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Americo dos Santos Filho

Trabalho de Americo dos Santos Filho, 15 anos, aluno do 1º ano masculino da Escola Complementar de Piracicaba, datado em novembro de 1922. Documento composto por ilustração de uma experiência química.

Sud Mennucci - Escola Normal

Americo dos Santos Filho - Desenho

O aluno Americo dos Santos Filho, do 1º ano masculino, de 15 anos, da Escola Complementar de Piracicaba, ilustrou uma fruta parecida com uma maça, com galho e folhas.

Sud Mennucci - Escola Normal

Americo dos Santos Filho - Métodos de Enxertos das Plantas

O aluno Américo dos Santos Filho, de 15 anos, do 1º ano masculino da Escola Complementar de Piracicaba, em novembro de 1922 ilustrou cada um dos métodos de enxertos das plantas, sendo eles: 1) enxerto de olho ou borbulhar, através de duas imagens exemplificativas; 2) enxerto de garfo, também compreendido através de duas imagens exemplificativas; 3) enxerto de encostia ou aproximação, compreendida através de apenas uma imagem exemplificativa; 4) enxerto de mergulhia, também ilustrado exemplificativamente por uma única imagem.

Anatomia

Na subsérie “Trabalhos Escolares: Anatomia” encontram-se os trabalhos realizados pelos alunos da então Escola Normal de Piracicaba (Sud Mennucci) na aula de anatomia, que é a ciência que estuada a constituição e do desenvolvimento do corpo.

Anchieta e a catequese

Bilhete postal denominado “Anchieta e a Catechese”. No anverso do documento há a reprodução uma imagem em que o padre Anchieta está posicionado de modo a catequisar alguns indígenas nativos. Traz no canto superior direito um selo em formato circular, onde ao centro está escrito “Escolas Públicas do Estado de S. Paulo” e ao redor do círculo central “Distribuição da Secretaria do Interior.
No reverso do documento, há no centro superior o título de “bilhete postal”, bem como um breve relato, à esquerda, do quem era Anchieta e, brevemente, como foi a catequização para com os nativos. Destaca-se os trechos: “Na cidade de Salvador e em Piratininga (hoje São Paulo) foi professor. Nesta, da aula numa cabana de paredes de barro e coberta de sapé, onde não cabiam todos os alunos, ficando a maior parte deles ao sol e a chuva. Para ensinar os selvagens, recorria á música, compunha romances e canções sagradas que os jovens índios cantavam á noite, percorrendo a povoação. Diplomata, conseguiu juntamente com o padre Nobrega, a paz, quando os Tamoios ameaçavam destruir São Vicente e Rio de Janeiro”. (Em transcrição livre).

Sud Mennucci - Escola Normal

Anna Emilia de Arruda - aos amigos de Julita

Carta escrita por Anna Emília de Arruda, aluna do 1º ano B da Escola Modelo Isolada, no ano de 2022, em data de 14 de novembro de 1922. A aluna destina sua carta aos dois melhores amigos de Julita, que “eram uma boneca e um lindo gatinho, que se chamava Mimi, pelo menos quando não estava com a boneca, estava certamente com o gatinho [...] Às vezes, a mãe de Julita a encontrava, pela manhã, a dormir com a boneca de um lado e o gatinho de outro, ambos com as cabecinhas no travesseiro, como se também fossem gente”. (em transcrição livre).

Sud Mennucci - Escola Normal

Anna Josepha de Oliveira Santos

Trabalho de Geografia de Anna Josepha de Oliveira Santos, de 12 de novembro de 1922. O trabalho consiste em uma ilustração do mapa do Brasil, com as devidas divisões geográficas dos estados, trazendo também nomes de cidades e rios.

Sud Mennucci - Escola Normal

Antonieta Tavares Monteiro - Composição

Trabalho de português de Antonieta Tavares Monteiro, 12 anos, aluna do 2º ano preliminar do Grupo Escolar Modelo de Piracicaba. O trabalho consiste em uma redação descritiva, na qual ela disserta sobre “Respeito aos velhos”.
Ela começa o texto descrevendo o denominado Sr. Arthur, proprietário de uma fazenda que ficava perto de um córrego barulhento. Cita Thomaz, filho único do Sr. Arthur, que tinha um olhar expansivo e era sorridente. Sua mãe, D. Henriqueta, todas as noites a pegava no colo e contava histórias de meninos bons e ruins.
Em seguida, relata sobre um dia que Thomaz divertia-se embaixo de uma palmeira e brincava com um gatinho e um gafanhoto, até que perdeu a noção do horário quando ouvia sua mãe o chamar e correu em direção à casa para ir até a escola.
Narra que no caminho, o menino encontrou uma velhinha que mal podia andar e correu para ajuda-lá, enquanto moleques começaram a atirar pedras, ao mesmo tempo em que Thomaz pedia que não fizessem aquilo. Conta que os moleques, por sua vez, começaram a empurrá-lo e o machucá-lo, até que cavalheiros do outro lado da estrada desceram para o socorrer e os moleques fugiram.
Ao fim, descreve que um cavalheiro perguntou ao menino se aquilo era uma briga e ao saber o que de fato era, o abraçou comovido e termina ressaltando: "Não devemos desrespeitar a velhice" (em transcrição livre).

Sud Mennucci - Escola Normal

Antônio de Padua Dutra - Solubilidade da Amônia

Trabalho de Química do aluno do 3º ano da Escola Normal Antônio de Padua Dutra (disciplina ministrada pelo professor Hélio Penteado de Castro. O trabalho consiste em “demonstrar a grande solubilidade da amônia”

Antonio Pinto

A caixa histórica (Palavras aos vindouros)
"Brasileiros e Portugueses do nosso país! Estudiosos filólogos e moralistas que refletirdes sobre os altos significados d´esta caixa e d´estes documentos!"

Sud Mennucci - Escola Normal

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