amaral e assinado por: Roza, Fiuza, Lima, Gorgel, Oliveira e Silva.